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Estadão Conteúdo

Sergio Firmino Soares, Silvia Regina Fróes e Lorena Defende descobriram atividades por conta própria que auxiliaram psicologicamente no tratamento

Aurélio Alonso
Polícia Militar/Divulgação
Dois veículos colidiram cruzamento das ruas Virgílio Malta e Joaquim da Silva Martha
Pelo menos uma pessoa ficou ferida em um acidente registrado, no início da manhã deste domingo, no cruzamento das ruas Virgílio Malta e Joaquim da Silva Martha, no Altos da Cidade, em Bauru. Por conta da colisão, o Fiat Uno prata de Bauru e o Fiat Uno cinza de Botucatu ficaram destruídos.

As polícias Militar e Civil ainda não têm informações sobre a gravidade dos ferimentos sofridos pela vítima, nem em qual veículo ela estava. Segundo a PM, profissionais do Grupo de Orientação ao Trânsito (GOT) da Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb) foram acionados para sinalizar o trecho e providenciar a limpeza da via.

A batida ocorreu por volta das 6h deste domingo e um dos carros foi conduzido ao Pátio Bauru. 
por Ana Clara Marinho

(Foto: Ana Clara Marinho/ TV Globo)
Ilha Rata

O mergulho foi feito na região da Ilha Rata

Uma turista da cidade de Avaré, em São Paulo, morreu depois de um mergulho autônomo em Fernando de Noronha neste domingo (30). A  visitante, que tinha 52 anos de idade, passou mal após fazer um mergulho para iniciantes, o chamado batismo, na região da Ilha Rata. A mulher mergulhou acompanhada por um instrutor a uma profundidade de cerca de 10 metros. Segundo informações de testemunhas, depois que retornou a superfície a turista apresentou dificuldades para respirar. Ela estava com o marido, que é enfermeiro, e o enteado, que é médico, os dois fizeram os primeiros socorros  com apoio da equipe de instrutores que estavam a bordo.

Todos os procedimentos de reanimação foram realizados. A visitante foi levada para o Hospital São Lucas, recebeu atendimento, mas não resistiu. A suspeita é que a turista tenha sofrido um infarto. O corpo será transferido para São Paulo de avião ainda neste domingo.

Mergulho

Muitos turistas que visitam Fernando de Noronha fazem o mergulho autônomo, prática considerada segura e tem poucos registros de problemas. No ano de 2012 um turista  de 27 anos de idade, também de São Paulo, morreu após o batismo na Ilha Rata.
Por Acontece
Reprodução/Facebook
Reprodução/Facebook
A enfermeira de Avaré Simone Barros Souza, de 52 anos, morreu na manhã deste domingo, dia 30,  após um batismo de mergulho em Fernando de Noronha. Pelas redes sociais amigos lamentaram o acidente na ilha pernambucana.
Simone, que segundo informações de sua página no Facebook, trabalhava na Faculdade de Medicina de Botucatu, passou mal após fazer um mergulho para iniciantes, o chamado batismo, na região da Ilha Rata. Ela estava acompanhada de um instrutor a uma profundidade de 10 metros.
“Hoje o céu está em festa mas nós estamos com coração em pedaços uma mulher guerreira e animada para tudo que Deus o receba em seu reino de glória e conforte a todos”, disse a internauta Dalete, amiga de Simone.
“Simone era um anjo de pessoa descanse em paz e que Deus conforte a família Meus sentimentos à todos”, expressou Silvia, outra amiga da enfermeira.
“Notícia triste,era uma profissional e tanto,uma excelente pessoa,descanse em paz”, lamentou na fanpage do Acontece Botucatu a internauta Roh Lopes, após a divulgação na notícia no início da tarde.
Segundo informações de testemunhas, depois que retornou a superfície Simone apresentou dificuldades para respirar. Ela estava com o marido, que é enfermeiro e o enteado, que é médico, os dois fizeram os primeiros socorros  com apoio da equipe de instrutores que estavam a bordo.
Todos os procedimentos de reanimação foram realizados. A visitante foi levada para o Hospital São Lucas, recebeu atendimento, mas não resistiu. A suspeita é que a turista tenha sofrido um infarto. O corpo será transferido para São Paulo de avião ainda neste domingo.
Mergulho
Muitos turistas que visitam Fernando de Noronha fazem o mergulho autônomo, prática considerada segura e tem poucos registros de problemas. No ano de 2012 um turista  de 27 anos de idade, também de São Paulo, morreu após o batismo na Ilha Rata.
Com informações do G1

Mulher de 29 anos também ficou ferida; os dois foram socorridos. 
Polícia Militar de Agudos foi acionada, mas suspeito conseguiu fugir.

Do G1 Bauru e Marília

Um homem de 47 anos ficou gravemente ferido depois de ser atacado com uma machadinha pelo ex-namorado de sua amiga. A mulher de 29 anos também ficou ferida no braço e na cabeça. De acordo com a Polícia Militar, a agressão ocorreu quando o suspeito viu os dois juntos na madrugada deste sábado (29), no centro de Agudos (SP).
A Polícia Militar foi acionada, mas o suspeito conseguiu fugir. O homem que recebeu golpes na cabeça e no pescoço foi socorrido em estado grave para o Hospital de Base. Segundo o hospital ele teve lesões na cabeça e na traqueia.
A mulher foi socorrida para o pronto-socorro de Agudos com uma fratura exposta no braço. Ela passou por uma cirurgia e fará tomografia de avaliação no Hospital de Base de Bauru. O quadro dela é estável.
O caso foi registrado e será investigado. A polícia procura pelo suspeito.

Jovem de 22 anos bateu moto contra uma árvore caída na via em Jaú, na madrugada deste sábado

Marcus Liborio
Paula Laboissière/Agência Brasil
Estadão Conteúdo


Refugiados em ParisImage copyrightDANIELA FERNANDES/BBC BRASIL
Image captionRefugiados montaram acampamentos em estações de metrô, entre outros locais
O desmonte do acampamento de imigrantes conhecido como "Selva" nesta semana, em Calais, no norte da França agravou a crise de refugiados em Paris, aumentando o número de pessoas que vivem nas ruas da capital francesa.
Segundo a secretária de Segurança de Paris, Colombe Brossel, entre 1,5 mil e 2 mil migrantes vindos de Calais teriam se instalado nos últimos dias no norte de Paris, onde ficam em acampamentos improvisados, com barracas ou em colchões nas ruas.
Eles se juntaram aos cerca de mil imigrantes que já vivem nas ruas dessa área da capital há cerca de um mês.
A maioria vem de países como Afeganistão, Eritreia, Sudão e Chade. Os imigrantes que estavam em Calais aguardavam uma oportunidade para cruzar o Canal da Mancha e se estabelecer no Reino Unido.
Estimativas de ONGs como o Escritório de Acolhida e de Acompanhamento de Imigrantes sugerem que pelo menos 3 mil pessoas estariam vivendo atualmente nas ruas de Paris - a maioria homens jovens. Mas não há números oficiais.
Eles se concentram em uma área da cidade ao longo da Avenida Flandre, próxima às estações de metrô Stalingrad e Jaurès, perto do Parque de la Villette, e também em parte do canal Saint-Martin. A prefeitura instalou banheiros e torneiras de rua nas proximidades.
Acampamentos de refugiados em ParisImage copyrightDANIELA FERNANDES/BBC BRASIL
Image captionO governo instalou banheiros e torneiras públicas próximo aos acampamentos
A região passou a ser associada a uma "favela" por muitos moradores do bairro. Alguns dos residentes se dizem exasperados, enquanto outros admitem se tratar de um drama humanitário.
A secretária municipal de Segurança admitiu que o fechamento do campo em Calais provocou aumento no número de moradores das ruas parisienses.
"Desde o início desta semana, o acampamento em Paris está crescendo com pessoas que certamente vêm de Calais", afirmou.

Transferência

Ao desmontar, nesta semana, o acampamento em Calais, considerado a maior favela da Europa, o governo francês transferiu milhares de imigrantes para Centros de Acolhimento e de Orientação espalhados por todo o país. Paris foi excluída da operação justamente por já enfrentar problemas para abrigar os refugiados.
Mas muitos optaram por escapar do controle das autoridades e ir a Paris com o objetivo de retornar a Calais quando a situação se acalmar, para tentar entrar ilegalmente na Inglaterra.
Outros evitaram os centros de acolhimento porque temem ser expulsos e reenviados aos países por onde entraram na Europa e onde tiveram que deixar suas impressões digitais. Grécia e Itália são os mais comuns, e nesses casos eles seriam obrigados a pedir asilo nestes países, conforme estipula o acordo de Dublin.
O governo francês assegurou, no entanto, que a solicitação de asilo poderia ser feita na França, apesar da entrada ter ocorrido em outro país europeu.
Dados oficiais do governo apontam que cerca de 6,5 mil pessoas viviam na "Selva" em Calais. Já ONGs estimavam o número em mais de 8 mil. De acordo com o ministério do Interior, a maioria - cerca de 5,6 mil - foi transferida para abrigos em todo o país.

Medo

Acampamentos de refugiados em ParisImage copyrightDANIELA FERNANDES/BBC BRASIL
Image captionCerca de 2 mil pessoas vivem nessa situação, segundo autoridades municipais
A BBC Brasil conversou com inúmeros imigrantes de diferentes nacionalidades nos acampamentos em Paris.
Questionados sobre a passagem por Calais, muitos negam e preferem afirmar que teriam vindo da Itália e chegado a Paris há algumas semanas.
"As pessoas têm medo de dizer a alguém que estavam em Calais. Eles não sabem se a pessoa é da polícia ou trabalha para o governo", disse Alamin, um imigrante do Sudão que dorme nas ruas em Paris há cerca de um mês.
Alamin afirma ser jornalista e ter deixado o Sudão após o fechamento do jornal para o qual trabalhava. Ele conta ainda que sofria perseguição política. Com um livro na mão, mostra com orgulho sua carteira de membro da biblioteca do bairro e diz que veio à França para estudar.

Polícia

O temor dos imigrantes foi reforçado com uma operação policial realizada nesta sexta-feira para verificar a situação administrativa de pessoas nos acampamentos.
O aumento recente no número de pessoas nesses locais em Paris é evidente para quem trabalha na ajuda aos refugiados. Associações que oferecem ajuda alimentar aos imigrantes, por exemplo, afirmam que o volume de refeições distribuídas cresceu nos últimos três dias.
"Faz dois anos que essa área é uma vergonha. O acampamento foi aumentando progressivamente e nos últimos seis meses sempre há muita gente. Isso aqui é um mini-Calais, é uma catástrofe humanitária", diz a francesa Florence Roy, que auxilia os imigrantes e realiza um documentário sobre o problema.
"Não é possível dizer que ninguém veio de Calais nos últimos dias, mas isso não é um fenômeno novo", diz Roy.
Em pouco mais de um ano, cerca de 30 acampamentos em Paris já foram desmontados pelas autoridades - a grande maioria na região norte da cidade.
O último foi em setembro, quando cerca de 2 mil pessoas foram retiradas do mesmo local onde há hoje um novo acampamento. Isso porque logo após as operações de expulsão, os imigrantes retornam a essas regiões.
Nos últimos meses, os acampamentos têm se formado rapidamente e cada vez com mais pessoas.
Segundo o governo, desde o agravamento da crise de refugiados entre 50 e 80 imigrantes chegam diariamente a Paris.

Primeiro centro

Autoridades municipais e o governo francês têm discursos distintos em relação ao que ocorre em Paris atualmente.
A prefeitura afirma que "há incontestavelmente um fluxo importante de imigrantes em Paris nos últimos dias". Já a ministra da Habitação, Emmanuelle Cosse, declarou que não há "chegadas maciças" de pessoas que estavam em Calais.
Nos próximos dias, a prefeitura de Paris irá abrir o primeiro abrigo para imigrantes na cidade. Mas a capacidade do local, de 400 pessoas, já está defasada em relação ao número de imigrantes nas ruas.
O ministro do Interior, Bernard Cazaneuve, declarou nesta sexta-feira que o acampamento em Paris será desmontado em breve, mas não estipulou um prazo.
Cazeneuve ressaltou que o acampamento em Paris não teria crescido por causa do desmantelamento da "Selva", mas reconheceu que alguns podem ter saído de Calais e se instalado na capital.
Tremores são consequências do evento sísmico registrado no dia 24 de agosto, em Amatrice, que causou a morte de 298 pessoas

Agência Brasil
                                                                                                                                     Leggi il Firenzepost / Wikimedia
A cidade de Amatrice, em Itália, devastada após o terramoto, em agosto
A cidade de Amatrice, em Itália, devastada após o terramoto, em agosto


Um novo terremoto, de 4,2 graus na escala Richter, atingiu a região central da Itália neste sábado (29), informou o Instituto Nacional de Geofísica e Vulcanologia (INGV). As informações são da agência Ansa.
Com epicentro em Perugia, o tremor foi sentido também na região de Marcas e nas pequenas cidades que foram afetadas pelos dois grandes sismos da última quarta-feira (26). Apesar de não terem sido registradas mortes, as constantes réplicas do tremor de quarta continuam a assustar os moradores da região. Segundo o INGV, quase mil réplicas já foram verificadas na região até o momento – sendo as acima de 4 graus as mais fortes.
Especialistas afirmam que os tremores serão constantes e que são consequências do evento sísmico registrado no dia 24 de agosto, em Amatrice, que causou a morte de 298 pessoas.
Carolina Gonçalves, Pedro Peduzzi e Ana Cristina Campos – Agência Brasil
Brasília - Presidente Michel Temer ao lado dos presidentes Cármen Lúcia, do STF, e Renan Calheiros, do Senado Federal, durante reunião sobre segurança pública no Itamaraty. Na foto, o ministro da Justiça, Alexan
Brasília - Presidente Michel Temer ao lado dos presidentes Cármen Lúcia, do STF, e Renan Calheiros, do Senado Federal, durante reunião sobre segurança pública no Itamaraty. Na foto, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes cumprimenta Renan Calheiros Beto Barata/PR

























Primeiro a se manifestar depois do encontro entre os chefes dos Três Poderes da República, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse que a reunião marcada para tratar de problemas de segurança pública serviu também para que o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF) superassem a crise entre os dois Poderes.

“Aproveito a oportunidade para dizer que tenho muito orgulho de ser presidente do Congresso Nacional no exato momento em que a presidente Carmén Lúcia é presidente do STF. Ela é o exemplo do caráter que identifica o povo brasileiro”, afirmou.

Esta semana, Renan e a ministra se desentenderam publicamente por causa da Operação Métis da Polícia Federal. Renan criticou a operação, que fez buscas na sede da polícia legislativa e acabou criticando o juiz que autorizou a ação e o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes. A ministra reagiu a manifestação do senador afirmando que tomava para si qualquer ofensa a juízes.

A cena de Renan e Cármem Lúcia entrando lado a lado para o encontro já sinalizava a trégua entre os dois chefes de Poder. "A reunião foi muito boa, produtiva e precisa ser repetida".

Mesmo antes da reunião, Temer tentou amenizar o clima entre os dois e chegou a afirmar que há um “ambiente de harmonia decretado” e que as questões que surgem nestas relações entre os Poderes são resolvidas pouco a pouco.

Segurança Pública

A pauta oficial da reunião divulgada pelo Palácio do Planalto era segurança pública. A ideia é que os três Poderes construam um pacto nacional para a área, na busca por soluções aos problemas do setor recentemente registrados em estados como Rio Grande do Norte, Maranhão, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. 

Responsabilidade dos estados, a área, segundo havia antecipado o presidente Michel Temer, vive um momento de “angústia” que exige o envolvimento dos três Poderes. Mesmo com a reunião do alto escalão, o tema ainda vai ser debatido com governadores e secretários da área.

Coube ao ministro da Defesa, Raul Jungmann, falar sobre o pacto. “Renan ainda propôs a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a participação do crime organizado nas eleições. E a presidente do STF propôs a criação de uma base de dados única para que pudesse exatamente saber qual a realidade prisional do crime e do delito no país”, apontou o ministro.

Outra proposta veio do procurador-geral da República, Rodrigo Janot, que defende acordos firmados com países vizinhos, integrantes do Mercosul, para permitir detenções fora das fronteiras do Brasil. Segundo Jungmann, este acordo já existe e precisaria apenas ser implementado.

Jungmann anunciou que serão criados grupos de trabalho, que serão coordenados por Janot com representantes da Defesa, Justiça e Segurança Institucional. Reuniões no mesmo modelo da realizada hoje ocorrerão periodicamente. “O ministro da Justiça apresentou uma proposta cooperativa e o desdobramento será colocar para os governadores e secretários de Segurança Pública para promover o desenvolvimento desta proposta. Têm propostas abrangendo temas como droga, armas, processos, Código Penal”, exemplificou.

O ministro da Defesa defendeu, como forma de diminuir a superlotação dos presídios, a aplicação de penas alternativas para crimes menos violentos.

“Além disso, [falamos sobre] a necessidade de fazer com que as prisões sejam de melhor qualidade. Quero dizer o seguinte: Quem está fora [e cometeu crimes] ir para dentro da prisão e quem está dentro da prisão sem ter cometido crime doloso contra a vida e sem porte de armas pode pegar penas alternativas, reduzindo o sistema penitenciário".

Sobre violência policial,  Jungmann mencionou de se reduzir os assassinatos cometidos por agentes da corporação e também de policiais.

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