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POR JEAN MADRID

Bandidos destruíram a vitrine e levaram diversos produtos


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A VITRINE DA LOJA FICOU TOTALMENTE DESTRUÍDA

No início da manhã desta quinta-feira (29), bandidos furtaram uma loja de roupas na Avenida Dom Lúcio na região central de Botucatu. Os bandidos levaram diversas peças de roupas do estabelecimento.
Segundo informações da PM, quatro pessoas chegaram ao local em um Golf prata, em torno das 05h30. A vitrine foi estourada com um estilingue. Nas primeiras horas da manhã ainda era possível encontrar diversas peças de roupas no chão e na calçada. A fachada de vidro da loja ficou totalmente destruída.
A Polícia Militar e Guarda Municipal estiveram no local, ainda não se sabe a quantidade de peças de roupas furtadas, a Polícia Civil vai investigar o caso.
Rafaela Oliveira Silva, funcionária da loja, conta que a princípio todos pensaram que teria sido apenas uma pedra na vitrine. “A empresa do alarme entrou em contato com o proprietário e a gente pensou que tinham quebrado a vitrine, mas quando chegamos à loja vimos que se tratava de furto mesmo. Foi um susto muito grande”, afirma.
O trabalho nessa manhã está concentrado em limpar a sujeira que restou e contabilizar os prejuízos. “A gente está estimando um prejuízo em torno de R$ 45 mil. Essa é a primeira vez que passamos isso, mas é uma sensação horrível”, destaca Rafaela.

Dessa vez o pedido foi protocolado por Gustavo Bilo, candidato a vice de Daniel do Carvalho, ambos do PSOL

Gustavo Bilo esteve no Cartório Eleitoral protocolando pedido
GUSTAVO BILO ESTEVE NO CARTÓRIO ELEITORAL PROTOCOLANDO PEDIDO

Na tarde de quinta-feira (29) Gustavo Bilo, candidato a vice de Daniel de Carvalho, ambos do PSOL, protocolou no Cartório Eleitoral um pedido de cassação da coligação “Botucatu Mais Forte”, cujo candidato a prefeito é Mário Pardini (PSDB) e o vice André Peres (PCdoB).
“Esse é um pedido de impugnação e cassação da coligação Botucatu Mais Forte, que é do PSDB, PCdoB e tantos outros partidos, pelo apoio que eles receberam de um pastor que também é filiado a um partido da coligação. Foi feito um jornal onde pedem apoio para o candidato a vice André Peres. Nós estamos respaldados pela lei eleitoral que diz que isso é proibido”, afirma Gustavo Bilo.
A publicação chegou aos candidatos do PSOL através de militantes. Uma cópia foi anexada junto ao processo protocolado no Cartório Eleitoral. “Um colaborador  da nossa campanha, que pertence a uma igreja teve acesso ao jornal e veio mostrar para a gente porque ele ficou indignado que as pessoas estavam misturando religião com política. A partir daí trabalhamos para montar esse processo e acabamos de protocolar”, afirma.
Bilo cita um caso parecido que ocorreu na cidade de Bauru, o que o faz acreditar na aceitação do pedido. “Agora é aguardar a decisão do juiz. Já houve caso semelhante em Bauru nas eleições passada, onde um candidato foi cassado por receber apoio da igreja. Bauru já tem jurisprudência em relação a isso”, finaliza.
Fonte: Diariobotucatu

Reinaldinho (PR) alega abuso de poder político e econômico por parte do candidato Mário Pardini (PSDB)

Mário Pardini é candidato a prefeito pelo PSDB

A coligação que tem Reinaldo Mendonça Moreira, o Reinaldinho (PR) como candidato a prefeito e Lelo Pagani como vice, pediu no início da noite desta quarta-feira (28) a cassação do registro da candidatura de Mário Pardini (PSDB), sob alegação de abuso de poder econômico/poder político, devido ao fato do candidato ter tido acesso a um prédio público que estava em obras e fazer divulgação nas redes sociais.
O juiz eleitoral Josias Martins de Almeida Júnior ainda não se manifestou sobre o caso.
A equipe jurídica da campanha de Mário Pardini afirmou, através do advogado Júnior Cury, que ainda não foi notificada e que por isso não pode emitir nenhum parecer sobre o assunto. “Assim que formos notificados vamos avaliar o conteúdo do pedido”, frisa.
A reportagem segue acompanhando o desenrolar dessa história.
Reuters


Pilar Olivares/Reuters

Banco do Brasil

SÃO PAULO (Reuters) - O Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal vão precisar de aporte do governo federal em 2018 para se manterem dentro de regras regulatórias, se nada for feito para corrigir a condição atual, disse nesta quarta-feira um analista da Fitch.
Nascimento disse que algumas medidas já têm sido tomadas por ambos os bancos, como pagar um volume menor de dividendos aos acionistas. Mas o BB também pode ter que vender sua fatia no argentino Banco Patagonia, enquanto a Caixa pode ter que se desfazer da participação no Banco Pan, do qual tem 40 por cento do capital."Algumas medidas podem ser adotadas para impedir isso, como a venda de alguns ativos para levantar recursos", disse Raphael Nascimento, analista de instituições financeiras da Fitch, durante apresentação a profissionais do mercado financeiro.
No mês passado, o BB anunciou que está avaliando uma oferta pública de ações que detém no Banco Patagonia.
Segundo Nascimento, os grandes bancos privados do país estão numa situação comparativamente mais confortável, dado que cresceram menos nos últimos anos e ainda mantêm níveis de rentabilidade adequados.
De todo modo, a Fitch prevê que a piora do perfil de crédito de todo o sistema ainda leva algum tempo para ser revertida, dado o cenário econômico adverso do país. Para Nascimento, os índices de inadimplência do setor bancário no país vão continuar crescendo até o final de 2017.
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SOBERANO
Alguns dos principais indicadores considerados pela Fitch Ratings para dar suporte à nota soberana do Brasil tendem a se estabilizar a partir de 2017, disse nesta quarta-feira o diretor da agência de classificação de risco no país, Rafael Guedes.
"Nossos analistas dizem que está havendo uma estabilização", afirmou Guedes em apresentação a profissionais do mercado financeiro durante evento em São Paulo.
Entre os indicadores do Brasil que a Fitch vê tendência de convergência para níveis semelhantes aos de países com a mesma nota pela agência, estão os de crescimento do PIB e de inflação.
A Fitch também previu que o déficit fiscal primário está se estabilizando na casa dos 2,6 por cento do PIB.
"Houve uma piora cíclica muito forte e rápida, mas isso agora está se estabilizando", disse Guedes mais tarde à Reuters. "Agora é lidar com os problemas estruturais."
A nota soberana atual do Brasil pela Fitch é BB, com perspectiva negativa. Desde 2015, o rating brasileiro pela agência foi reduzido três vezes.
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(Por Aluísio Alves)

STF discute nesta 4ª se estado deve garantir remédios de alto custo.
Cerca de 30 pessoas participaram do ato, que foi pacífico.

Do G1 Bauru e Marília










Um grupo realizou em frente a prefeitura de Marília (SP) um protesto para pedir a distribuição, pelo estado, de medicamentos de alto custo para pacientes com doenças raras. Eles aguardam pela decisão do Supremo Tribunal Federal, nesta quarta-feira (28), que vai discutir o tema na sessão desta tarde.

Cerca de 30 pessoas participaram do protesto, que foi pacífico. A maioria dos envolvidos faz parte da Associação Anjos Guerreiros. Eles são pais e amigos de pacientes que conseguem os medicamentos apenas por meio de decisões judiciais.
Sessão no STF
A sessão no supremo discute a responsabilidade dos 26 estados e do Distrito Federal de prestar assistência no fornecimento de medicamentos de alto custo para pacientes de doenças raras e graves. O recurso extraordinário que deu origem à discussão no Supremo foi interposto pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte.

O Tribunal do estado nordestino determinou o fornecimento de medicamento de alto custo e o “financiamento solidário” de 50% do valor pela União para uma paciente potiguar que tinha hipertensão pulmonar e dependia de um remédio que não estava na lista de medicamentos fornecidos pelo SUS.

O Estado alega ao STF os recursos do estado seriam o limite para a concessão de medicamentos; que o direito à saúde se mostraria como direito social, que deve ser apartado dos direitos fundamentais por depender de concessão particularizada do legislador infraconstitucional, dependendo de reserva orçamentária; e que no caso do medicamento requerido não estar previsto na relação do Programa de Dispensação de Medicamentos em Caráter Excepcional, o ônus recairia unicamente sobre o ente da federação demandado, entre outros argumentos.
Cerca de 30 pessoas protestaram em Marília (Foto: Reprodução/TV TEM)Cerca de 30 pessoas protestaram em Marília (Foto: Reprodução/TV TEM)

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Lins e região. 
Três pessoas foram detidas, entre eles um adolescente.

Do G1 Bauru e Marília










Cerca de 120 policiais militares participaram de uma operação nesta quarta-feira (28) de combate à criminalidade em Lins, GuaiçaraGetulinaCafelândia e Promissão (SP). Um dos locais é o Condomínio Franco Montoro, em Lins, conhecido pelo alto número de ocorrências, envolvendo principalmente o tráfico de drogas.
A ação começou pelos acessos ao condomínio e o Helicóptero Águia da PM também ajudou no cerco. Duas pessoas foram detidas com drogas, mas liberadas como usuários.
Duas pessoas foram presas em Cafafelândia, um deles um adolescente por tráfico de drogas. Eles estavam com crack e maconha. Durante a operação, houve um flagrante de furto em Promissão, e um homem foi preso.
Os policiais cumpriram seis mandados de busca e apreensão autorizados pela Justiça. Drogas foram apreendidas. Os dois homens presos foram levados para cadeia de Avaí e o menor está à disposição da Vara da Infância e Juventude.
Ação é realizada também em um condomínio com vários registros de ocorrências  (Foto: J. Serafim Show / Divulgação)Ação é realizada também em um condomínio com vários registros de ocorrências (Foto: J. Serafim Show / Divulgação)

Motorista de 19 anos foi preso por tráfico de armas e entorpecentes.
Pistola e munição estavam escondidos em um fundo falso do veículo.

Do G1 Bauru e Marília










A Polícia Rodoviária apreendeu armamentos e drogas em um carro parado na base da polícia em Assis (SP) na Rodovia Raposo Tavares. O motorista de 19 anos foi preso por tráfico de armas e drogas.
Segundo a polícia, um fuzil, acessórios, uma pistola, um kit que transforma a arma em metralhadora e munição de grosso calibre estavam escondidos em um fundo falso de um carro com placas de São Miguel do Iguaçu, no Paraná. Além do armamento, havia 42 tabletes de pasta base de cocaína.
O motorista contou à polícia que ele saiu de Foz do Iguaçu (PR) e que deixaria o carro com as armas e droga em Marília.
Material apreendido estava em compartimento falso no carro (Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação)Material apreendido estava em compartimento falso no carro (Foto: Polícia Rodoviária/Divulgação
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Um homem disparou contra veículo onde estavam políticos, diz assessoria.
José Eliton (PSDB) foi levado a hospital; atirador foi morto, em Itumbiara.

Sílvio Túlio e Vanessa MartinsDo G1 GO










O vice-governador de Goiás, José Eliton (PSDB), foi baleado no abdômen durante uma carreata nesta quarta-feira (28), em Itumbiara, região sul de Goiás. Um atirador atingiu quatro pessoas e foi morto por seguranças do vice-governador. Três morreram: o candidato à prefeitura de Itumbiara José Gomes da Rocha (PTB), de 58 anos, o PM Vanilson Rodrigues, da escolta do vice, e o atirador.
Segundo o delegado regional de Itumbiara, Ricardo Chueire, que está no local do crime, o atirador foi identificado como Gilberto Ferreira do Amaral, funcionário da prefeitura. Ele foi atingido e morreu.
Segundo a assessoria de imprensa do Governo de Goiás, o atirador estava em um carro, parou na frente do veículo onde Eliton e José Gomes estavam e efetuou vários disparos.
Eliton foi socorrido e levado para o Hospital Municipal Modesto de Carvalho, em Itumbiara. Uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) aérea de Goiânia está a caminho da cidade para transportar o vice-governador para a capital.
A assessoria de imprensa do governador disse que Eliton passa por uma cirurgia. Ainda não há informações sobre o estado de saúde dele.
A Executiva do PSDB Goiás divulgou nota lamentando o atentado. "José Gomes da Rocha liderava as pesquisas entre os candidatos a prefeito de Itumbiara. Foi um homem honrado, trabalhador e muito querido, sobretudo pela população. A Executiva presta sua homenagem ao segurança Vanilson Rodrigues, também vítima fatal do atirador. Muito triste haver pessoas capazes de atos de tamanha violência e covardia".
Vice-governador de Goiás é baleado; candidato a prefeito morre  (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)José Gomes (de vermelho) morreu baleado em Itumbiara, Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)












Perfil do José Gomes
José Gomes da Rocha, de 58 anos, começou sua carreira política em 1976, quando se tornou vereador em com apenas 18 anos. Depois, se elegeu deputado federal por quatro vezes, entre 1989 e 2003 e deputado estadual, logo em seguida. O político também ocupou a prefeitura de Itumbiara por dois mandatos, entre 2005 e 2012.
Após deixar o governo, conseguiu eleger seu candidato, o atual prefeito da cidade, Chico Bala. Em 2013, Zé Gomes foi nomeado como presidente da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago).
Perfil do José Eliton
José Eliton (PSDB) foi eleito vice-governador do Estado de Goiás com o governador Marconi Perillo (PSDB) e reeleito em 2014. Ele é formado em direito e já atuou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e no Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO). No ano passado, foi secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Científico e Tecnológico e de Agricultura, Pecuária e Irrigação (SED).
O político foi convidado pelo governador a assumir a Secretaria de Segurança Pública no dia 24 de fevereiro deste ano, substituindo Joaquim Mesquita. A troca aconteceu dois dias após a morte da estudante Nathália Zucatelli, 18 anos, baleada ao sair de um cursinho pré-vestibular, no Setor Marista, em Goiânia.
José Eliton, novo secretário de Segurança Pública de Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Vice-governador de Goiás, José Eliton foi baleado em Itumbiara (Foto: Reprodução/TV Anhanguera
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Funcionários da Funai foram mantido reféns na aldeia, em 2008

Estadão Conteúdo
Wellton Máximo/Agência Brasil
Estadão Conteúdo
Reuters

Governistas minimizaram as críticas e disseram que medida era esperada

Iolando Lourenço e Luciano Nascimento/Agência Brasil

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