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O casal  Laurentino de 89 anos, e Antônia de 71 anos, oficializaram a união nesta segunda-feira (30) os dois se conheceram no asilo, Pousada Da Colina em São Manuel S.P.   Em frente ao juiz  “Adilson Blanco“, os dois confirmam a vontade de oficializar a união.
Aparentemente ansiosos, os noivos chegaram ao cartório de registro civil sem atraso. Para um dos dias mais importantes da vida do casal, o aposentado Laurentino estava bem elegante, usando um terno preto e gravata. Já a noiva escolheu usar um par de brincos de pérolas e um buque lindo para dar um charme especial ao romance. Depois do sim, Laurentino e  Antônia comemoram a união com um lindo e beijo.
O juiz que fez o casamento, Adilson Blanco, também diz ter ficado emocionado com o casamento. “É emocionante sim, não tem como. É um acontecimento raro, não é para todo mundo. Ainda bem que participei”, ressalta.
Enquanto aguardava para se casar, Antônia lembrou de como os dois se conheceram. Quando finalmente se viram foi amor à primeira vista., Antônia ainda falou que não tem idade pra ser feliz, revela.
Na troca das alianças Laurentino mostrou “que o amor não se aposenta”, como dizia o noivo minutos antes da união.
Agora casados oficialmente Laurentino e  Antônia foram embora felizes para o asilo,  Pousada Da Colina e com a certeza que nunca é tarde demais para demonstrar amor a quem se ama.

Estamos buscando mais informações sobre o casal , se os noivos vão continuar morando no asilo, Pousada Da Colina em São Manuel S.P.,
Fonte: Isto Aqui  São Manuel


Nesta terça-feira (31), às 16 horas, no Cine Teatro Nelli, acontecerá a cerimônia de assinatura dos primeiros contratos com mutuários que adquiriram unidades no Residencial Paratodos, novo conjunto habitacional de interesse social que será construído pela Ecovita Construtora, em parceria com a Prefeitura de Botucatu. O empreendimento terá um total de 337 casas. Nesse primeiro lote serão assinados 61 contratos. 
 
O evento contará com as presenças do prefeito Mário Pardini; do secretário de Habitação e Urbanismo, José Carlos Broto; além de representantes da Caixa Econômica Federal e Ecovita Construtora. Localizado na Rodovia Gastão Dal Farra, em frente ao Parque Tecnológico, o Residencial Paratodos ocupará área total de 14.814,48 m². As unidades serão entregues com infraestrutura completa: água, sistema de coleta de esgoto, pavimentação asfáltica, energia elétrica, guias e sarjetas, iluminação pública e drenagem de águas pluviais.
 
Cada unidade terá 44,04m² (lotes de 200 m²) e contará com dois quartos, sala, cozinha e banheiro. O diferencial fica por conta do acabamento: piso cerâmico na casa toda, esquadrias de alumínio, cobertura de telhas cerâmicas sobre estrutura metálica e azulejos na cozinha e banheiro com 1,5m de altura. 
 
As casas serão financiadas pela Caixa Econômica Federal, com possibilidade de utilizar o FGTS na entrada. O Residencial Paratodos compreende as faixas 1,5 e 2 do Programa Minha Casa Minha Vida do Governo Federal. Por conta disso, os subsídios (descontos) podem chegar até R$ 19 mil, de acordo com a renda familiar. É importante ressaltar que não é sorteio e que as condições de financiamento variam de acordo com o perfil socioeconômico de cada família. 
 
Os interessados em adquirir uma unidade devem comparecer ao escritório da Ecovita, localizado na Avenida Dom Lúcio, nº 632, Centro, para fazer a inscrição, levando os seguintes documentos: CPF e RG (dos cônjuges, no caso de pessoas casadas), certidão nascimento ou casamento, comprovante de endereço, comprovante de renda (dois últimos holerites), carteira de trabalho e extrato do FGTS. 
 
“A missão que o prefeito Pardini nos confiou é de trabalhar com a mesma determinação que demonstramos no governo anterior e que resultou na construção de mais de quatro mil unidades habitacionais em Botucatu, ao longo de oito anos. Ficamos felizes em iniciar a gestão anunciando esse novo empreendimento. Temos certeza que o Residencial Paratodos será um sucesso. Trata-se do pontapé inicial para alcançarmos a meta de construir mais duas mil unidades nesses quatro anos. Vamos trabalhar muito para que isso aconteça”, informa o secretário municipal de Habitação e Urbanismo, José Carlos Broto. 
 
Serviço
Assinatura de contratos Residencial Paratodos
31 de Janeiro de 2017 – 16 horas 
Cine Teatro Nelli – Praça XV de Novembro, 44
Centro – Botucatu/SP


Imagem Ilustrativa
O Corpo de Bombeiros de Botucatu registrou na tarde desta terça-feira, 31, um caso inusitado. Uma moradora de um condomínio na Avenida Dom Lúcio ficou presa dentro de um elevador e precisou ser retirada pela equipe de salvamento.
Os bombeiros conseguiram destravar o mecanismo das portas com o auxílio de um técnico da empresa responsável pelos elevadores do edifício, quando a porta foi totalmente aberta para a saída da moradora.
Segundo informações, a moradora ficou presa no elevador por aproximadamente 1 hora e meia. Quando foi retirada, ela não apresentava nenhum ferimento e passava bem. Participaram do salvamento os Bombeiros Sargento Celestino, Cabo Martins e Soldados Gama e Wesley.
por Acontece

Paciente, de 17 anos, que permanece internado, fez trilha de motocicleta em área de mata na cidade onde foi encontrada ossada de macaco

Lilian Grasiela
Heitor Carvalho
Ana Borges
Estadão Conteúdo
Kevin Drawbaugh/Reuters
Estadão Conteúdo

Mulher encontrou imagens do companheiro abusando da filha em pen drive.
Homem baixava conteúdo pornográfico com crianças, segundo a polícia.

Do G1

A Polícia Civil investiga se o homem que foi preso em flagrante na segunda-feira (30), em Ibitinga (SP), suspeito de abusar sexualmente da enteada, de 6 anos, também repassava conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Segundo o delegado Marcelo Gambi Alves, o suspeito baixava este tipo de material da internet com outros menores.
“Essa é uma linha de investigação. Não sabemos se ele repassava esse conteúdo, mas durante a investigação será apurado”, explica o delegado.
O homem de 53 anos foi preso em flagrante depois que a companheira achou um pen drive escondido no quarto do casal e denunciou o caso à polícia. Ao acessar o conteúdo, a mulher encontrou vários arquivos de pornografia infantil, incluindo vídeos em que o companheiro aparecia abusando sexualmente da filha.
Ainda de acordo com delegado, durante o depoimento, o homem, de 53 anos, indicou o lugar onde tinha acesso a esse tipo de conteúdo. Ele foi enquadrado pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de pornografia infantil.
A polícia localizou o homem em seu local de trabalho e o prendeu em flagrante. "Na delegacia ele confessou os atos libidinosos com a criança, mas negou a prática de penetração com a vítima", explica o delegado Marcelo. A criança passará por exames clínicos que poderão comprovar os abusos. O caso segue em segredo de Justiça.

Paciente morreu na quinta-feira e caso era investigado como febre amarela.
Santa Cruz do Rio Pardo confirmou primeiro caso de febre amarela.

Do G1










O Departamento de Vigilância Epidemiológica confirmou nesta terça-feira (31) o primeiro caso de leptospirose em Jaú (SP) em 2017. De acordo com a Vigilância, o paciente morreu na última quinta-feira (26) na Santa Casa. O caso era investigado como febre amarela, mas o exame do Instituto Adolfo Lutz descartadou a doença como causa da morte.
O paciente, de 31 anos, morava no Mato Grosso do Sul e passou mal durante um passeio em Barra Bonita. Ele foi internado na Santa Casa de Jaú com sintomas de febre amarela mas, em nota, o Departamento informou que o exame apontou resultado positivo para leptospirose.

Santa Cruz do Rio Pardo
A Secretaria de Saúde de Santa Cruz do Rio Pardo (SP) confirmou na segunda-feira (30) o primeiro caso de febre amarela na cidade. De acordo com a Secretaria, o paciente está internado no Hospital das Clínicas de São Paulo e o estado de saúde é estável.
A suspeita é que ele tenha contraído a doença depois de fazer trilha de moto na área rural, onde foi encontrada uma ossada de macaco.
Na zona rural, a doença é transmitida por dois tipos de mosquitos, Haemagogus e Sabethes. Eles pegam o vírus picando animais infectados, principalmente macacos, e podem transmitir para o homem. No ambiente urbano, a doença pode ser transmitida pelo Aedes aegypti, o mesmo transmissor da dengue, zika e chikungunya.
A partir de terça-feira (31), equipes da Saúde percorrerão a área rural da cidade para que os pacientes sejam imunizados com a segunda dose da vacina contra a febre amarela. Já na área urbana, os pacientes devem verificar a data da última dose da vacina contra a doença. Será necessário o reforço aos que tomaram uma única dose há mais de 10 anos.

Sintomas da febre amarela
Os sintomas iniciais da febre amarela incluem febre de início súbito, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas, vômitos, fadiga e fraqueza.

O Ministério da Saúde recomenda a vacinação contra a doença às pessoas que residem ou viajem para regiões silvestres, rurais ou de mata, que são áreas com recomendação da vacina contra febre amarela. De dezembro a maio é o período de maior número de casos com transmissão considerada possível em grande parte do Brasil.
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Penápolis oferece vacinação contra febre amarela gratuitamente (Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde de Penápolis)Minitério da Saúde recomenda vacinação (Foto: Divulgação/Secretaria de Saúde de Penápolis)

Ex-primeira-dama, a mulher de Lula enfrenta acusações na Operação Lava Jato

REDAÇÃO ÉPOCA

Marisa Letícia Lula da Silva é ex-primeira-dama da República e mulher de Luiz Inácio Lula da Silva. Ela está internada em coma induzido, após sofrer um AVC em janeiro de 2017.
Marisa nasceu em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo, em 1950. Começou a trabalhar aos 9 anos de idade, primeiro como babá, depois na fábrica de chocolates Dulcora, onde permaneceu até os 21. Casou-se pela primeira vez com o taxista Marcos Cláudio da Silva e teve um filho, que nunca conheceu o pai: Marcos Cláudio foi assassinado seis meses após o casamento.
A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva, esposa e companheira do ex-presidente (Foto: Leonardo Benassatto/Futura Press/Folhapress)












Em 1973, conheceu Lula no Sindicato dos Metalúrgicos, com quem casou sete meses depois. Os frutos desse relacionamento de mais de 40 anos são os três filhos do casal Fábio, Sandro e Luís Cláudio. O ex-presidente também adotou o primeiro filho de Marisa Letícia, Marcos Lula, na época com 2 anos de idade.
No início da década de 1980, Marisa Letícia liderou a passeata das mulheres em apoio aos sindicalistas presos no Dops no período final da ditadura. Nesse mesmo ano, foi fundado o Partido dos Trabalhadores (PT). Marisa Letícia confeccionou a primeira bandeira do partido.
Durante os pleitos dos anos de 1982, 1986, 1994 e 1998, disputados por Lula, Marisa Letícia pouco aparecia. A mulher do ex-presidente começou a participar mais ativamente das campanhas em 2002, quando Lula se candidatou para a Presidência da República e foi eleito. Marisa tornou-se primeira-dama do Brasil em 1º de janeiro de 2003, posição que ocupou até 2010, ano em que seu marido terminou seu segundo mandato.
Em dezembro de 2016, Marisa Letícia virou ré em uma ação penal da Operação Lava Jato. Ela é acusada de crime de lavagem de dinheiro ao lado do marido. Segundo a denúncia, o casal adquiriu um imóvel com recursos da empreiteira Odebrecht por intermédio de Glaucos da Costamarques, acusado de ser operador da lavagem de dinheiro. Segundo a Lava Jato, Marisa Letícia assinou um contrato fictício com Costamarques em fevereiro de 2011, e há a suspeita de que parte dos recursos desse contrato seja proveniente de propina ao ex-presidente. 
No dia 24 de janeiro de 2017, aos 66 anos, a ex-primeira-dama foi internada no Hospital Sírio-Libanês, na região central de São Paulo,  após ter sofrido um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico, e foi atendida na emergência, em um processo que durou aproximadamente duas horas. De acordo com o chefe da equipe médica que cuida do caso, um aneurisma se rompeu. Marisa Letícia está internada na UTI em coma induzido.


Ao validar as denúncias, a presidente do Supremo Tribunal Carmen Lúcia vai agravar as dores de cabeça do Presidente Michel Temer
ANDRESSA ANHOLETE / AFP / GETTY IMAGES

A presidente do Supremo Tribunal Federal brasileiro validou esta manhã as 77 denúncias da Odebrecht. São mais de 100 os políticos implicados, entre os quais o Presidente Temer, vários ministros, dois ex-PR, dezenas de deputados e senadores. Para aferir a real dimensão do “terramoto”, resta saber se Carmen Lúcia vai levantar o sigilo, tal como o falecido relator Teori Zawascki tinha anunciado


A pesar da trágica morte de Teori Zawascki, juiz relator da operação Lava Jato, há nove dias, a “rentrée” política e judicial no Brasil vai mesmo ser abalada pelas denúncias da Odebrecht. A presidente do Supremo Tribunal, Carmen Lúcia, trabalhou durante este fim de semana na análise dos processos que Teori tinha a seu cargo, quando foi vítima de um acidente de avião.

A partir da “homologação” das denúncias – que passam a valer como “prova” – fica aberto o caminho para o aprofundar das investigações a partir dos mais de 800 depoimentos de funcionários da construtora sobre o esquema de corrupção na Petrobras. Um conjunto de denúncias conhecido como “delação do fim do mundo” porque atinge mais de uma centena de políticos e inclui nomes que vão do atual governo do PSDB e PMDB até responsáveis dos executivos de Lula da Silva e de Dilma Roussef .

O procurador-geral da República Rodrigo Janot terá agora que pedir a investigação do políticos gozam do chamado “foro privilegiado”.

A principal incógnita é saber se Carmen Lúcia leva a herança de Zawascki até ao fim: vai ou não manter o sigilo das denúncias? Além de fixar o fim de janeiro para validar as denúncias dos 77 gestores da construtora, Zawascki já tinha anunciado que iria aceitar o pedido do Ministério Público e levantar o sigilo dos processos.

“Índio” no Senado, “Botafogo na Câmara

A partir de amanhã, fim das férias judiciais, Carmen Lúcia não poderá voltar a apreciar processos da Lava Jato que, em princípio, serão entregues ao substituto de Teori Zawascki. Um substituto que será nomeado por Michel Temer e passar pelo crivo do Congresso, que na quinta-feira vai começar o processo eleitoral para escolher o substituto de Renan Calheiros na presidência do Senado e de Rodrigo Maia na Câmara dos Deputados. Ambos são citados nas denúncias da Odebrecht, sendo conhecidos na lista de pagamentos pelas alcunhas “Justiça” (Calheiros) e “Botafogo” (Maia). O presidente da Câmara dos Deputados já anunciou que vai candidatar-se à reeleição. No Senado, um dos candidatos apontados para suceder a Renan é o senador Eunício Oliveira, também do PMDB e conhecido por Índio na folha de subornos das construtora.

As três fugas de informação cujo conteúdo chegou aos jornais no início de dezembro visaram sobretudo as cúpulas do PMDB, o partido de Temer, e do PSDB. Embora na altura ainda não validadas, as declarações do ex-presidente de Relações Internacionais da Odebrecht Cláudio Melo Filho davam conta que a empresa pagou pelo menos 88 milhões de reais (cerca de 26,1 milhões de euros) para financiar quase meia centena de políticos. Valor que engloba desde doações legais a pagamentos por “saco azul” e subornos feitos entre 2006 e 2014.

Ao receber um total de 51,1 milhões de reais (15,17 milhões de euros), dos quais 45,1 milhões de reais (13,38 milhões de euros) via “caixa 2” (a designação brasileira para saco azul), o PMDB de Michel Temer foi o principal beneficiado. Mais do que o dobro atribuído ao PT, 22,8 milhões e 9,7 milhões de reais, respeticamente 6,76 milhões e 2,88 milhões de euros.

TEMER, CALHEIROS E SERRA

O ex-gestor da Oebrecht acusou Michel Temer de ter recebido ilegalmente 10 milhões de reais (2,96 milhões de euros) para a sua campanha de 2014. Na lista de pagamentos estarão também o próprio presidente do Senado Renan Calheiros e o senador e ex-ministro de Temer, Romero Jucá. Um rol que inclui ainda o ex-ministro Geddel de Lima, os atuais Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Privatizações), entre outras figuras de primeiro plano.

Quanto ao PSDB, o atual ministro dos Negócios Estrangeiros José Serra terá recebido 23 milhões de reais (6,8 milhões de euros) e o senador e ex-candidato presidencial Aécio Neves teria as despesas pagas pela construtora.

Michel Temer poderá não ser julgado dado que os alegados crimes terão ocorrido ainda antes de exercer funções presidenciais, mas o mesmo preceito poderá não ser aplicado para outros políticos no ativo ou reformados.


Nenhum dos países de onde eram naturais os terroristas a bordo dos aviões suicidas do 11 de setembro foi alvo de restrições por parte da Administração Trump
SARA K. SCHWITTEK / REUTERS

As estatísticas contrariam o Presidente dos EUA. Desde 1975, nenhum norte-americano foi morto nos Estados Unidos por um terrorista dos sete países visados pelo seu polémico decreto


O Presidente dos Estados Unidos justificou a suspensão por 90 dias da emissão de vistos a nacionais de sete países de maioria muçulmana com a necessidade de reforçar a segurança nacional reduzindo a ameaça terrorista. A convicção de Donald Trump é, porém, contrariada pelas estatísticas.
Um relatório do CATO Institute divulgado a 13 de setembro de 2016 – quando Trump ainda lutava pela nomeação republicana às presidenciais –, alerta para o facto de, entre 1975 e 2015, o número de cidadãos norte-americanos mortos em território dos EUA por nacionais de Iraque, Irão, Líbia, Somália, Sudão, Síria e Iémen – os sete países visados pela decisão de Trump – ser... zero.
Entre 1975 e 2015, nos Estados Unidos, foram assassinadas nos 3024 pessoas às mãos de “terroristas estrangeiros que entraram no país, como imigrantes ou turistas” – 98.6% dos quais no 11 de Setembro.
Porém, nenhum dos países de que eram naturais os terroristas a bordo dos quatro aviões suicidas foi alvo de restrições por parte da Administração Trump: Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Egito e Líbano.
Leia mais sobre este tema na edição do Expresso do próximo sábado.


Agência Brasil

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, recebeu nesta terça-feira (31) prefeitos e vice-prefeitos de 15 municípios que vieram pedir celeridade da Corte na apreciação de ações envolvendo os entes municipais. Durante a reunião, eles entregaram uma carta com 12 temas prioritários para as prefeituras que dependem de decisões do Judiciário. O objetivo é conseguir um alívio financeiros aos municípios.
A reunião foi agendada em dezembro do ano passado, quando integrantes da Frente Nacional de Prefeitos (FNP) se reuniram com Cármen Lúcia. Entre os temas destacados estão a judicialização da saúde, questões de educação envolvendo vagas em creches, ações que tratam do pagamento de precatórios e a regulamentação do acesso a depósitos judiciais.
Aos prefeitos, Cármen Lúcia disse que irá priorizar a entrada desses processos na pauta da Corte, assim que os relatores das ações liberarem o voto. “A presidente nos prometeu que, assim que o relator der o seu voto, ela vai priorizar a entrada em pauta desses processos. Ela informou ainda que dos cerca de 700 mil processos tramitando no tribunal 11 mil dizem respeito a municípios”, disse o presidente da FNP e ex-prefeito de Belo Horizonte (MG), Márcio Lacerda.
No que diz respeito a judicialização da Saúde, quando juízes proferem sentenças obrigando os municípios a custearem tratamentos de saúde de alta complexidade, Lacerda disse que Cármen Lúcia vai orientar os magistrados para que acionem primeiro a União, antes dos municípios. 
“A judicialização da Saúde vem impondo custos cada vez mais crescentes aos municípios, com juízes definindo sentenças sem o conhecimento das implicações financeiras e até de saúde. Carmen Lúcia vai orientar nesse sentido para que seja chamada primeiro a União, em segundo lugar o estado e depois os municípios. Não é justo que a União não assuma esses gastos adicionais impostos só aos municípios”, disse.
Os prefeitos também querem assegurar o acesso aos depósitos judiciais para conseguir um alívio das contas e negociar com o Judiciário uma alteração no prazo para o pagamento de precatórios. No ano passado, o STF fixou em cinco anos o prazo máximo para que os municípios quitem essas dívidas. “O prazo de cinco anos máximo definido pelo STF para que seja pago em muitos casos é impraticável”, afirmou Lacerda.
Além do presidente da FNP, participaram da reunião os prefeitos de Aracaju (SE), Belém (PA), Campinas (SP), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Macapá (PA), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Salvador (BA) e Vitória (ES). As prefeituras de Porto Alegre (RS) e João Pessoa (PB) foram representadas pelos vice-prefeitos.
Jornal do Brasil

No início da tarde desta terça-feira (31), o empresário Eike Batista deixou a Penitenciária Bandeira Stampa, no complexo de Gericinó, Zona Oeste do Rio, e foi encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal, na Praça Mauá. Eike vai prestar depoimento sobre as acusações de pagamento de propina a políticos, investigadas pela Operação Eficiência. O advogado de Eike, Fernando Martins, afirmou nesta tarde que "a princípio não há possibilidade" do empresário fazer delação.
Na porta da superintendência, populares gritavam "ladrão!" e exibiam cartazes com críticas a Eike Batista.
O empresário está preso preventivamente desde segunda-feira (30). O empresário acusado de pagar propina ao ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral para se beneficiar com contratos públicos, será ouvido pela Delegacia de Combate a Corrupção e Crimes Financeiros (Delecor).
Eike Batista é levado para prestar depoimento à Polícia Federal 
Eike Batista é levado para prestar depoimento à Polícia Federal 
Eike Batista foi transferido, no início da tarde de segunda-feira (30), do presídio Ary Franco para Bangu 9. Já com a cabeça raspada, o empresário foi colocado na viatura da Polícia Federal, rumo ao Complexo Penitenciário de Gericinó. A unidade de Bangu 9 é destinada aos presos sem curso superior.
Eike Batista havia sido levado ao presídio Ary Franco (onde se faz a triagem), em Água Santa, na Zona Norte do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira. Ele desembarcou no Aeroporto Internacional Tom Jobim às 9h45, e foi recebido pela Polícia Federal, que o levou para exames no Instituto Médico Legal (IML). Em seguida, foi encaminhado ao presídio. Ele cumprirá prisão preventiva decretada pela Justiça. O empresário estava em Nova York e era considerado foragido pela Interpol.
Eike Batista viajou para os Estados Unidos dias antes de ser deflagrada a Operação Eficiência (desdobramento da Calicute), que tinha ele como principal alvo. A Justiça decretou sua prisão preventiva, sob acusação de corrupção, lavagem de dinheiro e fraude em licitações de obras públicas no Rio de Janeiro. De acordo com a investigação, o empresário teria pagado propinas ao ex-governador Sérgio Cabral. 
Panamá
Um objeto das investigações é o pagamento de uma propina de US$ 16,5 milhões ao ex-governador por Eike Batista e do advogado Flávio Godinho, do grupo EBX, usando a conta Golden Rock no TAG Bank, no Panamá. Esse valor foi solicitado por Sérgio Cabral a Eike Batista no ano de 2010, e para dar aparência de legalidade à operação foi realizado em 2011 um contrato de fachada entre a empresa Centennial Asset Mining Fuind Llc, holding de Batista, e a empresa Arcadia Associados, por uma falsa intermediação na compra e venda de uma mina de ouro. A Arcadia recebeu os valores ilícitos numa conta no Uruguai, em nome de terceiros mas à disposição de Sérgio Cabral.
Eike Batista, Godinho e Cabral também são suspeitos de terem cometido atos de obstrução da investigação, porque numa busca e apreensão em endereço vinculado a Batista em 2015 foram apreendidos extratos que comprovavam a transferência dos valores ilícitos da conta Golden Rock para a empresa Arcádia. Na oportunidade os três investigados orientaram os donos da Arcadia a manterem perante as autoridades a versão de que o contrato de intermediação seria verdadeiro.

“De maneira sofisticada e reiterada, Eike Batista utiliza a simulação de negócios jurídicos para o pagamento e posterior ocultação de valores ilícitos, o que comprova a necessidade da sua prisão para a garantia da ordem pública”, frisam os nove procuradores corresponsáveis por esta Operação.
Jornal do Brasil

Os advogados de defesa do ex-governador Sérgio Cabral teriam citado o senador Eunício Oliveira (PMDB-CE) e o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, em petições apresentadas à Justiça Federal, com o objetivo de tentar levar o processo para tribunais superiores. Eunício é o principal candidato à Presidência do Senado, cuja eleição acontece nesta semana. As informações são do O Globo.
Com relação a Eunício, o caso diz respeito à suposta propina de R$ 2 milhões a Cabral que teria sido disfarçada de doação da Andrade Gutierrez ao Diretório Nacional do PMDB na eleição de 2010. 
Advogados de Cabral citam Eunício Oliveira para tentar levar processo ao STF
Advogados de Cabral citam Eunício Oliveira para tentar levar processo ao STF

O pagamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e o recibo foi assinado pelo senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), que tem foro no STF e era o tesoureiro do partido na ocasião.

Após delação, senador será investigado por suspeita de receber dinheiro desviado em obra



Após as delações da Odebrecht, a Procuradoria-Geral da República deve pedir nos próximos dias ao STF que um inquérito sobre o senador e presidente do PSDB, Aécio Neves, seja aberto. A acusação é de que o tucano teria recebido dinheiro das empreiteiras que fizeram as obras da Cidade Administrativa em Minas Gerais: entre elas a Odebrecht, OAS e Andrade Gutierrez. As informações são do Buzzfeed.
O fato veio à tona após a delação da Odebrecht, que inclusive, deve fazer com que a Andrade Gutierrez seja chamada novamente, já que não havia revelado os pagamentos destinados a Aécio em seu acordo de delação. Na delação da OAS, o empreiteiro Léo Pinheiro contou que realizou repasses a Oswaldo Borges da Costa Filho, o Oswaldinho, apontado como operador e tesoureiro informal das campanhas de Aécio entre 2002 e 2014.
PGR deve pedir abertura de novo inquérito contra Aécio Neves
PGR deve pedir abertura de novo inquérito contra Aécio Neves
De acordo com o depoimento de Pinheiro, cujo acordo de delação foi suspenso no ano passado pelo STF, 3% era o montante da propina paga aos tucanos pela obra mineira. Apesar de ter sido orçada em R$ 500 milhões, a Cidade Administrativa custou aproximadamente R$ 2,1 bilhões, sendo a obra mais cara feita pelo então governador Aécio Neves, que comandou Minas Gerais entre 2003 e 2010.
O recebimento de recursos a partir das obras da Cidade já havia sido um dos pontos de acusação do empresário Léo Pinheiro, da OAS, na tentativa de fechar um acordo de delação premiada com a PGR.
Após vazamento de seus anexos (tópicos sobre o que pretende delatar), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, suspendeu a delação. Até hoje o empresário aguarda que as negociações sejam retomadas.
A Procuradoria-Geral da República já investiga Aécio devido à chamada lista de Furnas e por supostamente ter maquiado dados da CPI dos Correios para evitar que o Banco Rural fosse ligado ao mensalão mineiro. O senador nega ambas as acusações.
Em resposta ao site, o PSDB-MG enviou uma nota afirmando que “desconhece a suposta decisão da PGR e rechaça as também supostas acusações em relação ao senador Aécio Neves”.
Leia a nota na íntegra:
“Trata-se de assunto requentado. O PSDB MG desconhece a suposta decisão da PGR e rechaça as também supostas acusações em relação ao senador Aécio Neves. O partido informa que os valores citados estão equivocados. Nunca houve um orçamento no valor de R$ 500 milhões. Tal cifra surgiu apenas como estimativa, sem estar amparada em projeto ou orçamento, quando da primeira ideia de construção de outro projeto em outro local. Informa também que o valor licitado da obra foi de R$ 949.371.880,50. O PSDB MG contesta insinuação de irregularidade e informa que o edital da licitação foi previamente apresentado ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas e todos os procedimentos foram acompanhados e auditados por empresa externa ao Estado contratada via licitação. Informamos ainda que o senhor Oswaldo Da Costa nunca teve atuação informal nas campanhas do PSDB com as quais colaborou, tendo sempre atuação formal e conhecida na arrecadação de recursos nas campanhas do PSDB.”

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