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Judiciário anunciou que corte no orçamento impedirá uso da urna eletrônica.
'Eleições 2016' foi um dos assuntos mais comentados no Twitter.

Do G1, em SP
Meme voto 1 (Foto: Reprodução/Twitter)Foto de Bela Gil foi usada para ironizar a volta do voto de papel (Foto: Reprodução/Twitter)













O anúncio de que as eleições não serão feitas por urnas eletrônicas em 2016 tem causado furor nas redes sociais nesta segunda-feira (30). O termo "Eleições 2016" foi um dos assuntos mais comentados, alcançando os Trending Topics do Twitter nesta tarde.
Uma portaria publicada no Diário Oficial da União informou que o corte no orçamento do Judiciário"vai inviabilizar as eleições de 2016 por meio eletrônico". O documento, assinado pelos presidentes dos tribunais superiores, se refere ao contingenciamento que impedirá a utilização de R$ 1,7 bilhão do orçamento.
Em nota, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirmou que o corte "compromete severamente" os projetos dos tribunais, incluindo as aquisições de novas urnas eletrônicas necessárias para a realização das votações do ano que vem.
Muitos eleitores usaram as redes sociais para criticar e também fazer piadas sobre a possível volta das cédulas de papel. Veja abaixo uma seleção com alguns dos melhores memes publicados no Twitter.
Meme voto 2 (Foto: Reprodução/Twitter)


Meme voto 3 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 4 (Foto: Reprodução/Twitter)
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Meme voto 5 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 6 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 7 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 7 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 8 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 9 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 11 (Foto: Reprodução/Twitter)
Meme voto 12 (Foto: Reprodução/Twitter)
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Meme voto 13 (Foto: Reprodução/Twitter)

Informação foi publicada na edição desta segunda do 'Diário Oficial da União'.
Contingenciamento impedirá o uso de R$ 1,7 bi do orçamento do Judiciário.

Mariana OliveiraDe Brasília
Uma portaria publicada no "Diário Oficial da União" desta segunda-feira (30) e assinada pelos presidentes dos tribunais superiores informa que o corte no orçamento do Judiciário vai inviabilizar as eleições de 2016 por meio eletrônico.
Ao todo, o contingenciamento impedirá a utilização de R$ 1,7 bilhão do orçamento do Supremo Tribunal Federal (STF), Superior Tribunal de Justiça (STJ), Justiça Federal, Justiça Militar da União, Justiça Eleitoral, Justiça do Trabalho, Justiça do Distrito Federal e Territórios e Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A portaria é assinada por Ricardo Lewandowski, presidente do STF e do CNJ; Dias Toffoli, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE); Laurita Vaz, vice-presidente do STJ e presidente em exercício do conselho da Justiça Federal; Antonio Levenhagen, presidente do TST; William Barros, presidente do Superior Tribunal Militar; e Getúlio Oliveira, presidente do TJDFT.
A portaria desta segunda não explica os motivos que inviabilizarão o uso das urnas eletrônicas no ano que vem.
"O contingenciamento imposto à Justiça Eleitoral inviabilizará as eleições de 2016 por meio eletrônico", diz o texto publicado.
Veja quanto cada tribunal ficará impedido de utilizar no orçamento com o contingenciamento:
-Supremo Tribunal Federal: R$ 53.220.494,00
- Superior Tribunal de Justiça: R$ 73.286.271,00
- Justiça Federal: R$ 555.064.139,00
- Justiça Militar da União: R$ 14.873.546,00
- Justiça Eleitoral: R$ 428.739.416,00
- Justiça do Trabalho: R$ 423.393.109,00
- Justiça do DF e Territórios: R$ 63.020.117,00
- Conselho Nacional de Justiça: R$ 131.165.703,00
Em nota, o TSE informa que o bloqueio de R$ 428.739.416,00 do orçamento da Justiça Eleitoral para 2016 "compromete severamente" projetos do próprio tribunal e dos Tribunais Regionais Eleitorais (veja íntegra da nota ao final desta reportagem).
"O impacto maior reflete no processo de aquisição de urnas eletrônicas, com licitação já em curso e imprescindível contratação até o fim do mês de dezembro, com o comprometimento de uma despesa estimada em R$ 200.000.000,00", diz trecho da nota.
"A demora ou a não conclusão do procedimento licitatório causará dano irreversível e irreparável à Justiça Eleitoral. As urnas que estão sendo licitadas tem prazo certo e improrrogável para que estejam em produção nos cartórios eleitorais", afirma o TSE.
Ao final do texto, o TSE afirma que o presidente do tribunal, ministro Dias Toffoli, irá, em conjunto com o ministro Ricardo Lewandowski, "envidar todos os esforços no Congresso Nacional para que as verbas devidas sejam autorizadas, a fim de se garantir a normalidade das eleições do ano que vem".
Veja abaixo a íntegra da nota divulgada pelo TSE:
Nota à imprensa: contingenciamento comprometerá as Eleições Eletrônicas Municipais de 2016
A Portaria Conjunta nº 3/2015, publicada nesta segunda-feira (30) no Diário Oficial da União e assinada pelos presidentes dos tribunais superiores, informa que o contingenciamento de recursos determinado pela União para cada área do Poder Judiciário, incluindo a Justiça Eleitoral, “inviabilizará as eleições de 2016 por meio eletrônico”.
Na semana passada, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Dias Toffoli, já havia procurado o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, para expor a preocupação diante da medida do Executivo.
O total que não será repassado para a Justiça Eleitoral soma exatos R$ 428.739.416,00 o que prejudicará a aquisição e manutenção de equipamentos necessários para a execução do pleito do próximo ano. Esse bloqueio no orçamento compromete severamente vários projetos do TSE e dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).
O impacto maior reflete no processo de aquisição de urnas eletrônicas, com licitação já em curso e imprescindível contratação até o fim do mês de dezembro, com o comprometimento de uma despesa estimada em R$ 200.000.000,00.
A demora ou a não conclusão do procedimento licitatório causará dano irreversível e irreparável à Justiça Eleitoral. As urnas que estão sendo licitadas tem prazo certo e improrrogável para que estejam em produção nos cartórios eleitorais.
Na espécie, não há dúvida que o interesse público envolvido há que prevalecer, ante a iminente ameaça de grave lesão à ordem, por comprometer as Eleições Eletrônicas Municipais de 2016.
A portaria dos tribunais superiores é assinada pelos presidentes do STF, ministro Ricardo Lewandowski, do TSE, ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Antonio José de Barros Levenhagen, do Superior Tribunal Militar (STM), William de Oliveira Barros, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), desembargador Getúlio de Moraes Oliveira, e pela vice-presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministra Laurita Vaz.
O presidente do TSE registra e agradece o apoio do presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, e informa que, juntos, irão envidar todos os esforços no Congresso Nacional para que as verbas devidas sejam autorizadas, a fim de se garantir a normalidade das eleições do ano que vem.

Em outro pedido, PGR solicita investigação de Renan, Jader e de deputado.
Procurador-geral aponta suspeitas de corrupção passiva e lavagem.

Mariana OliveiraDe Brasília

Os senadores Renan Calheiros, Delcídio Amaral e Jader Barbalho podem vir a ser alvo de novo inquérito no STF (Foto: Montagem com imagens de Waldemir Barreto/Agência Senado, Moreira Mariz/Agência Senado e Jefferson Rudy/Agência Senado)Os senadores Renan Calheiros, Delcídio Amaral e Jader Barbalho podem vir a ser alvo de novo inquérito no STF (Foto: Montagem com imagens de Waldemir Barreto/Agência Senado, Moreira Mariz/Agência Senado e Jefferson Rudy/Agência Senado)
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu nesta segunda-feira (30) ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de mais dois inquéritos na Operação Lava Jato para investigar os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL) – presidente do Senado – Delcídio do Amaral (PT-MS), e Jader Barbalho (PMDB-PA)
Em outro pedido, o chefe do Ministério Público quer investigar Renan, Jader e o deputado federal Aníbal Gomes (PMDB-CE). Nas duas solicitações de abertura de inquérito, as suspeitas são de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Os pedidos estão em segredo de Justiça e se baseiam em petições ocultas – procedimentos adotados no Supremo para manter em sigilo as delações premiadas.
A delação homologada em data próxima à do pedido de investigação é a do lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, acusa de ser um dos lobistas do PMDB no esquema de corrupção que atuava na Petrobras. O PMDB nega a acusação.
Se os dois inquéritos forem abertos, Renan será alvo de cinco inquéritos da Lava Jato. Delcídio do Amaral será investigado em duas apurações.
Jader Barbalho até então não figurava na lista de investigados da Operação Lava Jato. Se o Supremo autorizar a investigação, o total de investigados na Operação Lava Jato vai a 68 – 23 deputados, 14 senadores, 1 ministro de Estado e 1 ministro do Tribunal de Contas da União.
Atualmente, são 31 inquéritos abertos no Supremo e quatro pedidos de abertura de inquérito pendentes – os dois que chegaram nesta segunda-feira e mais dois contra o senador Fernando Collor de Mello, que chegaram há duas semanas.
Por meio de sua assessoria de imprensa, Renan Calheiros reiterou que suas relações com as empresas públicas "nunca ultrapassaram os limites institucionais" e que o senador "nunca autorizou, credenciou ou consentiu" que seu nome fosse utilizado por terceiros
A assessoria do presidente do Senado informou, ainda, que ele já prestou os esclarecimentos necessários, mas que está à disposição para novos informações, se for o caso.
A assessoria de imprensa de Delcídio do Amaram informou ao G1 que o advogado do senador precisará se inteirar do caso para divulgar um posicionamento.
Procurado pelo G1, o senador Jader Barbalho informou desconhecer a situação. "Estou tomando conhecimento por você. Não tenho nenhuma manifestação a fazer por desconhecer qualquer razão [para abertura de investigação]".
G1 tentou contato com a assessoria de Aníbal Gomes e com o advogado dele, mas até a última atualização desta reportagem ainda não havia obtido resposta.
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Dezesseis pessoas foram denunciadas hoje (30) pelo Ministério Público Federal (MPF) por envolvimento em negociações irregulares para a aprovação de medidas provisórias, emendas, sanções e vetos em projetos de lei. De acordo com os investigadores, foram identificadas práticas de crimes como corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro, organização criminosa e extorsão.

Foto: Valter Campanato/ Agência Brasil

A nova frente de investigações da Operação Zelotes tem como origem materiais recolhidos durante as apurações de irregularidades cometidas no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf). De acordo com o procurador regional da República Frederico de Carvalho Paiva, uma das organizações criminosas investigadas agiu “para viabilizar a aprovação de legislação que concedeu benefícios fiscais a empresas do setor automobilístico”, o que resultou na abertura de um inquérito específico para o caso.

Em meio às diligências feitas contra as empresas SGR Consultoria Empresarial (fundada pelo ex-auditor fiscal da Receita Federal Eivany Antônio da Silva) e a Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia Corporativa (M&M), foram identificadas ações para atender a interesses da montadora MMC junto ao Carf, última instância administrativa na esfera tributária, e obter decisões favoráveis a ela.

O grupo teria atuado, posteriormente, na compra de legislações federais, como medidas provisórias que beneficiaram a MMC e o grupo Caoa, empresa montadora também do setor automobilístico, segundo o MPF. Só com ações no Carf, a MMC deixou de pagar mais de R$ 266 milhões. “Já as renúncias fiscais decorrentes da prorrogação da MP 471/2009 alcançam R$ 879,5 milhões”, disse o procurador Frederico de Carvalho Paiva.

Segundo os investigadores, a MMC teria repassado R$ 57 milhões a lobistas, de forma parcelada entre 2009 e 2015. Além disso, a fim de ocultar a relação com a SGR, a MMC fez uso da M&M, com quem já tinha relacionamento comercial antigo.

As investigações apontaram também para o envolvimento da servidora pública Lytha Battiston Spíndola e de seus filhos Vladimir e Camilo Spíndola no caso, e do ex-diretor de Comunicação do Senado, Fernando César Mesquita, que teria recebido R$ 78 mil, como pagamento por monitorar a tramitação da MP 471 no Congresso Nacional, medida provisória que rendeu benefícios fiscais à MMC e à Caoa entre 2010 e 2015.

De acordo com os procuradores, no período em que foi assessora especial do gabinete da Casa Civil e, entre seus trabalhos, fez uma análise do texto da MP 512/2010, Lytha teria atuado no sentido de convencer a Presidência da República a ignorar um parecer técnico do Ministério da Fazenda, o que garantiu benefícios às empresas citadas. Entre 2010 e 2014, ela recebeu R$ 2 milhões da M&M, dinheiro que foi repassado a empresas de seus filhos, que segundo os procuradores, estavam a par das irregularidades.

“Nas investigações identificamos também a prática de crime de extorsão. No caso, os denunciados [Halysson Carvalho Silva e Marcos Augusto Henares Vilarinho] o fizeram após o grupo Caoa ter se recusado a pagar parte do acertado na negociação que levou à aprovação da MP 471”, disse o procurador Frederico Paiva. Documentos apreendidos pelos investigadores indicavam que, juntas, MMC e Caoa deveriam pagar R$ 32 milhões à M&M, valor que seria dividido também com a SGR. Segundo mensagens trocadas pelos investigados, 40% desses valores seriam usados para pagar “colaboradores”.

Para o Ministério Público, esse percentual seria destinado a agentes públicos corrompidos, o que inclui parlamentares federais cujos nomes ainda não foram identificados. Os 60% restantes seriam distribuídos entre lobistas.

Segundo apurado, Mauro Marcondes, da empresa M&M, teria recusado a repassar parte do que era devido à empresa SGR, que passou a ter problemas para pagar seus compromissos. Halysson Silva e Marcos Vilarinho foram então contratados pela SGR para ameaçar, tanto Marcondes, quanto Eduardo Ramos, da MMC. Nas conversas entre as partes, o valor reivindicado era de US$1,5 milhão. Caso a quantia não fosse paga, Halysson ameaçava entregar um dossiê sobre a MP 471 à oposição e à imprensa.

Além de pedir a prisão dos denunciados, o MPF solicitou a perda dos cargos e a cassação de aposentadorias de envolvidos, além do pagamento de, no mínimo, R$ 879,5 milhões como reparação aos cofres públicos. De acordo com os investigadores, a União perdeu R$ 1,58 milhão decorrente da lavagem de dinheiro praticada pelos denunciados.

Na relação de denunciados apresentadas pelo MPF estão José Ricardo da Silva e Eivany Antônio da Silva (por organização criminosa, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e extorsão); Alexandre Paes dos Santos e Eduardo Gonçalves Valadão (por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e extorsão); Mauro Marcondes Machado, Cristina Mautoni Marcondes Machado, Francisco Mirto Florêncio da Silva e Eduardo de Souza Ramos (por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção ativa); Lytha Battiston Spíndola e Robert de Macedo Soares Rittscher (por organização criminosa e lavagem de dinheiro); Paulo Arantes Ferraz (corrupção ativa); Vladimir Spíndola e Camilo Spíndola (por lavagem de dinheiro); Fernando Cesar de Moreira Mesquita (por corrupção passiva), além de Halysson Carvalho Silva e Marcos Augusto Henares Vilarinho (por extorsão).
Agência Brasil

Dois homens subiram no telhado para salvar animal.
Polícia e moradores não sabem informar como bode foi parar na cobertura.

Do G1 Bauru e Marília
Homens subiram no telhado para salvar bode (Foto: Reprodução / TV TEM)Homens subiram no telhado para salvar bode
(Foto: Reprodução / TV TEM)
Um bode chamou a atenção dos moradores deBariri (SP) nesta segunda-feira (30). O animal foi parar no telhado de uma casa, mas nem a polícia nem moradores souberam dizer como ele subiu.
Um vídeo foi enviado à redação da TV TEM e mostra o bode andando sobre o telhado, de um lado para o outro. Dois homens subiram na cobertura para salvar o animal que parecia tentar arrumar uma forma de sair do local. O bode está bem, mas a polícia não informou para onde ele foi levado.

Escola Estadual Pe Aquino está ocupada por alunos contra a reorganização.
14 escolas estão ocupadas na região Centro-Oeste Paulista.

Do G1 Bauru e Marília









A Justiça concedeu hoje uma liminar suspendendo o fechamento da Escola Estadual Padre Aquino, em Agudos (SP). O pedido é do Ministério Público. O juiz estabelece uma multa de R$ 10 mil em caso de descumprimento da decisão e autoriza a escola a fazer a rematrícula dos alunos.
Os estudantes ocupam o prédio desta escola desde o dia 18 de novembro e protestam contra o fechamento do prédio que será uma unidade da Etec. Segundo a reorganização no ensino, os alunos serão realocados para a Escola Estadual João Bastista Ribeiro.
Sobre a liminar contra a reestruturação, o governo do Estado informou que ainda não foi intimado oficialmente. A partir de então, analisará seu teor, e se for o caso, vai entrar com os recursos cabíveis.
Escola de Lençóis Paulista foi ocupada (Foto: Maria Vitória dos Santos / Arquivo Pessoal)Escola de Lençóis Paulista foi desocupada
(Foto: Maria Vitória dos Santos / Arquivo Pessoal)
Desocupação
A Escola Estadual Antonieta Grassi Malatrasi, em Lençóis Paulista, foi desocupada pelos estudantes na manhã de domingo (29), informou a dirigente de ensino. A escola foi ocupada no dia 20 de novembro por aproximadamente 60 estudantes, que são contrários à reorganização proposta pela Secretaria Estadual de Educação.
De acordo com a Diretoria de Ensino, a desocupação foi espontânea e por meio de um diálogo entre os funcionários da escola e os alunos. Não houve reintegração de posse e, ainda segundo a Diretoria, não houve confusão.
Protestos
No fim de semana, a escola Professor Carlos Alberto de Oliveira, de Assis, foi ocupada. A dirigente de ensino de Assis, Leide Célia Correia, confirmou que a unidade foi ocupada por 15 pessoas e que todos os cadeados foram trocados. Na região Centro-Oeste Paulista, outras 13 escolas seguem ocupadas.
A Escola Estadual Professora Iracema de Oliveira, em Ibitinga (SP), foi ocupada na tarde desta sexta-feira (27) por um grupo de 30 estudantes. Os alunos colocaram faixas e cartazes pela instituição e protestam contra o fechamento do estabelecimento de ensino. Uma equipe policial foi acionada e a manifestação segue pacífica.
Ainda nesta sexta-feira (27), alunos da Escola Estadual Dalton Morato Villas, localizada no bairro Vila Santa Maria, em Ourinhos (SP), colocaram faixas no prédio. A Polícia Militar foi acionada e a manifestação segue pacífica.
Outras duas escolas também continuam ocupadas no município. Na quinta-feira (26), a escola Justina Gonçalves de Oliveira, na Vila São Francisco, também conta com estudantes no local. A escola Maria do Carmo, que fica no jardim Matilde, foi ocupada por 100 alunos em protesto ao projeto de reestruturação, que a partir de 2016, fará com que o prédio passe a abrigar somente estudantes do ensino médio.
Confusão entre estudantes e policiais militares foi registrada em Marília (Foto: Divulgação)Confusão entre estudantes e policiais militares
foi registrada em Marília (Foto: Divulgação)
Na cidade de Marília,  aproximadamente 100 estudantes ocuparam o prédio da escola José Alfredo de Almeida na quinta-feira (19) e cerca de 200 estudantes também ocuparam a Escola Estadual Professora Sylvia Ribeiro de Carvalho. Uma equipe policial foi acionada e houve uma pequena confusão entre policiais militares e os estudantes no primeiro dia da ocupação na escola Sylvia Ribeiro.
De acordo com a Polícia Militar, equipes foram acionadas pela direção para tirar alunos e outros manifestantes que fecharam a entrada da escola armados de madeiras e restos de entulho. No local, a direção da escola informou aos policiais quem eram os manifestantes que não faziam parte da unidade e solicitou que eles fossem retirados do pátio.
Ainda segundo a polícia, os manifestantes atacaram os policiais com os pedaços de madeira. Os militares retiraram os jovens indicados pela direção da escola e os encaminharam para a Central de Polícia Judiciária. O protesto segue pacífico.
Em Assis, aproximadamente 70 estudantes ocupam o prédio da Escola Estadual Doutor Clybas Pinto Ferraz desde a noite de quarta-feira (18). Com faixas e cartazes, eles reivindicam contra a reorganização. Apenas os professores a favor do movimento podem entrar no local.
Em Cândido Mota, estudantes ocuparam a Escola Estadual Rachid Jabur na manhã desta segunda-feira (23) e protestam com faixas e cartazes. A manifestação segue pacífica.
Em Lins, cerca de 200 alunos ocuparam o prédio da Escola Estadual 21 de Abril, que fica na área central. Os estudantes protestam contra reorganização que fará com que o estabelecimento de ensino não tenha mais o Ensino Médio. Na quinta-feira, alguns estudantes protestaram em frente à Delegacia de Ensino e à Câmara dos Vereadores.
Propostas de negociação
A Secretaria de Educação do Estado informou que protocolou no Tribunal de Justiça propostas de negociação com estudantes para desocupação das escolas, mas não teve  acordo. Mesmo assim, o canal para diálogo continua aberto.
Em Bauru (SP), a Escola Estadual Antônio Ferreira de Menezes, localizada no bairro Alto Alegre, foi a quarta escola ocupada por estudantes na cidade. Os alunos colocaram faixas no prédio na quinta-feira (26), pois não concordam com a mudança dos alunos do Ensino Médio para a escola Maria Aparecida Okazaki, que vai mandar os alunos do Ensino Fundamental para a escola Ferre
Ainda na cidade, quarenta alunos da escola professor Luiz Castanho de Almeida foi ocupada por estudantes na terça-feira (24) , que colocaram faixas no prédio se manifestando contra o projeto do governo estadual, mas mesmo assim, foi realizada a prova do Saresp, o Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo, e nenhum aluno foi impedido de fazer.
Outras duas escolas também seguem ocupadas em Bauru (SP) . Aproximadamente 100  estudantes da Escola Estadual Ayrton Busch, localizada no Parque Jaraguá, se trancaram no prédio do estabelecimento de ensino na manhã de domingo (22). De acordo com as informações dos alunos, eles protestam contra a reorganização que prevê a transferência dos estudantes do ensino médio. Segundo a Polícia Militar, a ocupação segue pacificamente.
Aproximadamente 100 alunos continuam na Escola Estadual Stela Machado em Bauru desde terça-feira (17). Os estudantes trancaram a escola e, com faixas e cartazes, protestaram contra o cancelamento do Ensino Fundamental na escola, o que fará com que cerca de 700 alunos sejam realocados para outras escolas estaduais.
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Estudantes ocupam prédi da Escola Estadual Stela Machado em Bauru (Foto: Thais Andrioli/TV TEM)Estudantes ocupam prédi da Escola Estadual Stela Machado em Bauru (Foto: Thais Andrioli/TV TEM)
Agência14news
Carro que pegou fogo na área rural. (Divulgação).
Carro pegou fogo na área rural. (Foto: Divulgação)
Um homem foi socorrido pela Polícia Militar depois de ser encontrado caído ao lado de seu carro que estava pegando fogo, em um loteamento, na cidade de Bofete, região de Botucatu.
Segundo a polícia, o caso ocorreu neste domingo (29), por volta das 13h20, depois que a PM recebeu uma ligação através do número 190, avisando que um veículo estaria pegando fogo próximo a uma mata.
“Ao chegar pelo loteamento, deparamos com uma fumaça muito escura vindo do fundo de uma mata, onde conseguimos chegar até o local. Graças a Deus conseguimos tirar um senhor com vida que estava caído a uns 3 metros do veículo com chamas”, comentou o policial cabo Roberto que atuou no caso com o soldado Maian.
“Com a ajuda do senhor Antônio e outro morador do loteamento, conseguimos tirar a vítima de perto do carro e conduzi-la ao PS de Bofete, onde encontra em observação na UBS (Unidade Básica de Saúde)”, explicou o policial.
A vítima não teve queimaduras.
Foto: DivulgaçãoFoto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
Foto: Divulgação

Dez homens armados renderam os dois vigiais da empresa em Botucatu.
Equipamentos ficaram danificados, mas ladrões fugiram sem levar nada.

Do G1 Bauru e Marília
Dez homens armados invadiram uma indústria de ônibus na madrugada desta segunda-feira (30) e tentaram roubar dinheiro dos cinco caixas eletrônicos que ficam no interior da empresa, em Botucatu (SP).
De acordo com a Polícia Militar, os criminosos renderam e amarraram dois vigias que cuidam da empresa e, em seguida, usaram um maçarico para tentar abrir os caixas. Porém, o sistema de segurança acionou a polícia e os criminosos fugiram sem levar nada.
Policiais militares foram até o local, mas nenhum suspeito foi encontrado. Ainda segundo a polícia, esta é a segunda vez que a empresa é invadida por criminosos. Em agosto deste ano, homens armados entraram no estabelecimento, pegaram o maçarico e também tentaram roubar dinheiro dos caixas. Porém, a quadrilha também não conseguiu levar nada.
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Apesar dos equipamentos ficarem danificados, os criminosos não levaram dinheiro (Foto: Divulgação/Agência 14News)Apesar dos equipamentos ficarem danificados, os criminosos não levaram dinheiro (Foto: Divulgação/Agência 14News)

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