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Custo total do investimento está calculado em R$ 2 milhões


A Prefeitura de Botucatu deu início, neste sábado (30), às obras da primeira etapa da revitalização da rua Amando de Barros, principal corredor comercial da cidade. Os trabalhos serão executados por equipes da Secretaria Municipal de Obras, começando pelo quarteirão entre as ruas Coronel Fonseca e Velho Cardoso.

De acordo com o secretário municipal de Obras, André Peres, que também responde pela Secretaria de Mobilidade Urbana, no período da tarde não será permitido estacionamento de veículos no quarteirão onde os serviços serão executados. A partir das 17h, com o fechamento das lojas, o trecho também será interditado à circulação de veículos. “Montamos um plano de ação para que haja o menor prejuízo possível ao tráfego de veículos e às atividades do comércio. Agora é mexer no primeiro quarteirão para sentir todas as dificuldades. Serão montadas várias frentes de trabalho para que possamos avançar em ritmo acelerado”, informa.  

Inicialmente haverá a retirada do calçamento e de toda a guia. Esse trabalho deve se estender até o domingo. O trecho onde os serviços estarão concentrados já foi demarcado na noite de quinta-feira. O projeto prevê uma grande modificação na infraestrutura e no aspecto visual da Amando. Haverá padronização com implantação de piso tátil e intertravado drenante. O estacionamento de veículos será permitido em apenas um dos lados da via, com ampliação da pista de rolamento de 3,55 para algo em torno de 4 metros.

O trecho revitalizado receberá floreiras, bancos e lixeiras, além de rampas de acessibilidade. Também será feita a recuperação da pavimentação asfáltica em toda extensão da Amando. Para que haja controle de velocidade dos veículos serão instalados semáforos em todos os cruzamentos. Também está prevista a implantação de câmeras de monitoramento para reforçar a segurança no local. Haverá reforço no sistema de iluminação, com utilização de lâmpadas mais potentes, econômicas e eficientes. O custo total da revitalização da Amando está estimado em R$ 2 milhões. O investimento será feito integralmente pela Prefeitura com recursos dos cofres municipais.

83% dos brasileiros estão pouco ou nada satisfeitos e põe em xeque sistema político


Pesquisa divulgada nesta semana pelo Ibope mostrou a insatisfação dos brasileiros com a democracia no país. O levantamento apontou que 83% dos brasileiros estão pouco ou nada satisfeitos com o funcionamento do sistema político. O índice de satisfação é o menor desde que o instituto iniciou a medição em 2008. O recorde anterior de insatisfação foi registrado em 2015, quando 81% declararam-se pouco ou nada satisfeitos com a democracia no Brasil, contra 15% que afirmaram estar satisfeitos ou muito satisfeitos.

Para especialistas ouvidos pela Agência Brasil, o resultado da pesquisa mostra a insatisfação da população com as instituições do Estado e o impacto dos casos de corrupção investigados, além de colocar o regime democrático em xeque no país.

Na avaliação do cientista político e professor de jornalismo do Centro Universitário de Brasília (UniCeub), Vivaldo de Sousa, os dados da pesquisa revelam que turbulências políticas, como o cenário atual enfrentado pelo país, podem enfraquecer a democracia. “É um dado preocupante. Fora que se tem uma parte importante da sociedade com essa avaliação e, com isso, se tem espaço para propostas autoritárias; me preocupa, porque a democracia, por mais falha que seja, é o melhor sistema político que existe”, disse.

Foram ouvidas 2.022 pessoas em 142 municípios, entre 14 e 18 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O Ibope perguntou também qual o sistema político preferido dos brasileiros. Quarenta por cento afirmaram que a democracia é preferível a qualquer outra forma de governo. Para 15%, em algumas circunstâncias, um governo autoritário pode ser preferível a um governo democrático, taxa inferior à registrada em 2014 (20%). Conforme o levantamento, o único índice que cresceu é a concordância com a seguinte frase: “Para as pessoas em geral, dá na mesma se um regime é democrático ou não”, que passou de 18%, em 2014, para 34%, em 2016.

Para o cientista político João Feres Junior, do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Iesp/Uerj), a taxa de apoio à democracia no Brasil é tradicionalmente baixa, em comparação a outros países, e isso tende a piorar por causa das descobertas e investigações de casos de corrupção, amplamente noticiadas pela imprensa.

“A cobertura política hoje em dia é basicamente a corrupção, então isso fica pior ainda. É natural que as pessoas vejam a democracia com descrédito e que tenha pessoas que fiquem falando que a ditadura seria melhor. Eu acho que é parte da intensa campanha de deslegitimação da política, que a mídia promoveu nos últimos anos, mais de uma década”.

Feres Junior acredita que o período eleitoral é importante para a politização da sociedade, pois é o único momento em que a população tem acesso a informações políticas. Para ele, a baixa adesão à democracia também se deve ao fato de ser um conceito abstrato e estar pouco presente no dia a dia das pessoas.

“Para a vida cotidiana, não faz quase diferença nenhuma se está em um regime de uma maneira ou de outra, pelo menos ela [a sociedade] não consegue articular as diferenças de regime dessa maneira. Colocar essa questão dessa forma é muito intelectualizada. Para a maioria das pessoas, não é palpável, elas não têm contato com a democracia, com o Parlamento, nada disso; pelo contrário, o único contato que têm geralmente é por meio da mídia, que mostra que eles roubam o seu dinheiro. Para a maioria, é uma coisa exterior e ruim no dia a dia”.

De acordo com o professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Paulo Silvino Ribeiro, a interpretação de que as instituições democráticas não funcionam é um elemento relevante para entender os dados da pesquisa. “Se o Estado não tem condições ou não tem assegurado suas obrigações, e dada a frustração que as pessoas têm – seja em relação à crise econômica, seja em relação aos reiterados casos de corrupção que vêm à tona – contribuem para o descrédito da população em relação às instituições democráticas”, disse.

“É preciso que se diga [que os casos de corrupção] não foram criados ou estimulados ou inventados pelo PT, mas estão aí há décadas, se pensarmos nesses últimos governos democráticos”, acrescentou.
Autoritarismo

Em relação ao percentual de entrevistados que afirmaram preferir um regime autoritário ao democrático, Paulo Silvino Ribeiro avalia que parte da sociedade tem interpretação equivocada do que foi a ditadura militar, por exemplo, no país, e aponta a ausência de engajamento político dos brasileiros. “Essa porcentagem é uma leitura equivocada, faz sentido quando sabemos que, para o senso comum, foi no regime militar que houve relativo crescimento econômico, que haveria uma ordem – e quando falamos de ordem, falamos evidentemente de um policiamento mais ostensivo –, uma defesa de valores e noções absolutamente conservadoras e reacionárias, que transitam muito bem no imaginário social”.
Novas eleições

Conforme a pesquisa, 62% dos entrevistados disseram que preferem novas eleições presidenciais, que apontam como a melhor forma de superar a crise política. De acordo com o levantamento, 25% da população são a favor da permanência da presidenta Dilma Rousseff e 8% acham que um eventual governo de Michel Temer resolveria a situação.
Urna eletrônica

Como saída para a crise política, 62% dos brasileiros defendem nova eleição, conforme pesquisa Ibope Agência Brasil/Fabio Rodrigues Pozzebom
Para o cientista político João Feres Junior, o resultado de que 62% querem o fim do atual governo pode ser um reflexo da crise econômica. “Essa coisa de quererem que o governo saia, provavelmente é o produto de uma certa crise econômica, quando a economia não está bem, e também do fato desse noticiário contra a corrupção”.

Entre os que afirmam ter votado em Dilma na eleição de 2014, 45% apoiam a continuidade de seu governo e 44% preferem novas eleições. Por outro lado, 77% dos que dizem ter votado em Aécio Neves, que concorreu no pleito de 2014 pelo PSDB, acreditam que a solução para a crise política é a saída de Dilma e Temer, com a convocação de nova eleição presidencial.

De acordo com Feres Junior, esse tipo de pesquisa de opinião deve ser analisada também por outra ótica, que não a expressa diretamente nas perguntas. “De fato, a pesquisa mostra, e é inegável, que Michel Temer não goza de popularidade. Eu não sei quantas pessoas de fato o conhecem, nós que acompanhamos política sabemos quem ele é, mas as pessoas não sabem, votaram na Dilma. Não fazem a mínima ideia de quem é esse cara, só os antipetistas malucos que estão falando isso”.

Para Feres, isso mostra que um eventual governo Temer terá que lutar contra o desconhecimento ou mesmo a rejeição. “Outra coisa que o dado não mostra é se isso é desconhecimento ou se já é rejeição [a Temer]”.

“A análise mais direta é que a população prefere novas eleições. Dilma [Rousseff] ainda tem um eleitorado maior que o [vice-presidente Michel] Temer e há um percentual pequeno que acha que ele seria uma solução melhor que a presidenta. No entanto, a população acha que nenhum dos dois vai resolver a crise que está aí”, afirmou o professor do UniCeub Vivaldo de Sousa.

Impeachment

Para Sousa, o processo de impeachment de Dilma Rousseff não pode ser considerado um golpe, como defendem os apoiadores da presidenta, e “mostra vigor da democracia porque está resolvendo isso com algo institucional”.

“Podemos criticar o Legislativo, mas o Supremo [Tribunal Federal] foi consultado, a presidenta vai poder se defender. O termo golpe vem sendo usado pelo governo, pelo PT, do ponto de vista de campanha. As pedaladas [fiscais], na minha opinião, não poderiam ser consideradas como crime de responsabilidade – as pedaladas não seriam um tipo suficiente para embasar essa decisão. No entanto, o pedido de impeachment não é apenas legal, jurídico, é [também] um processo político”, acrescentou.

Já o professor Paulo Silvino Ribeiro disse que a crise econômica “engrossa” o discurso pró-impeachment como solução para a situação política. “Evidentemente uma nação frustrada e angustiada com tantos problemas sociais e econômicos acaba por engrossar o discurso e o coro pró-impeachment, porque entende que o impeachment seria uma moralização da política, seria o começo de uma nova era”, disse Ribeiro, que não acredita que o país esteja vivendo o fracasso de governos democráticos, mas sim a dificuldade de consolidar o regime político.

“Nossa democracia ainda não construiu a imunidade necessária contra golpes. A democracia brasileira está em um processo de construção permanente. Acho que, por ser um processo em curso, o que temos é uma fragilidade que permite, portanto, que investiduras, projetos conservadores, autoritários e golpistas possam se organizar”, observou.
Uma tragédia no mundo do hipismo. Uma jovem de 19 anos morreu neste sábado (30) ao cair do cavalo durante seletiva olímpica na Austrália. Durante a prova de cross-country, parte do conjunto completo de equitação (CCE), a amazona Caitlyn Fischer sofreu um acidente ao tentar ultrapassar um obstáculo, caiu por baixo do cavalo Ralphie e não resistiu aos ferimentos. A morte da amazona provocou o cancelamento imediato da competição em Sydney para investigações da polícia local.
Reprodução Internet
Amazona Caitlyn Fischer, 19 anos, morreu após queda de cavalo
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"Seu Eugênio" sofria de alzheimer

Morreu neste sábado (30), o ator César Macedo, conhecido por interpretar Seu Eugênio na "Escolinha do Professor Raimundo" e na "Escolinha do Barulho", da Record.

César não resistiu a uma infecção hospitalar, após se submeter a uma cirurgia de fratura do fêmur. Seu Eugênio perdeu a esposa em 2012, o que o fez ficar muito doente. Ele sofria de alzheimer e estava internado no Hospital de Mairiporã, em São Paulo. Ele sofreu um acidente em casa e chegou a receber alta no começo do mês. E acabou sendo transferido para o Hospital Municipal de Francisco Morato.
Claudio Costa
Dois homens armados invadiram a casa de um comerciante, em Guararapes, município do interior de São Paulo, fizeram ele e as três filhas reféns, agrediram o homem com coronhadas e fugiram levando 18 500 reais em dinheiro, três armas e 40 000 reais em joias da família. Pai e filhas foram deixados amarrados. O esclarecimento do assalto, realizado no dia 27 de março, chocou os moradores da cidade. A polícia descobriu que o crime foi planejado pelas duas filhas mais velhas do próprio comerciante. Elas combinaram o crime em detalhes com os executores usando o aplicativo WhatsApp de seus celulares.

A filha de 21 anos, planejou o crime durante quarenta dias e acabou envolvendo a irmã, de 17 anos. Apenas a filha caçula, de 14 anos, não sabia de nada. A mentora alegou que o pai havia retirado 200 000 reais de sua conta poupança.

A polícia descobriu a trama após ter acesso às mensagens gravadas no celular da jovem. Ela criou e administrava o grupo pelo qual, com a ajuda de um amigo estudante de direito, fez contato com os criminosos. A filha chegou a mandar a planta da casa para os assaltantes e fotos do cofre onde estavam o dinheiro e as joias. Também se incumbiu de dopar os cães para facilitar a entrada do trio.

As mensagens trocadas pela filha com os criminosos estarreceram o delegado Alessander Dias Lopes, que investigou o caso. Numa delas, a jovem avisa os bandidos que o pai tem uma arma.
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"O lance é surpreender ele", recomenda. "Se ele atirar, vou atirar também", escreveu. Em outra mensagem, a filha afirma que o pai está "com rolo com a Justiça", por isso deixaria o dinheiro em casa, e não numa conta bancária.

A filha também pede aos criminosos que sejam duros com ela e as irmãs e agridam o pai para dar veracidade à ação. "A gente tem que considerar vocês entrarem com eles aqui", avisou.

O esclarecimento do caso foi anunciado numa entrevista coletiva, na última sexta-feira (29), com a participação do delegado seccional de Araçatuba, Mauro Gabriel. A polícia desconfiou do envolvimento de alguém da casa porque, além do pai, só as filhas sabiam da existência de um fundo falso num armário, onde eram guardadas as armas e as joias. Além dos dois executores e da jovem, a polícia prendeu dois suspeitos da receptação do material roubado.

Parte das joias e as armas foram recuperadas. O dinheiro deveria ser dividido com as duas irmãs, mas os assaltantes ficaram com todo o valor. O comerciante negou que tivesse ficado com o dinheiro da filha, mas admitiu que tinha um relacionamento "tumultuado" com ela. Os nomes não foram divulgados para preservar as menores - vítima e coautora.
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Fonte: Veja SP

As investigações foram baseadas em um diário apreendido com um dos investigados na Operação Zelotes


A ministra Cármen Lúcia, relatora da Operação Zelotes, abriu um inquérito para investigar a suspeita de envolvimento do presidente do Senado, Renan Calheiros, e do senador Romero Jucá, ambos do PMDB, com um esquema de venda de emendas a medidas provisórias.
As informações foram divulgadas pelo jornal O Globo.
A publicação destaca que as investigações foram baseadas em um diário apreendido com um dos investigados na Zelotes, João Batista Gruginski, em que ele registra um encontro com outro investigado: Alexandre Paes dos Santos.
Gruginski relatou em depoimento que, nesse encontro, ouviu de Alexandre Paes dos Santos que existia uma negociaçao de R$ 45 milhõess em propina para senadores favoráveis aos interesses de montadoras de veículos em uma medida provisória.Esses senadores seriam Renan Calheiros, Romero Jucá e Gim Argello, ex-senador do PTB, que foi preso este mês em outra operação, a Lava Jato. O nome de Jucá é dado como certo para comandar o Ministério do Planejamento em um possível governo do vice presidente Michel Temer.
Além disso, a Polícia Federal encontrou em um bloco de anotações de Alexandre Paes dos Santos, as iniciais dos nomes dos senadores, ao lado de valores.
Alexandre Paes dos Santos também afirmou que os comentários que fez seriam apenas boatos que ouviu e negou o pagamento de propina aos senadores. Mas os investigadores acharam que era necessário aprofundar a investigação.
A reportagem refere que Renan e Jucá podem ser chamados a prestar depoimento.
RespostasDe acordo com a assessoria de Renan Calheiros, o presidente do Senado não conhece o autor da denúncia e que o próprio Alexandre Paes dos Santos afirmou se tratar de um boato que ouviu no mercado.
A assessoria do senador Romero Jucá também negou que ele tenha recebido recursos por apresentação de emendas à MPs. Jucá argumentou que a acusação, feita por meio de uma anotação de diário, já foi desqualificada pelo próprio autor, Alexandre Paes dos Santos.
Os advogados de Gim Argello e Alexandre Paes dos Santos não quiseram comentar o assunto.
Fonte: Notícias ao Minuto


Por Apoliana Oliveira
O eventual governo Michel Temer tem como base um documento que deve ser divulgado na próxima semana e que considera que, na infraestrutura, “tudo” o que for possível deve ser concedido ou privatizado.
Segundo o jornal O Globo, o documento cita que: “O Estado deve transferir para o setor privado tudo o que for possível em matéria de infraestrutura. Quanto às competências que reservará para si, é indispensável que suas relações com contratantes privados sejam reguladas por uma legislação nova, inclusive por uma nova lei de licitações. É necessário um novo começo das relações do Estado com as empresas privadas que lhe prestam serviços”.
O documento é chamado de “A travessia social” e composto por 17 páginas. O textotrata de temas como Educação, Saúde, Corrupção, Benefícios Sociais e Economia, e também faz um diagnóstico sobre os motivos que levaram o país à crise política e à recessão.
Segundo a reportagem, a proposta da gestão Temer será focar em concessões e parcerias público-privadas, buscando um ambiente melhor com a iniciativa privada para investimentos. Os investimentos privados são considerados, no documento, fundamentais para ajudar a resolver “a maior crise da História”.
No texto, o governo se compromete com a manutenção da Operação Lava-Jato. Michel Temer também propõe a aprovação de uma lei que responsabilize de forma mais rígida e clara os dirigentes das estatais. “Muito do que deve ser feito já está proposto e, com algum esforço político, pode ser rapidamente transformado em legislação. Um conjunto de novas leis deve ser aprovado com o objetivo de estabelecer regras estritas de governança”, diz o documento.
Além disso, o PMDB diz que vai garantir recursos para Polícia Federal e Receita Federal continuarem trabalhando “no combate ao crime”. “As lições que estamos vivendo hoje nos obrigam a buscar a reengenharia das relações do Estado com o setor privado e reduzir ao mínimo as margens para a transgressão e o ilícito (...) A obrigação de qualquer governo responsável é responder a esta demanda da sociedade com uma nova postura ética”.
Em relação a área social, o peemdebista reitera a manutenção de todos os programas criados nas gestões petistas, como Bolsa Família, Pronatec e Minha Casa, Minha Vida. O documento faz críticas à paralisia desses dois últimos programas, com o compromisso de voltar a investir.
“Para 2016 não há sequer previsão de recursos para o Pronatec e toda a programação está suspensa. O colapso fiscal do Estado está matando um programa correto e produtivo”, refere um trecho do documento.

Dono da propriedade rural em Guaiçara viu crime e perseguiu criminosos.
Um dos suspeitos foi preso pela polícia e outros três fugiram por matagal.

Do G1 Bauru e Marília

Animal foi colocado no porta-malas (Foto: J. Serafim / Divulgação)Animal foi colocado no porta-malas
(Foto: J. Serafim / Divulgação)
Um homem foi preso suspeito de furtar um boi de uma propriedade rural de Guaiçara (SP), na tarde deste sábado (30), após ele e outros três suspeitos terem sido perseguidos pelo dono do sítio.
Segundo a Polícia Militar, quatro homens invadiram a propriedade e levaram o animal no porta-malas do carro. O dono viu e começou a persegui-los enquanto chamava a polícia.
Durante a fuga, o carro dos ladrões quebrou na vicinal que dá acesso à Rodovia David Eid. Eles fugiram para um matagal próximo.
A polícia chegou em seguida e conseguiu prender um dos criminosos. Os outros três ainda estão foragidos. O animal está bem e foi devolvido ao dono.
Carro quebou na estrada (Foto: J. Serafim / Divulgação)Carro quebou na estrada (Foto: J. Serafim / Divulgação)

Estado informou que Ministério da Saúde não enviou doses suficientes.
Vacinação contra gripe, incluindo H1N1, segue até dia 20 de maio.

Do G1 Bauru e Marília

Pacientes ficaram sem vacina no dia 'D' (Foto: Reprodução / TV TEM)Pacientes ficaram sem vacina no dia 'D'
(Foto: Reprodução / TV TEM)









O medo da gripe H1N1 provocou uma correria neste sábado (30) aos postos de saúde deBauru (SP) e região, mas teve paciente que voltou para casa sem vacina. Em algumas cidades do Centro-Oeste Paulista, a campanha mal começou e os estoques já ficaram vazios.
O Estado informou que faltou vacina porque o Ministério da Saúde não enviou doses suficientes para o dia "D" de vacinação. Uma nova remessa deve ser entregue aos municípios na próxima segunda-feira (2).
Em Marília, a procura foi tão grande que as doses acabaram antes do meio-dia. "Onze horas, onze e meia que nós fomos e já não tinha mais", conta o técnico em segurança do trabalho Rogério Serra dos Santos.
A meta em Marília é imunizar 53 mil pessoas, mas para o primeiro dia de vacinação, o município recebeu apenas 17.900 doses.  "Começou a vacinar às 8h da manhã e quando era 10h30 já tinha acabado e não tem previsão de quando vai ter", reclama a aposentada Ednalda Souza Brito.
Campanha segue até dia 20 de maio (Foto: Reprodução / TV TEM)Campanha segue até dia 20 de maio
(Foto: Reprodução / TV TEM)
Em Botucatu, quem foi aos postos depois do meio dia encontrou as portas fechadas e um cartaz avisando que eles receberam só um terço das vacinas. "A gente chegou, deu meia-hora e eles fecharam os portões dizendo que tinha acabado", diz a esteticista Débora Baldani.
Em Bauru, as doses da vacina também acabaram uma hora antes do que era previsto  em alguns postos de saúde. Teve gente que encarou a fila duas vezes e mesmo assim voltou para casa sem a vacina, como a pensionista Elizabete Cordeiro Rodrigues. "Não consegui tomar. Eu vim, disseram que tinha acabado. Agora vim outra vez, dizem que não tem mais."
Aproximadamente 80 mil pessoas que fazem parte dos grupos de risco em Bauru devem ser imunizadas, mas o município recebeu 32 mil doses para o dia "D" de vacinação. Como a procura foi acima do esperado, os estoques da divisão epidemiológica ficaram vazios.
"A partir de quarta-feira (4), a gente está recebendo um novo estoque do Estado, a gente vai repor os estoques nas unidades e quarta-feira já pode procurar as unidades para receber a dose", afirma o diretor da divisão epidemiológica de Bauru, Ezequiel Aparecido dos Santos.
Em Marília, a previsão, segundo a assessoria de imprensa da prefeitura, é de que os postos de saúde sejam abastecidos já na segunda-feira. Em Botucatu, novas doses da vacina contra a gripe devem chegar na quarta-feira. A campanha vai até o dia 20 de maio.
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Estado informou que Ministério da Saúde não enviou doses suficientes (Foto: Reprodução / TV TEM)Estado informou que Ministério da Saúde não enviou doses suficientes (Foto: Reprodução / TV TEM)

Alunos protestam contra falta de merenda e fechamento de salas de aula.
Estudantes já ocupam Centro Paula Souza contra problemas na educação.

Do G1 São Paulo

Cerca de 80 estudantes ocuparam a Escola Estadual Fernão Dias, na Avenida Pedroso de Morais, na madrugada deste sábado (30), em protesto contra a falta de recursos para a educação, a falta de merenda e o fechamento de salas de aula.
Eles pretendem manter a mobilização até segunda-feira (2), quando farão um debate com os demais alunos da escola para decidir se a ocupação continua.
"Tal ação não partiu de uma unanimidade ou diálogo com os alunos da escola e nem mesmo entre os alunos que ocuparam o Fernão ano passado. Por isso, está decidido que na segunda-feira (02/05), haverá um debate sobre a situação da educação no Brasil, seguida por uma votação, que tem como pauta o futuro da ocupação. Será um momento de discussão construtiva, e não de propagação de ódio", diz texto publicado na página do grupo no Facebook.
Na tarde deste sábado, eles receberam apoio de pais, professores e simpatizantes da causa, que levaram mantimentos e material de higiene.
A Escola Estadual Fernão Dias foi uma das primeiras a ser ocupada durante um protesto de estudantes contra a reorganização escolar proposto pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), entre novembro e dezembro de 2015 e janeiro de 2016.

Estudantes que ocuparam a Fernão Dias dizem que a Secretaria da Educação descumpriu ordem da Justiça de suspensão da reorganização escolar em 2015 e fechou salas de aula em algumas escolas.

"Temos provas de que outras escolas próximas tenham fechado até mesmo quase um ciclo", disse uma estudante. No início do ano, G1 mostrou levantamento da Apeoesp que aponta o fechamento de ao menos 1.160 salas de aula e classes com lotação máxima.
Escola estadual Fernão Dias foi ocupada por estudantes durante a madrugada em protesto contra a merenda (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/G1)Escola estadual Fernão Dias foi ocupada por estudantes durante a madrugada em protesto contra a merenda (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/G1)
Segundo a Polícia Militar, moradores da rua fizeram telefonemas por volta das 2h alertando sobre a possibilidade de alunos estarem ocupando a escola. A PM foi ao local e confirmou a ocupação.
Estudantes que estão dentro da ocupação confirmaram ao G1 pelo Facebook que permanecem dentro da escola. A PM não soube informar o número de alunos que estão na escola Fernão Dias.

Alunos do Centro Paula Souza, na Luz, Centro da capital, que ocuparam a unidade na quinta-feira (28), também confirmaram a informação.
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Escola estadual Fernão Dias foi ocupada por estudantes durante a madrugada em protesto contra a merenda (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/G1)Escola estadual Fernão Dias foi ocupada por estudantes durante a madrugada em protesto contra a merenda (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/Tv Globo/G1)


Em nota no final da tarde deste sábado (30), o Governo do Estado afirmou que as invasões à sede administrativa do Centro Paula Souza e à escola Fernão Dias "representam um desrespeito ao bom senso, prejudicam estudantes, professores e funcionários e fazem parte de uma ação seletiva exclusivamente de natureza política."
Segundo a nota, atualmente, 95% das Etecs e 100% das escolas da rede estadual oferecem alimentação gratuita. Nesta semana, 100% das Etecs terão merenda gratuita.
A Secretaria da Educação afirma que nas entidades como o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP, uma autarquia federal de ensino -, as refeições são pagas pelos estudantes e questiona onde está a indignação do grupo de invasores.
A nota questiona ainda onde estava a indignação desse mesmo grupo quando 100 escolas municipais de São Paulo ficaram sem merenda e sem aulas no mês de abril?
A secretaria diz que com relação à rede estadual de ensino, não há qualquer processo de reorganização em curso e nenhuma escola foi fechada ou desativada.
Segundo a nota, o governo do Estado de São Paulo manteve para 2016 os mesmos 30% do orçamento estadual para Educação, apesar do colapso da economia nacional, que derrubou em R$ 4,27 bilhões o limite de empenho do Ministério da Educação, cortando projetos e sonhos de estudantes - novamente, onde está a indignação desse grupo de invasores com relação à destruição do orçamento federal da Educação?
Paula Souza
No Paula Souza, onde a ocupação permanece, os alunos se dividiram em grupos para manter o local organizado, enquanto durar a ocupação, segundo o frei Agostino, da Comunidade Voz dos Pobres. Ele está acompanhando a situação para ajudar a garantir a segurança dos jovens.
“Eles estão organizados em comissões, que foram sugeridas pelos secundaristas, que vieram apoiar: limpeza, segurança, mídia, alimentação”, diz.
Segundo Agostino, os alunos reclamam dos desvios de verba. Os alunos protestam contra a máfia da merenda escolar, os problemas com merendas nas Etecs e Fatecs e os cortes nos repasses para a educação. “A gente entende que houve redução de verba na merenda. E nada foi explicado. Se a Etec que é o modelo de educação do estado, não tem merenda, imagina as demais", afirmou.

Fernão Dias
A escola estadual Fernão Dias foi a que ficou mais tempo ocupada durante um protesto realizado entre novembro de 2015 e janeiro de 2016 dentre escolas estaduais em um protesto de estudantes da rede contra a reestruturação do ensino secundarista, proposto pelo governador Geraldo Alckmin.
A ocupação dos alunos na Fernão Dias começou no dia 10 de novembro de 2015 e foi a segunda a ser invadida após o overno decidir fechar mais de 90 unidades escolares e transferir mais de 300 mil alunos. Apesar de os estudantes afirmarem que o movimento das ocupações era horizontal e não tinha lideranças, a Fernão Dias acabou concentrando os organizadores das manifestações.
Após uma série de protestos, Alckmin suspendeu em 4 de dezembro as mudanças que ocorreriam nas escolas por causa da reorganização. Em seguida, o secretário da Edudação Herman Voorwald deixou o cargo. Os alunos entregaram a chave da Fernão Dias à diretoria de ensino mais de um mês depois, deixando a unidade.
Estudantes da Escola Fernão Dias pedem melhorias na merenda e reclamação de cortes na educação (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/G1)Estudantes da Escola Fernão Dias pedem melhorias na merenda e reclamação de cortes na educação (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/G1)
Estudantes da Escola Fernão Dias pedem melhorias na merenda e reclamação de cortes na educação (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/G1)Estudantes da Escola Fernão Dias pedem melhorias na merenda e reclamação de cortes na educação (Foto: Amós Alexandre Wagner da Silva/G1
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