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Botucatu, Bariri e Dois Córregos criam estrutura para monitorar as ações contra dengue


Igor Medeiros/Divulgação
Valdinei Campanucci explica ciclo de transmissão da dengue
As prefeituras de Botucatu, Dois Córregos e Bariri implantaram salas de situação de combate ao mosquito Aedes aegypti. Trata-se de uma articulação de grupos da sociedade civil como poder público, iniciativa privada, forças de segurança, organizações não governamentais e associações, entre outros, que busca gerenciar e monitorar ações estratégicas e permanentes de combate ao mosquito.

Em Botucatu (100 quilômetros de Bauru) na última quarta-feira foi a primeira reunião para formação da sala. Neste primeiro encontro, além de servidores da própria Secretaria Municipal de Saúde, participaram representantes das secretarias de Educação, Meio Ambiente, Assistência Social, Desenvolvimento, subprefeituras (Rubião Júnior, Vitoriana e César Neto), Fundo Social, Fundação UNI, Grupos de Vigilâncias Epidemiológica e Sanitária do Estado, Samu 192, Sabesp, União ACE/CDL, Instituto de Biociência (IB) da Unesp, Superintendência de Controle de Endemias do Estado de São Paulo (Sucen), Polícia Civil, entre outros. 

Na oportunidade os presentes puderam acompanhar explanações detalhadas de Valdinei Campanucci, supervisor de serviços de Saúde Ambiental e Animal e Rodrigo Iais, diretor do Departamento em Planejamento em Serviços de Saúde, sobre a proliferação do mosquito e avanço das arboviroses pelo mundo.

De acordo com a Vigilância Ambiental em Saúde, somente em 2016, Botucatu já registrou 22 casos positivos de dengue: sete importados – região norte (3), sul (1), oeste (1) e Centro (2); e 15 autóctones – região norte (3), sul (4), leste (1), Centro (7). No início do ano também foi confirmado o primeiro caso de zika vírus no município, importado do Mato Grosso. No entanto, Botucatu nunca registrou uma morte sequer relacionada a estas arboviroses.

Em Dois Córregos, a  “Sala da Dengue” é um novo espaço implantado pelo Departamento de Saúde em parceria com a Defesa Civil, Polícia Militar e outros segmentos da sociedade. As reuniões serão realizadas todas as segundas-feiras, sempre às 14h, no Departamento de Saúde. Criado a pedido do prefeito Chico Telles, o espaço tem como objetivo discutir as ações que serão desenvolvidas e as estratégias de ação para evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. Até o momento a cidade não registrou casos de dengue, zika vírus e nem de chikungunya.

Em Bariri, o Setor de Vigilância Epidemiológica - Controle de Vetores em parceria Defesa Civil realizou na Sala de Licitações, a primeira reunião ordinária da Sala de Situação Municipal da Dengue.

As reuniões continuarão acontecendo mensalmente a fim de mostrar a todos o trabalho realizado contra o mosquito Aedes aegypti e as ações de mobilização e conscientização da sociedade civil. A próxima reunião da sala, acontecerá no  dia 22 de março.

Bariri continua dentro do nível de densidade larvária preconizado pelo Ministério da Saúde. A avaliação apontou que o município registra o índice de densidade larvária 0,5 – ou seja, aproximadamente apenas uma a cada 800 casas visitadas possuía larvas do Aedes aegypti. Os dados foram coletados pela equipe de Controle Vetorial da Diretoria de Saúde do Município de Bariri na primeira quinzena de outubro 2015. Foram vistoriadas, 842 residências.
Os mutuários de Botucatu e mais duas cidades da região (Itatinga e Pardinho), inadimplentes junto à Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), poderão regularizar seus débitos amanhã e quarta-feira. 

O plantão de atendimento será realizado das 9h30 às 16h no Centro Judiciário de Conflitos e Cidadania (Cejusc), localizada na Casa do Cidadão na rua Cardoso de Almeida, nº 1001, no Centro. 

A renegociação abrange moradores de cinco conjuntos habitacionais: “Antônio Hermínio Delevedove” (Cohab 4), “Clemente Jorge Roncari” (Cohab 5), “Dr. Antonio Delmanto” (Cohab 6), “Amando de Barros Sobrinho” (Predinhos - Vila Cidade Jardim), “José Antônio Lungo” (Mutirão – Pq. 24 de maio). 

De acordo com Maria Aparecida Fermino de Oliveira, agente habitacional da CDHU que atua na Secretaria Municipal de Habitação, Botucatu, totaliza cerca de 940 mutuários da CDHU com contratos ativos, mas 247 foram convocados. 

De segunda a sexta-feira, a agente da CDHU também realiza atendimentos na Secretaria Municipal de Habitação, localizada na rua General Telles, nº 663, Centro. São oferecidos serviços de emissão de 2ª vias de boleto; acordos online; orientação de transferências; regularização de documentos, entre outros. Mais informações pelos telefones 3814-7711 e 3813-2805 ou e-mail (habitacao@botucatu.sp.gov.br.)

O governo federal divulgou nesta segunda-feira (29) que, em 2015, aplicou R$ 251,7 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2015-2018, em parceria com estados, municípios e o setor privado. O valor equivale a 24,2% do total que deverá ser investido até 2018, estimado em R$ 1,04 trilhão. Este é o segundo balanço dessa fase do PAC.

Reprodução Internet
O governo federal divulgou nesta segunda-feira (29) que, em 2015, aplicou R$ 251,7 bilhões no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) 2015-2018, em parceria com estados, municípios e o setor privado.
Só no ano passado, as obras entregues contaram com R$ 159,7 bilhões, o que representa 23,8% do previsto (R$ 672 bilhões). O investimento foi distribuído em ações de três áreas estruturantes: social e urbana (R$ 91,2 bilhões), energia (R$ 63,6 bilhões) e logística (R$ 4,9 bilhões).

Segundo o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, mesmo com o atual cenário econômico desfavorável, registrado no país e no mundo e com os ajustes promovidos na contenção dos gastos públicos, o PAC continua sendo um importante programa de aplicação sequenciada de recursos em infraestrutura no Brasil desde 2007.

São aproximadamente 37 mil empreendimentos em diversas áreas e a sua continuidade promove a geração de empregos, a melhoria de vida de milhões de brasileiros e reduz as desigualdades regionais.

O governo também informou que, do total dos recursos executados em 2015 pelo PAC, R$ 99,9 bilhões correspondem a valores de financiamento ao setor público, financiamento habitacional de imóveis novos e do programa Minha Casa, Minha Vida, R$ 55,8 bilhões das empresas estatais, R$ 47,3 bilhões do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social, R$ 45,4 bilhões do setor privado e R$ 3,3 bilhões de contrapartidas de estados e municípios.

Empreendimentos concluídos

Entre os empreendimentos de infraestrutura concluídos em 2015, o Ministério do Planejamento informou que figuram 270 quilômetros de rodovias (como 84,5 km da BR-418, que tem início em Minas Gerais, e 51 km da BR-235, que liga Sergipe ao Pará), a ponte Anita Garibaldi e o túnel do Morro do Formigão na BR-101(SC), 163 quilômetros da ferrovia Transnordestina, em Pernambuco, dois terminais hidroviários de passageiros na região Norte, o Terminal de Grãos do Maranhão (Tegram), a recuperação do pátio do Aeroporto Santos Dumont (RJ) e a ampliação dos aeroportos de Santarém (PA) e Tabatinga (AM). Na área de infraestrutura energética, destaca-se a conclusão de 108 novos empreendimentos de energia eólica, aumentando a capacidade instalada em mais 2.717 megawatts na matriz energética nacional.

Entre as ações de infraestrutura social e urbana entregues no ano passado, 445.305 unidades habitacionais são do programa Minha Casa, Minha Vida, e 163 empreendimentos envolvem urbanização de assentamentos precários (beneficiando 70 mil famílias). Há, ainda, 632 projetos de saneamento, esgotamento sanitário e resíduos sólidos em 584 municípios (beneficiando mais de 6,3 milhões de pessoas) e 13 restaurações em monumentos históricos.

O programa Luz para Todos efetivou 57.676 novas ligações em todo país, o que corresponde a 28% da meta estabelecida para o período 2015-2018. Atualmente, o programa beneficia 3.258.086 de famílias, ou cerca de 15,6 milhões de moradores em áreas rurais.

Para melhorar a oferta de serviços e a disponibilidade de novos equipamentos públicos nas áreas da saúde, educação, cultura, lazer e esporte, o governo federal entregou à população 4.589 novos empreendimentos, como Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Artes e Esportes Unificados (CEU), quadras esportivas, creches e pré-escolas.

“Os resultados do Programa de Aceleração do Crescimento no ano de 2015 confirmam que ele é um importante instrumento de planejamento e monitoramento dos investimentos prioritários em infraestrutura”, destacou o governo.
No domingo (28), um rapaz que passava pelo local em Quissamã, no Rio, encontrou os documentos pessoais, o cartão bancário, uma camisa e o chinelo do neto de Chico Anysio. O jovem está desaparecido desde terça-feira (23). O homem levou os objetos até uma delegacia da região. 

A Polícia Civil apreendeu os pertences e  realizaram buscas nesta região durante todo o dia e afirma que as buscam continuam nesta terça-feira (1). Além de policiais, bombeiros também estão fazendo uma varredura nessa região.

Ainda no domingo (28), a Polícia Civil divulgou imagens que mostram Rian entrando em um táxi em um shopping da Zona Sul do Rio. A polícia ainda não descobriu a identidade do taxista, que poderia ajudar a saber o paradeiro do jovem. 

As imagens gravadas pelo circuito de monitoramento de um shopping mostram Rian descendo uma escadaria e fazendo sinal para um táxi por volta das 13h30. Essa seria a última pista do jovem até agora.

O pai de Rian, o ator Nizo Neto, divulgou as imagens da câmera de segurança em uma rede social e falou da importância de que sejam compartilhadas. A mãe do rapaz disse, recentemente, não ter tanta certeza que o filho está bem.
Andreia Verdélio e Maiana Diniz
Quatro anos após o incêndio que destruiu a Estação Antártica Comandante Ferraz, o Brasil lançou hoje (29) a pedra fundamental da nova estrutura brasileira que será construída no continente gelado.

O lançamento estava programado para a Antártica, mas, devido a condições meteorológicas adversas, a comitiva brasileira não pôde fazer a viagem. A cerimônia foi transferida para o Instituto Antártico Chileno, em Punta Arenas, no Chile, e teve a participação dos ministros da Defesa, Aldo Rebelo, e da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera.

A nova base brasileira vai ocupar o mesmo local da estação anterior, na Península Keller, interior da Baía do Almirantado, na Ilha Rei George, e deverá ser entregue em 2018. As obras para reconstrução começaram em dezembro do ano passado, pela empresa China Electronics Imports and Exports Corporation, vencedora da licitação no valor de US$ 99,6 milhões.

Com uma área de aproximadamente 4,5 mil metros quadrados, a nova Estação Antártica Comandante Ferraz vai ter 17 laboratórios, setor de saúde, biblioteca e sala de estar. O projeto foi concebido com a participação da comunidade científica e poderá abrigar 64 pessoas.

Programa Antártico
Projeto aprovado da nova Estação Comandante Ferraz na Antártica
Nova estação terá 17 laboratórios, área de saúde, biblioteca  e  sala  de  estar    Marinha  do  Brasil
O Programa Antártico Brasileiro (Proantar), coordenado pela Marinha, foi criado em 1982 com o objetivo de desenvolver um programa científico que incluísse o Brasil entre os países do Tratado da Antártica. A Estação Comandante Ferraz foi instalada dois anos depois, em fevereiro de 1984, e tornou-se a base para as pesquisas brasileiras no continente, abrigando militares e cientistas.

A estrutura foi destruída por um incêndio no dia 25 de fevereiro de 2012. O fogo começou na praça de máquinas, local onde ficavam os geradores de energia. Dois militares da Marinha morreram tentando apagar o incêndio, o suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo e o sargento Roberto Lopes dos Santos.

Desde o incêndio, a instalação de módulos emergenciais tem permitido a permanência brasileira e a continuidade das pesquisas no local.

Nas suas três décadas, o Proantar realizou uma média anual de 20 projetos de pesquisas nas áreas de oceanografia, biologia, biologia marinha, glaciologia, geologia, meteorologia e arquitetura. As atividades científicas são realizadas durante todo o ano, mas é de outubro a março, no verão antártico, que ocorre a movimentação de pesquisadores, pessoal de apoio, equipamentos e material.

Carga de algodão ficou espalhada na pista e atingiu dois veículos. 
Bombeiros foram acionados porque existe o risco de incêndio do produto.

Do G1 Bauru e Marília

Um caminhão tombou no quilômetro 383 da rodovia Raposo Tavares, em Ourinhos (SP), na tarde desta sexta-feira (29). A carga de 32 toneladas de algodão ficou espalhada na pista e atingiu dois veículos. O trânsito está parcialmente interditado e o tráfego de veículos lento.
Segundo a polícia, o caminhoneiro perdeu o controle do veículo ao tentar fazer a curva no trevo da cidade, no sentido interior-capital. A carga atingiu um caminhão e uma caminhonete que seguiam no sentido contrário. O Corpo de Bombeiros foi acionado porque existe o risco de incêndio do produto.
Funcionários da empresa farão o transbordo da carga, mas não há prazo para que o algodão seja retirado da pista. Ninguém se feriu.
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Caminhão tombou no trevo de Ourinhos (Foto: Fernanda Ubaid / TV TEM)Caminhão tombou no trevo de Ourinhos (Foto: Fernanda Ubaid / TV TEM)

Foram localizados 750 comprimidos de emagrecimento em ônibus.
Proprietário da mercadoria não foi identificado.

Do G1 Bauru e Marília

Foram apreendidas 50 cartelas de comprimidos emagrecedores. (Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária)Foram apreendidas 50 cartelas de comprimidos emagrecedores. (Foto: Divulgação / Polícia Rodoviária)













A Polícia Rodoviária apreendeu 750 comprimidos de emagrecimento no início da madrugada desta segunda-feira (29), em um ônibus que seguia de Foz do Iguaçu (PR) ao Rio de Janeiro (RJ), em Ourinhos (SP).
De acordo com informações da Polícia Militar Rodoviária, o veículo foi abordado com 14 passageiros e, durante fiscalização em seu interior, foi encontrada uma sacola preta sobre uma das poltronas.
Dela foram apreendidas 50 cartelas de comprimidos emagrecedores, cuja venda é proibida no Brasil. O proprietário do remédio não foi identificado. A ocorrência foi registrada na Central de Polícia Judiciária (CPJ) de Ourinhos, onde foi realizada a apreensão dos medicamentos.

Defesa pediu análise de pedidos em sessão prévia à da próxima quarta (2).
Decisão do plenário definirá se deputado vai se tornar réu na Lava Jato.

Renan RamalhoDe Brasília

Advogados do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apresentaram nesta segunda-feira (29) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para que o plenário da Corte decida sobre dois pedidos da defesa, em "sessão própria e prévia", antes da análise, marcada para a próxima quarta (2), de uma denúncia contra o deputado.

Se acatado pelo STF, o novo pedido levaria ao adiamento da sessão do plenário que vai decidir se aceita ou não a abertura de ação penal contra Cunha dentro da Operação Lava Jato. Na sessão, os 11 ministros vão analisar a acusação da Procuradoria Geral da República de que ele recebeu ao menos US$ 5 milhões para viabilizar contrato de navios-sonda da Petrobras.
Cunha sustenta que estão pendentes de julgamento dois “agravos regimentais”, um tipo de recurso apresentando contra decisão da própria Corte.
Esses pedidos pedem reabertura de prazo para a defesa e, segundo os advogados, podem influenciar na própria formulação das alegações do deputado.
O deputado alega que ainda não teve acesso a “elementos informativos produzidos pelos órgãos estatais”, relativos à investigação. Num dos agravos, ele pede que o Ministério Público anexe à denúncia todos os depoimentos de Júlio Camargo, ex-executivo da empresa Toyo Setal e um de seus delatores.
“O julgamento desses agravos regimentais deve anteceder não só à análise do recebimento ou rejeição da denúncia, mas devem ocorrer em sessão própria, a fim de se evitar uma tramitação tumultuada do processo penal, sobretudo diante da grande quantidade de questões fáticas e jurídicas em debate no caso concreto”, afirmam os advogados.
Se a denúncia contra Cunha for aceita pelo STF, ele passará à condição de réu num processo criminal. A decisão só pode ser proferida pelo plenário do Supremo, que se reúne somente às quartas e quintas.
Na semana passada, o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, colocou a acusação como primeiro item da pauta da próxima quarta (2).
Desde de que surgiram as suspeitas, Cunha tem negado as acusações da PGR e alega perseguição política por parte de Janot. Na época em que a denúncia foi feita, em nota, Cunha afirmou nunca ter recebido "qualquer vantagem de qualquer natureza, de quem quer que seja, referente à Petrobras ou a qualquer outra empresa, órgão público ou algo do gênero".

Eduardo Cunha também é alvo de um pedido de afastamento do cargo de presidente da Câmara, feito pela PGR. O pedido ainda não tem previsão para ser analisado. O procurador diz que cunha usou o cargo de presidente para atrapalhar as investigações da operação Lava Jato.

O parlamentar ainda é alvo de outro inquérito, que investiga se ele é dono de contas na suíça que não foram declaradas à autoridades brasileiras. A apuração também visa identificar se houve evasão de divisas e lavagem de dinheiro na remessa de recursos ao exterior. Cunha alega que as contas não estão em seu nome, mas que ele é usufrutário delas.

Acidente aconteceu na tarde desta segunda-feira (29) em Santa Rita.
Segundo Ciop, pelo menos três pessoas morreram.

Do G1 PB

Pelo menos três pessoas morreram e muitas outras ficaram feridas após uma colisão entre um ônibus e um trem na passagem de nível de Várzea Nova, distrito de Santa Rita, na Região Metropolitana de João Pessoa, nesta segunda-feira (29), de acordo com informações divulgadas pelo Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop). Inicialmente, a polícia chegou a divulgar que seriam seis pessoas mortas, mas ao longo do socorro o número foi atualizado.
De acordo com boletim médico divulgado às 17h41 pelo Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, para onde os feridos estão sendo levados, o quadro clínico das oito pessoas que foram atendidas até as 17h15 era considerado grave.
Entre os feridos que foram identificados há um adolescente de 14 anos, dois jovens de 20 e 29 anos e uma pessoa idosa de 58 anos. Os demais ainda estão sem identificação. A unidade está operando em esquema especial com pelo menos 18 profissionais para atender os feridos.
A assessoria de imprensa da unidade informou por volta das 16h30 que entre 20 e 30 feridos estavam sendo levado para o local por equipes dos Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para a unidade. O Corpo de Bombeiros também está no local para socorrer as vítimas.
O acidente foi confirmado pela assessoria de imprensa da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), que explicou que informações preliminares dão conta de que o ônibus estaria parado na linha férrea e que o trem teria buzinado várias vezes para alertar que estava se aproximando, mas não teve sucesso.
Em nota, o órgão lamentou o acidente e informou que vai abrir sindicância para apurar os fatos. A nota também informa que relatos de testemunhas indicam que o acidente aconteceu por volta das 15h30 no sentido João Pessoa/Santa Rita.
Por conta do acidente, a prefeitura de Santa Rita decretou cinco dias de luto oficial na cidade.
Acidente entre trem e ônibus em Santa Rita, na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)Acidente aconteceu em passagem de nível em Santa Rita, na Paraíba (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Defesa do ex-presidente prestou esclarecimentos por escrito ao MP. 
Lula deporia nesta quinta-feira em investigação sobre triplex no Guarujá.

Do G1 São Paulo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira-dama, Marisa Letícia (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo; Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo)O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ex-primeira-dama, Marisa Letícia (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo; Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil/Arquivo)
O Instituto Lula divulgou, na tarde desta segunda-feira (29), que o ex-presidente Lula e a mulher dele, Dona Marisa Letícia, não irão comparecer ao depoimento marcado para próxima quinta-feira (3), em São Paulo, sobre o tríplex no Guarujá. O aviso foi feito pelos advogados de defesa do casal ao Ministério Público nesta segunda. Segundo o Instituto, "as explicações escritas a respeito da investigação sobre o apartamento triplex, no Guarujá foram protocoladas junto ao Ministério Público".
O Ministério Público de São Paulo investiga a transferência de prédios inacabados da Bancoop – cooperativa do sindicato dos bancários que se tornou insolvente – para outras empresas, entre elas a OAS, envolvida no esquema de corrupção da Petrobras.
O MP-SP apura a suspeita de que o ex-presidente Lula tenha ocultado ser o dono do triplex 164-A, de 297 m², que fica no Condomínio Solaris, na praia de Astúrias.
Em nota, o Instituto Lula afirma que o ex-presidente e sua mulher "prestarão todos os esclarecimentos por escrito e não em audiência, uma vez que, houve infração da norma do promotor natural, prejulgamento ou antecipação de juízo de valor e faculdade e não obrigação."
O texto ainda fala que o ex-presidente e sua esposa manifestaram desejo de prestar depoimento à “autoridade imparcial e dotada de atribuição, que respeite os princípios do promotor natural."
Os advogados negam qualquer irregularidade e dizem que Lula não é proprietário do imóvel. Na petição, a defesa do ex-presidente diz entender que o promotor Cássio Conserino não é o promotor natural do caso e que ele se mostra parcial na condução do procedimento investigatório criminal.
O Ministério Público não confirma que a presença do ex-presidente e da ex-primeira-dama seria obrigatória. Os advogados de Lula dizem terem recebidos na sexta-feira (26) a intimação para o depoimento com a advertância de que “em caso de não comparecimento importará na tomada de medidas legais cabíveis, inclusive condução coercitiva pela Polícia Civil e Militar nos termos das normas acima referidas”.
Os advogados de Lula alegam ainda "conflito de atribuições". Além de haver duas investigações relacionadas aos mesmos fatos, eles afirmam que o caso não poderia ser conduzido pelo MP Federal, já que as propriedades estão localizadas no estado de São Paulo e não poderiam ser remetidas para o Paraná, onde se concentra a Lava Jato.
"Ambos os procedimentos investigatórios foram instaurados para apurar os mesmos fatos […] sendo certo, ainda, que tanto o Parquet Federal como Parquet Estadual têm ciência dessa duplicidade – estando eles, aliás, como já exposto, fazendo compartilhamento de dados e informações”.
Lula e Marisa já tiveram um depoimento suspenso no dia 16 por um integrante do Conselho Nacional do Ministério Público. Eles tinham sido intimados para depor no dia 17, mas a liminar cancelou a presença deles no Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste de São Paulo. Apesar do cancelamento, manifestantes contra e a favor do governo federal foram à porta do Fórum protestar e causaram tumulto.
O atentado ainda não foi reivindicado, mas os ataques suicidas no Iraque são geralmente cometidos pelo grupo jihadista sunita EI

Por: AFP - Agence France-Presse

Posto de controle a oeste de Bagdá. Foto: Ahmad Al-Rubaye/AFP
Posto de controle a oeste de Bagdá. Foto: Ahmad Al-Rubaye/AFP


Um ataque suicida deixou ao menos 20 mortos e 40 feridos nesta segunda-feira na zona nordeste de Bagdá, depois que o agressor detonou seu cinturão de explosivos durante um funeral, informaram fontes da segurança iraquiana.

O ataque ocorreu na cidade de Muqdadiyah durante o funeral de um membro conhecido da tribo Bani Tamim, uma das principais tribos da província de Diyala, segundo as autoridades da segurança.

O atentado ainda não foi reivindicado, mas os ataques suicidas são geralmente cometidos pelo grupo jihadista sunita Estado Islâmico (EI) no Iraque.

No domingo, atentados em uma área xiita ao norte de Bagdá mataram 39 pessoas e feriram 76, os ataques mais sangrentos na capital iraquiana desde o início do ano. O EI reivindicou o ato.

O grupo extremista também alega ter sido responsável por um ataque em um café em Muqdadiyah, em janeiro, que deixou pelo menos 20 mortos, após o qual ataques foram realizados em represália contra as casas de moradores sunitas.

Na ocasião, a organização Human Rights Watch indicou que milicianos xiitas haviam sequestrado e matado civis sunitas e incendiado casas e mesquitas.

Image copyrightMarcelo Camargo Agencia Brasil
Image captionSob forte presença da polícia, manifestantes protestam em Brasília em junho de 2014 contra gastos com a Copa do Mundo; sociedade se divide entre crítica e apoio à violência policial, avalia secretária.
No Brasil, a mesma sociedade que pede o fim da Polícia Militar em manifestações, alarmada pelos índices de violência policial, acha que "bandido bom é bandido morto".
Para a secretária nacional de Segurança Pública, Regina de Luca Miki, tal "distorção" explica a relação conturbada do brasileiro com as instituições que devem protegê-lo.
"A relação (entre Polícia Militar e sociedade) se perde lá atrás. É uma polícia formada pela ditadura, que vem buscando seu caminho hoje, mas por outro lado é cobrada pela própria sociedade para que aja com violência, daí fica uma distorção", afirmou a secretária em entrevista à BBC Brasil durante visita a Londres.
Segundo os dados mais recentes disponíveis, uma pessoa é morta pela polícia no Brasil a cada três horas. Foram 3.009 mortes em 2014, aumento de 37% em relação ao ano anterior. E 398 policiais foram mortos naquele ano, ao menos um por dia.
Nos EUA, por exemplo, país com número muito superior de armas de fogo em circulação e com população 60% maior do que a brasileira, o total de civis mortos pela polícia em 2012 foi de 410, ante 1.890 no Brasil no mesmo período.
A preocupação com a violência na ação policial se reflete nas ruas. Ao menos desde 2013, gritos de guerra pedindo o fim da PM são comuns em protestos pelo país, seja em atos contra a especulação imobiliária no Recife, em solidariedade aos professores em Curitiba ou pela revogação do aumento das passagens em São Paulo.
Por outro lado, metade da população das grandes cidades brasileiras acredita que "bandido bom é bandido morto", como mostrou pesquisa Datafolha em julho de 2015. Ao todo, 50% dos entrevistados disseram concordar com a afirmação, 45% discordaram e o restante não respondeu ou não concorda nem discorda.
Image copyrightTomaz Silva Agencia Brasil
Image captionManifestantes protestam em abril de 2015 contra violência policial em favelas do Rio de Janeiro; país teve mais de 3 mil mortes por policiais em 2014.
No cargo desde 2011 e conhecida pelo período em que comandou a segurança em Diadema (SP) e a cidade reduziu sua taxa de homicídios em 78% (de 2001 a 2008), Miki diz acreditar em uma "polícia em que os direitos humanos prevaleçam".
"Tenho o prazer de comandar uma instituição que nunca cometeu um crime contra a população, apesar de trabalhar em situações de crise", afirmou, em referência à Força Nacional de Segurança, criada em 2004 para atender situações emergenciais nos Estados.

Homicídios

Relatório lançado pela ONU em 2014 apontou que 10% dos homicídios do mundo são cometidos no Brasil e que o país concentra 21 das 50 cidades mais letais. Foram 53.240 vítimas de homicídios dolosos no país naquele ano - uma pessoa assassinada a cada dez minutos -, e o governo federal até hoje não tem um diagnóstico preciso sobre as causas desse fenômeno.
Esse é o motivo, afirma Miki, pelo qual o chamado Pacto Nacional de Redução de Homicídios, promessa de campanha de Dilma em 2014, ainda está nos primeiros passos.
A ideia, que começou a ser discutida no Ministério da Justiça em dezembro de 2014, era buscar uma meta de redução de 5% nos homicídios por ano, com foco nos 81 municípios mais violentos, novas campanhas de desarmamento, entre outras ações.
Image copyrightTania Rego Agencia Brasil
Image captionONG Rio de Paz organizou, em 2012, protesto contra o alto índice de homicídios no Brasil; lençol com 500 mil grãos de feijão simbolizou número aproximado de pessoas assassinadas no país em dez anos.
A suposta lentidão vem sendo alvo de críticas de especialistas do setor.
"De qual dificuldade padece o Ministério da Justiça para justificar sua incapacidade em liderar um movimento nacional em prol da vida?", questionaram, em artigo recente, Samira Bueno e Humberto Viana, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Julita Lemgruber, coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec/Ucam), fez coro em outro texto recente: "Infelizmente praticamente nada aconteceu. Para além de atividades técnicas pontuais, o governo patina e deixa dúvidas: será que a crise política inviabilizou mesmo o plano ou será que o governo federal jamais teve, de fato, coragem para assumir e cobrar dos governadores compromissos efetivos para modernizar a segurança pública e reduzir a violência?"
A secretária nacional de Segurança diz que o governo está trabalhando no pacto e que há inquietação no meio acadêmico pois "as ações são imperceptíveis porque são diagnósticos". "São coisas importantes que não temos no Brasil. Você não tem um estudo da motivação do crime de homicídio até hoje no país", afirmou.
"Nosso menor problema é o anúncio (oficial do pacto, que ainda não ocorreu). O maior problema é sabermos exatamente onde agir para atingir a meta", disse a secretária.
Segundo ela, também já houve liberação de recursos para criação de centros integrados de controle, nos moldes dos que funcionaram na Copa do Mundo, em Goiás e Santa Catarina. "E estamos com pesquisadores no Nordeste fazendo microdiagnósticos nos 34 municípios mais violentos, para saber quais as intervenções além das policiais devem ser feitas."

Qualidade dos dados

Outra iniciativa federal em segurança sob questionamento é o Sinesp (Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública), base criada em 2012 para integrar informações e subsidiar políticas em segurança.
Em 2011, quando o sistema estava em elaboração, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, chegou a afirmar que o Estado que não informasse suas ocorrências policiais sofreria corte nos repasses de verbas da União para segurança.
Especialistas citam, por exemplo, que o sistema não apresenta dados confiáveis, e que houve erros graves - como a omissão de 3 mil homicídios - no relatório mais recente.
Image copyrightReuters
Image captionHomem segura arma no Rio ao lado de cartaz sobre campanha de desarmamento; pesquisa revelou sociedade dividida sobre como lidar com crimes e criminosos.
"O sistema funciona, o que falta é o Estado alimentar corretamente. Quem alimenta (o sistema) não é o governo federal", afirmou Miki.
Sobre a padronização ainda insuficiente dos dados, a secretária disse lamentar a não aprovação, pelo Congresso, da PEC (Proposta de Emenda Constitucional) 33, que daria ao governo federal o poder de organizar os registros criminais no país.
"Já foi estimulada (a padronização dos dados), mas o Estado é autônomo. Tenho Estados no Brasil que registram ocorrências, e não vítimas. Não tenho como obrigá-los. Mesmo assim o Sinesp já produziu muito, temos mapas de criminalidade e o Sinesp Cidadão é um dos aplicativos de melhor avaliação (...), mas a qualidade dos dados depende da qualidade do registro dos Estados."

Marca do governo

Promessas do governo Dilma em segurança acabaram sendo reformuladas ou ainda estão incompletas - a intenção anunciada em 2010 de construir 2.800 postos comunitários de segurança inspirados nas UPPs (Unidades de Polícia Pacificadora) do Rio, por exemplo, acabou não saindo do papel.
"Percebemos que a construção nesse número era inviável, porque iríamos retirar da circulação da rua aproximadamente um terço de todo o efetivo de policiais do país", disse Cardozo em entrevista à Folha de S. Paulo em 2012.
No ano passado, a BBC Brasil mostrou que o projeto federal dos chamados "ônibus do crack", iniciativa que recebeu parte dos recursos originalmente destinados aos postos comunitários, estava prejudicado: prefeituras receberam os micro-ônibus para apoiar o combate ao tráfico e ao uso do crack, mas, por atraso em licitação, uma parte dos veículos chegou sem câmeras destinadas a monitorar as cracolândias.
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Image captionMinistro José Eduardo Cardozo em micro-ônibus entregue pelo governo para combate ao uso e tráfico de crack; projeto enfrenta problemas em licitação.
Para a secretária nacional de Segurança, são questões pontuais que não comprometem os resultados gerais do Planalto no setor.
"Aí (parece que) está tudo errado, o que não é verdade. A grande marca é a integração. Fizemos grandes eventos, e essa é a nossa competência", disse.
Miki afirma ser preciso deixar "muito claro" que a competência federal em segurança pública é a "indução da política".
"Capacitação, equipamentos para melhorar as condições do profissional na ponta e integração das polícias. Os grandes eventos nos mostram isso. As integrações têm funcionado. E até não termos a mudança constitucional necessária para que a participação federal seja mais ampla, a grande marca será a integração."

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