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Entre os entrevistados, 10% aprovam o governo da presidente
Popularidade de Dilma se manteve inalterada desde o último levantamento.











O Ibope divulgou, nessa quarta-feira (30), uma nova pesquisa encomendada pela Confederação Nacional da Indústria sobre a avaliação do governo da presidente Dilma Rousseff. Segundo o Instituto, a popularidade da presidente se manteve inalterada desde o último levantamento, divulgado em julho.
Na pesquisa divulgada em abril, 12% dos entrevistados consideravam o governo ótimo ou bom. Em julho 9% e agora 10%. Em abril, os que consideravam o governo regular eram 23%. Depois 21%, índice que se manteve agora.
Em abril, os que consideravam o governo ruim ou péssimo eram 64%. Em julho 68% e agora 69%. Nas três últimas pesquisas, 1% não soube responder.
Em abril, 19% dos entrevistados aprovavam a forma como a presidente Dilma governa o país. Em julho eram 15% e agora 14%. Os que desaprovavam eram 78%. Em julho, o índice subiu para 83% e agora está em 82%. Os que não souberam ou não responderam eram 4%, depois 2%e agora 3%.
Ibope ouviu 2.002 pessoas em 140 municípios, de 18 a 21 de setembro. O nível de confiança da pesquisa é de 95%. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
Fonte: jh

Kremlin iniciou ataques aéreos no país árabe, mas americanos contestam dizendo que eles estariam sendo direcionados a grupos de oposição ao presidente Bashar al-Assad.

Da BBC
Horas depois de o Parlamento russo ter aprovado por unanimidade o pedido do presidente Vladimir Putin para iniciar ataques na Síria, o Kremlin confirmou que os primeiros bombardeios já estavam sendo realizados perto da cidade de Homs.
Mas enquanto Moscou diz atacar o grupo autodenominado "Estado Islâmico" (EI), porta-vozes do governo americano reforçam as suspeitas levantadas pela oposição síria de que os bombardeios, na verdade, estão sendo direcionados a ela, e não aos grupos extremistas.
Homs faz parte da província de Hama, uma região que se encontra sob o controle dos rebeldes que se opõem ao governo de Bashar al-Assad.
Khaled Khoja, presidente da Coalizão Nacional Síria, da oposição, condenou o que chamou de "agressão militar russa" e disse ainda que o Kremlin não estava combatendo o "Estado Islâmico", mas sim utilizando sua força para "apoiar o regime de Assad em sua guerra contra os civis".
Preocupações
Em declarações no Conselho de Segurança da ONU, que se reuniu em Nova York, o chanceler sírio Walid al-Mouallem apoiou o início das operações militares russas e descreveu a atitude do Kremlin como "preventiva e defensiva".
"Apoio completamente as palavras do ministro (de Relações Exteriores Sergei) Lavrov com relação ao início das ações militares contra o terrorismo na Síria, a pedido da Síria e em coordenação com o governo", disse.
Ao mesmo tempo, o chanceler sírio questionou os bombardeios europeus sobre seu território.
"As ações do Reino Unido e da França no espaço aéreo sírio são uma violação descarada da lei internacional e da soberania nacional da Síria."
Durante a reunião do Conselho, o secretário de Estado americano, John Kerry, advertiu que Washington teria "graves preocupações" se Moscou estivesse bombardeando áreas onde não operam forças nem do "EI", nem da rede Al-Qaeda.
"Não vimos nenhum ataque contra o 'EI', o que vimos foram ataques contra a oposição síria."
A Rússia é a principal aliada do presidente sírio Bashar al-Assad (Foto: AP Photo/Muzaffar Salman)A Rússia é a principal aliada do presidente sírio Bashar al-Assad (Foto: AP Photo/Muzaffar Salman)
O governo americano informou que está avaliando as operações, ainda que o Pentágono estime que as ações russas são "contraditórias", segundo explicou em entrevista coletiva o secretário de Defesa, Ashton Carter.
O Comitê de Coordenação Local, que é uma rede de opositores sírios, assegurou que os aviões de guerra russos haviam bombardeado cinco áreas – Zafaraneh, Rastan, Talbiseh, Makarmia e Ghanto –, matando 36 pessoas, incluindo cinco crianças.
A Rússia, por sua vez, disse que está atacando redes de telecomunicações, abastecimento de combustível e depósitos de armas e munições do "EI".
Apoio a Assad
Depois da aprovação parlamentar, o Kremlin garantiu que, por enquanto, só está considerando o uso de operações aéreas, e não o envio de tropas terrestres ao país árabe.
"Isso se refere exclusivamente a uma operação da força aérea russa", disse o chefe de gabinete de Putin, Sergei Ivanov, à televisão local, afirmando que o "único objetivo" da operação é "dar apoio aéreo às forças do governo sírio em sua luta contra o 'Estado Islâmico'".
Rússia e Estados Unidos divergem no conflito da Síria, mas reconheceram a necessidade de coordenar suas ações no território sírio (Foto: AP Foto/Andrew Harnik)Rússia e Estados Unidos divergem no conflito da Síria, mas reconheceram a necessidade de coordenar suas ações no território sírio (Foto: AP Foto/Andrew Harnik)
Mas o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, não foi tão claro quando questionado se podia garantir que os aviões russos iriam bombear unicamente locais controlados pelo "EI".
"O principal objetivo é lutar contra o terrorismo e apoiar as autoridades legítimas em sua luta contra o terrorismo e o extremismo", disse Peskov.
Várias frentes
O conflito sírio, que teve início em 2011, coloca em confronto forças leais a Assad e organizações fundamentalistas, como o "EI", bem como grupos rebeldes "moderados" inspirados na Primavera Árabe.
Esses últimos estão sendo apoiados pelos Estados Unidos e seus aliados, que também têm bombardeado locais controlados pelo "Estado Islâmico".
Washington tem criticado o apoio de Moscou às forças de Assad e insiste que a solução para o confronto passa pela derrubada do presidente, que foi acusado de reprimir brutalmente seus próprios cidadãos.
Mas a Rússia convocou Washington e seus aliados para deixar Assad em paz e unir forças contra o "EI" – o governo do país também criticou o apoio dado pelos Estados Unidos aos rebeldes "moderados".
"O uso da força no território de um terceiro país só é possível se vier por uma resolução o Conselho de Segurança da ONU ou por um pedido legítimo do governo do país", insistiu Peskov nesta quarta-feira.
"Neste caso, a Rússia será o único país que atuará com uma base legítima (na Síria), porque foi para lá depois de um pedido legítimo do presidente sírio", reforçou.
A necessidade de coordenar ações no país árabe e evitar possíveis choques com a coalizão liderada por Washington, no entanto, foi uma das razões pelas quais Putin se reuniu com o presidente americano Barack Obama em Nova York no início da semana.
E Putin também aproveitou seu discurso na ONU para convocar os países para formar uma ampla coalizão internacional contra o terrorismo representado pelo "Estado Islâmico".
Segundo o analista da BBC para assuntos diplomáticos Jonathan Marcus, isso sugere que o "EI" será o principal alvo de Rússia e Síria.
"Mas o governo de Assad tem muitos outros inimigos, muitos deles apoiados pelo Ocidente, como Turquia, Arábia Saudita e os outros Estados do Golfo Pérsico", reforçou Marcus.
"E se a Rússia não se limitar a atacar o 'EI', isso poderá causar vários outros problemas", advertiu.

Direito a pedir novo benefício foi incluído em MP enviada por Dilma.
Câmara aprovou ainda mudanças no cálculo para pedir o benefício.

Taís Laporta e Nathalia PassarinhoDe São Paulo
Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (30) a chamada “desaposentadoria”, que dá ao aposentado que continuou trabalhando o direito de fazer um novo cálculo do benefício. A matéria – que ainda precisa passar pelo Senado Federal e pela presidente Dilma Rousseff – foi incluída como emenda à medida provisória (MP) que muda o cálculo da aposentadoria pela expectativa de vida.
O plenário da Câmara também suavizou nesta quarta as regras previstas na medida provisória enviada pela presidente Dilma para que um trabalhador possa obter a aposentadoria pelo cálculo progressivo da fórmula 85/95.
A aprovação ocorreu em meio a um impasse no Congresso sobre a votação de vetos presidenciais que tentam evitar a chamada "pauta-bomba", que prevê o aumento de gastos públicos enquanto o governo tenta equilibrar ascontas públicas, que estão no vermelho.
Veja abaixo a proposta da Câmara para a "desaposentadoria" e as mudanças aprovadas ao texto original da presidente:

"DESAPOSENTADORIA"
O que é a "desaposentadoria"?
A desaposentadoria é o direito do trabalhador aposentado de pedir um novo cálculo do benefício pago pelo INSS e gerado pelo fator previdenciário. Criado em 1999, o fator é uma regra que reduz o valor da aposentadoria para quem parou de trabalhar mais cedo. Ele leva em conta o tempo de contribuição de cada segurado, sua idade quando pediu o benefício e a expectativa de vida.
Para quem a "desaposentadoria" é indicada?
Quanto mais novo o trabalhador e menor seu tempo de contribuição, menor é o benefício recebido pelo fator previdenciário. Por isso, se o aposentado continua a trabalhar, seu tempo de contribuição e sua idade aumentam, tornando o valor do benefício mais favorável.
A "desaposentadoria" vai aumentar os gastos do governo?
De acordo com o a Advocacia-Geral da União, a "desaposentadoria" vai gerar gasto de R$ 70 bilhões em 20 anos para os cofres da Previdência. A aprovação ocorre em meio a um impasse no Congresso sobre a votação de vetos presidenciais que visam evitar a chamada "pauta-bomba", que prevê o aumento de gastos públicos.
Já é possível se desaposentar?
Atualmente, o governo não admite que o segurado renuncie ao benefício recebido para pedir outro, com base em novas condições de contribuição e salário. Por isso, os aposentados que continuam trabalhando e contribuindo para o INSS têm recorrido à Justiça para garantir benefício maior.
Qualquer aposentado poderá pedir a desaposentadoria?
Pelo texto da desaposentadoria inserido pelos deputados e aprovado pela maioria da Câmara, haverá uma carência de 60 novas contribuições após a primeira aposentadoria para que o trabalhador possa solicitar o “recálculo” do benefício.
Haverá limite para receber o novo benefício?
O valor da aposentadoria mensal estará limitado ao teto estabelecido pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), de R$ 4.663.
Quem se aposentar terá direito a outros benefícios?
A emenda aprovada pela Câmara também garante aos que continuam em serviço após a aposentadoria direito a auxílio-doença, auxílio-acidente, serviço social e reabilitação profissional, o que poderá gerar despesas ainda maiores para a Previdência.

Como o STF vê a desaposentadoria?
A constitucionalidade da desaposentação havia chegado ao Supremo Tribunal Federal (STF) e, em agosto do ano passado, dois ministros votaram contra a possibilidade do benefício – Dias Toffoli e Teori Zavascki –, enquanto outros dois votaram a favor – Luís Roberto Barroso e Marco Aurélio Mello. O julgamento, no entanto, foi interrompido por um pedido de vista da ministra Rosa Weber, que queria mais tempo para analisar a matéria. Desde então, o processo não voltou à pauta do STF e as dúvidas sobre a possibilidade de recálculo continuam.

NOVO CÁLCULO DO BENEFÍCIO

O que o governo propôs para calcular a aposentadoria?
A presidente Dilma enviou uma MP ao Congresso propondo uma alternativa à regra 85/95 para se aposentar, que foi aprovada em maio pelo Congresso Nacional e pôs fim ao fator previdenciário. Esse fator é uma regra que permite aposentar-se antes, mas com o benefício reduzido.
A fórmula 85/95 permite ao trabalhador se aposentar com 100% do benefício quando a soma da idade e tempo de contribuição for 85, no caso das mulheres, e 95, no caso dos homens. O tempo mínimo de contribuição para elas é de 30 anos e, para eles, de 35 anos.
A presidente vetou esse cálculo, sob a justificativa de que aumentaria o rombo na Previdência. No lugar, ela propôs uma outra fórmula para calcular a aposentadoria, que varia progressivamente conforme a expectativa de vida da população – que, em tese, aumenta a cada ano – começando em 85/95.
Quais mudanças a Câmara aprovou à proposta da presidente?
Os parlamentares aprovaram uma modificação para instituir uma condição mais benéfica ao trabalhador, mas que representará gasto maior aos cofres públicos. Pela proposta da presidente, a cada ano, seria necessário um ponto a mais na soma para obter a aposentadoria.
Em 2017, por exemplo, mulheres precisariam de 86 pontos e homens, de 96 – ou seja, haveria a soma de um ponto. Em 2022, seriam 5 pontos a mais. O texto aprovado pelos deputados prevê uma escala mais longa. A primeira alta na soma, de 85/95 para 86/96, seria em 31 de dezembro de 2018. A partir daí, seria adicionado um ponto no cálculo a cada dois anos e não um, conforme havia proposto a presidente Dilma.
Essas alterações no texto foram feitas na comissão mista que analisou a MP antes de ela ir ao plenário. O Planalto aceitou as modificações para garantir que o Congresso mantivesse o veto de Dilma à fórmula 85/95.
Pela proposta da Câmara, veja como fica a pontuação mínima para homens e mulheres, em cada dois anos, para receber 100% do benefício de aposentadoria:
Em 31 de dezembro de 2018
86 para mulheres e 96 para homens (acréscimo de 1 ponto na fórmula 95/85)
Em 31 de dezembro de 2020
87 para mulheres e 97 para homens (acréscimo de 2 pontos na fórmula 95/85)
Em 31 de dezembro de 2022
88 para mulheres e 98 para homens (acréscimo de 3 pontos na fórmula 95/85)
Em 31 de dezembro de 2024
89 para mulheres e 99 para homens (acréscimo de 4 pontos na fórmula 95/85)
Em 31 de dezembro de 2026
90 para mulheres e 100 para homens (acréscimo de 5 pontos na fórmula 95/85)

Com envio de informações, PGR poderá investigar presidente da Câmara.
Ministério Público suíço relata contas bancárias em nome de deputado.

Camila Bomfim e Mariana OliveiraDe Brasília
O Ministério Público da Suíça enviou ao Brasil, nesta quarta-feira (30), os autos da investigação sobre o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), por suspeita de lavagem de dinheiro e corrupção passiva, informou a Procuradoria Geral da República.
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, aceitou a transferência feita pelo MP suíço. Os documentos vão primeiro para o Departamento de Recuperação de Ativos do Ministério da Justiça e depois serão remetidos para a Procuradoria Geral da República.
G1 tentou contato com o advogado Antonio Fernando de Souza, que faz a defesa de Cunha, e deixou recado no seu celular, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. A assessoria de imprensa da presidência da Câmara informou que não iria se manifestar sobre o caso.
O Ministério Público da Suíça relata na documentação contas bancárias supostamente em nome de Cunha e familiares. As investigações começaram em abril na Suíça e resultaram em bloqueio de valores, segundo informou a PGR.
Cunha não pode ser extraditado para a Suíça porque é brasileiro nato.
A transferência de processo é um procedimento de cooperação internacional, em que se assegura a continuidade da investigação ou processo ao se verificar a jurisdição mais adequada para a tramitação do processo penal.
Com a transferência do processo, a Suíça renuncia à sua jurisdição para a causa, que passa a ser do Brasil e de competência do Supremo Tribunal Federal porque, devido à condição de deputado federal, Cunha tem prerrogativa de foro e só pode ser investigado com autorização do STF.
Este é o primeiro processo a ser transferido para o STF a pedido da Procuradoria-Geral da República e o segundo da Operação Lava Jato. A primeira transferência de investigação foi a do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró para Curitiba.
Depoente revelou
Suposto operador do PMDB no esquema de corrupção que atuava na Petrobras, o engenheiro João Augusto Rezende Henriques afirmou em depoimento à Polícia Federal (PF) que fez uma transferência ao exterior para uma conta do presidente da Câmara dos Deputados.
Henriques foi ouvido pela PF na última sexta-feira (25), após ter sido preso na 19ª fase da Operação Lava Jato, que investiga desvio de recursos de contratos da Petrobras.
Em despacho decretando a prisão preventiva de João Henriques, o juiz Sérgio Moro escreve que o suposto operador do PMDB confirmou pagamento de propina a um agente político, com foro privilegiado, já investigado pela Lava Jato.
Eduardo Cunha foi denunciado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot ao Supremo pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. De acordo com a Procuradoria, o presidente da Câmara recebeu propina de contratos firmados entre a Petrobras e fornecedores da estatal.
Em julho, o ex-consultor da Toyo Setal Júlio Camargo afirmou em depoimento à Justiça Federal do Paraná que foi pressionado por Cunha a pagar US$ 10 milhões em propina para que um contrato de navios-sonda da Petrobras fosse viabilizado. Do total do suborno, contou o delator, Cunha disse que era "merecedor" de US$ 5 milhões.
Além disso, investigadores da Lava Jato informaram que o lobista Fernando Soares, o Fernando Baiano, também confirmou em sua delação premiada que o presidente da Câmara recebeu, ao menos, US$ 5 milhões em propinas por contratos de locação dos navios-sonda. Baiano é acusado de ser um dos operadores do PMDB no esquema de corrupção que agia na estatal do petróleo.

Antonio Zorzella foi nomeado pelo prefeito João Cury no lugar de Wellington Lopes


Carlos Pessoa/Divulgação
Antonio Zorzella é o novo secretário adjunto de Comércio e Serviços
O empresário Antonio Zorzella Neto, 55 anos, é o novo secretário adjunto de Comércio e Serviços de Botucatu (100 quilômetros de Bauru). Ele substituirá Wellington Lopes, que deixou o cargo por motivos de ordem pessoal. Formado em Administração de Empresas, Zorzella trabalhou como funcionário do comércio por seis anos (1977/1983). Há 32 anos é empresário no ramo de materiais para construção. Esta será sua primeira experiência no setor público. Em 2004, Zorzella disputou a eleição como candidato a vice-prefeito.

Entre os projetos e ações que terá a responsabilidade de conduzir destacam-se: a revitalização da rua Amando de Barros; a modernização das avenidas Vital Brazil e Dom Lúcio; a reforma do Mercado Municipal; a legislação que trata de comida de rua e a retirada de trailers das ruas e o incremento ao processo de formalização de micro e pequenos empreendedores.

Além disso, o novo secretário pretende avançar em ações transversais a serem desenvolvidas com outras secretarias, como o plano de acessibilidade para os principais corredores comerciais da cidade e a ampliação da oferta de vagas em cursos de qualificação oferecidos pela Universidade do Trabalhador (Unit).

Da BBC

Image copyrightAP
Image captionKelly teve pedidos de clemência negado e foi executada com uma injeção letal; a Georgia não executava uma pessoa que não havia cometido assassinato desde que a pena de morte foi retomada no estado, em 1976.
A americana Kelly Gissendaner, de 47 anos, foi executada no Estado da Geórgia apesar de vários apelos por clemência, inclusive um feito pelo papa Francisco.
Foi a primeira mulher a ser executada no sul dos Estados Unidos em 70 anos. Ela foi morta na terça-feira, com uma injeção letal.
Os advogados de Kelly fizeram ao menos três apelos à Suprema Corte do país, para tentar adiar o cumprimento da execução, mas eles foram rejeitados.
Kelly planejou o assassinato do marido, Douglas Gissendaner, em 1997. O crime que foi executado por seu amante na época, Gregory Owen, que foi condenado à prisão perpétua. Ele conseguiu escapar da pena de morte por conta de um acordo judicial, no qual aceitou testemunhar contra Kelly.
O papa Francisco, que visitou os Estados Unidos e deixou o país no domingo, fez um apelo para que a sentença fosse reconsiderada.
Image captionAntes da execução, religiosos pedem clemência e humanidade no julgamento do caso
O arcebispo que representa o papa no país disse que não queria minimizar o crime, mas sugeriu que sua sentença fosse alterada por uma que "expressasse de uma maneira melhor tanto justiça como misericórdia".

Pena de morte

A Geórgia não executava uma pessoa que não havia cometido assassinato desde que a pena de morte foi retomada no Estado, em 1976. Cerca de 60 pessoas já foram executadas desde então e há mais de 80 pessoas no corredor da morte.
Nos últimos anos, 19 Estados acabaram com a pena de morte, sendo Nebraska o mais recente, em maio deste ano.
Mesmo assim, a pena de morte ainda é bastante difundida no país; está em vigor em 31 Estados americanos.

PMB é a 35 agremiação do país



O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou nesta terça-feira (29) o registro do Partido da Mulher Brasileira (PMB). A nova legenda já poderá disputar as eleições municipais do ano que vem, com o número 35. Esta foi a 35º legenda oficialmente reconhecido no país. 
O partido começou o processo de criação em 2008 e obteve apoio de 501 mil eleitores, quantidade que supera o mínimo atualmente exigido pela lei, de 486 mil. O PMB também comprovou possuir mais de nove diretórios no país, que era outro requisito.
A fundadora e presidente da legenda é Suêd Haidar Nogueira. Segunda ela, a ideia do PMB surgiu da necessidade de maior participação e respeito das mulheres em instâncias partidárias.

Eduardo Cunha, PSDB e DEM querem derrubar decisão de Dilma sobre financiamento de campanha


Por Eduardo Miranda

Se depender do Planalto, a votação dos seis vetos presidenciais começará pontualmente às 11h30 desta quarta-feira (30) e será concluída até o final do dia. O argumento que tem sido utilizado pela base é que a manutenção dos vetos presidenciais dará fôlego ao governo e tranquilizará o mercado e os agentes econômicos. Afinal, apenas o veto do reajuste dos servidores do Judiciário evitaria gastos na ordem de R$ 37 bilhões até 2019. Se aprovado, o reajuste praticamente anularia os cortes que o Executivo vem anunciando.
Mas, como todas as ações do governo dentro do Congresso, essa será mais uma tarefa hercúlea. Nesta terça-feira (29), o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e parte da oposição fez coro para que o veto da presidente Dilma Rousseff ao financiamento empresarial de campanha, publicado ontem à noite em edição extraordinária do Diário Oficial da União, seja incluído na pauta. A estratégia de Cunha é colocar o governo contra a parede, já que é preciso manter os seis vetos inicialmente agendados para hoje, e derrubar o item sobre da lei eleitoral.
Deputados e senadores votarão, em sessão conjunta no Congresso, seis vetos da presidente Dilma
Deputados e senadores votarão, em sessão conjunta no Congresso, seis vetos da presidente Dilma
Em discordância pública com um correligionário, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), Cunha sinalizou que convocará sessões extraordinárias na Câmara com o objetivo de inviabilizar o início da apreciação dos vetos. Isso, se Renan não incluir na pauta o veto ao financiamento de campanha. A sessão conjunta no Congresso só pode ter início após Câmara e Senado encerrarem suas atividades. Até as últimas horas Renan não havia cedido aos apelos de Cunha.
Já a oposição propriamente dita, liderada pelo deputado Mendonça Filho (DEM-PE), informou que poderá obstruir a votação dos demais vetos, caso o financiamento de campanha não entre na pauta. Segundo o parlamentar, houve a construção de um consenso para que a obstrução se repita. A ação conjunta de obstrução da votação dos vetos já havia ocorrido na semana passada e, por falta de quórum, seis dos 32 vetos ficaram para hoje. Mas o governo se considerou vitorioso na ocasião.
Outro veto de forte impacto, caso seja derrubado por deputados e senadores, é o que vincula o reajuste de aposentadorias à mesma correção do salário-mínimo de trabalhadores em atividade. Se for derrotado, o governo terá um gasto de aproximadamente R$ 10 bilhões. Mas o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), em sucessivas entrevistas nesta terça-feira demonstrou confiança na base aliada.
Além do reajuste do Judiciário e o das aposentadorias atrelado ao salário-mínimo, o governo teme também a derrubada do veto ao projeto de lei que permite a professores a dedução no imposto de renda de gastos com compra de livros. A medida não seria prejudicial às contas da União em 2015, mas geraria gastos de R$ 4 bilhões ao ano, a partir de 2016.
Diante das incertezas em relação aos próximos passos da oposição na votação dos vetos e da decisão de Renan de acolher ou não o pedido de Eduardo Cunha – o líder José Guimarães disse que não pode resolver a questão e que só Renan, como presidente do Congresso, tem poder de incluir o financiamento de campanha nas votações de hoje –, o governo tem como seu mais novo aliado o líder da bancada do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ). Até agora, é ele o parlamentar mais beneficiado pela reforma política. Picciani indicará o novo ministro da Saúde, pasta com o maior orçamento da Esplanada. Por isso, o sucesso da apreciação dos vetos da presidente Dilma dará o tom da reforma ministerial, a ser anunciada amanhã.

Uma das mulheres carregava um bebê no colo no momento da agressão.
Homem foi preso em flagrante após ser visto batendo em mulheres.

Do G1 Bauru e Marília
Um homem de 30 anos foi preso após agredir a esposa e a cunhada na noite de terça-feira (29), no bairro Altos da Cidade, em Bauru (SP). A Polícia Militar foi acionada para atender uma briga de família na rua Aviador Ribeiro de Barros. Quando chegaram ao local, os policiais viram o homem agredindo as duas mulheres, sendo que uma delas estava com um bebê de quatro meses no colo.
Quando o agressor viu a polícia, ele foi até a porta da sala e começou a ofender e xingar os policiais. Quando eles se aproximaram, o homem tentou agredi-los e foi detido com uso de força física e algema.
Anderson Galdino foi levado para a delegacia e preso em flagrante por lesão corporal, resistência, desacato, desobediência e ameaça. As duas vítimas tiveram escoriações leves na cabeça, onde receberam várias pancadas. O bebê que estava no colo de uma delas não foi atingido.

'Ele matava desde janeiro deste ano', diz delegado da Seccional Sul.
Exames de DNA deverão ser realizados em ossadas encontradas.

Glauco AraújoDe São Paulo










O delegado da 2ª Seccional - Sul, Jorge Carrasco, disse que vai investigar se o pintor de paredes Jorge Luiz Morais de Oliveira, de 41 anos, tem alguma relação com o desaparecimento de 30 pessoas na região do 35º Distrito Policial, que compreende à região de Jabaquara, na Zona Sul deSão Paulo, perto da casa onde o suspeito morava.

Jorge Luiz Morais de Oliveira é suspeito de matar e esconder corpos dentro do imóvel onde morava, na Favela Alba. Ele confessou em depoimento à polícia que matou seis pessoas – cinco mulheres e um homem, segundo Carrasco. A Polícia Civil disse, no entanto, que o homem vai responder por sete homicídios, que é o total de corpos e ossadas encontrados no imóvel até a tarde desta terça-feira (29).
"Temos uma relação de pessoas desaparecidas na área da circunscrição do 35º DP e em alguns desses casos temos evidências de que possivelmente tenham sido mortas por esse indivíduo. Ele disse em depoimento que matava desde janeiro deste ano", disse Carrasco.
Sobre a possibilidade de Oliveira ter recebido ajuda para matar e ocultar os corpos das vítimas, o delegado informou que o pintor "disse que agiu sozinho, mas a polícia vai investigar se tudo o que ele disse no interrogatório é verdade."
O seccional explicou que deve fazer exames de DNA para identificar os corpos e ossadas encontradas na casa do pintor. "O trabalho de identificação dos corpos segue. Dependemos de laudos técnicos e periciais. Temos ossos, crânios e tudo será identificado", disse Carrasco.
O caso
Oliveira foi preso depois de a polícia encontrar o corpo de Carlos Neto Alves Júnior, de 21 anos, na casa dele, na sexta-feira (25). Durante a perícia, foram achados mais três cadáveres e uma ossada. Nesta terça-feira, foram feitas novas buscas no imóvel e mais corpos foram encontrados, totalizando sete vítimas. A polícia também encontrou fotos de seis pessoas na casa e vai investigar se elas estão desaparecidas.
Durante depoimento no 16º Distrito Policial, na Vila Clementino, Oliveira confessou ter assassinado cinco mulheres e um homem, que é o vizinho Carlos Júnior, segundo a polícia. O pintor disse em depoimento que as mortes aconteceram dentro do imóvel e as vítimas eram mulheres que compartilhavam drogas com ele.
Ele nega ter mantido relação sexual com as vítimas. O pintor também afirmou que a motivação para os crimes é que ele "fazia oposição à facção que está nos presídios e temia que as vítimas revelassem isso na região e, por isso, as estrangulou."
O homem diz que matou Carlos Júnior em legítima defesa. O suspeito disse que Júnior entrou em sua casa com uma faca na mão na companhia de outro rapaz. Segundo ele, após uma discussão, a vítima o esfaqueou no braço, ele conseguiu tomar a faca de Júnior e começou a golpeá-lo. O rapaz que estava com o jovem teria fugido durante a briga.
A polícia diz que as buscas na casa não têm prazo para terminar. Também existe a possibilidade de haver mais de sete vítimas entre as ossadas já localizadas.
Pintor  Jorge Luiz Morais de Oliveira  (Foto: Marcelo Gonçalves/SigmaPress/Estadão Conteúdo)Pintor Jorge Luiz Morais de Oliveira (Foto: Marcelo Gonçalves/SigmaPress/Estadão Conteúdo)


Vítimas
Oliveira reconheceu por foto Paloma Aparecida dos Santos, de 21 anos, segundo a polícia. Os familiares dela identificaram um celular da jovem encontrado na casa do pintor de paredes. Oliveira também disse que estão entre as vítimas uma mulher chamada Natasha e uma conhecida como “Baianinha”. A polícia informou, no entanto, que só poderá confirmar a identidade dos corpos quando os exames de DNA estiverem prontos.

“Não dá para a gente ficar mostrando fotos de vítimas e desaparecidos e perguntar se ele matou, ou não. A gente vai ter que provar isso na investigação”, disse o delegado Jorge Carrasco. Segundo ele, na região do 35º Distrito Policial, o mais próximo da Favela Alba, onde o pintor morava, há 30 pessoas desaparecidas. A polícia irá fazer a investigação das vítimas com base nas informações sobre esses desaparecidos.
Mais cedo, o advogado de Oliveira, André Nino, havia dito que o pintor alegou que agia sob efeito de drogas e que está "arrependido dos crimes". Segundo o advogado, Oliveira afirmou não se lembrar dos nomes ou de outras informações das mulheres mortas.

O advogado disse que "se trata de uma pessoa que está consumida pela droga". Ele informou que ainda não definiu a linha de defesa. Segundo o advogado, o pintor negou em depoimento que a motivação dos assassinatos em série seja homofobia – Carlos Júnior e outras possíveis vítimas eram homossexuais.
Além dos casos revelados nesta semana, o pintor tem longa ficha criminal. Ele ficou preso 17 anos e 9 meses por dois homicídios em 1994 e 1995, se envolveu em rebelião de presos, e também respondeu criminalmente por sequestro, cárcere privado e formação de quadrilha. Ele deixou a cadeia em 7 de novembro de 2013.
Corpo é retirado da casa do pintor Jorge de Oliveira na região do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo (Foto: Amauri Nehz/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)Corpo é retirado da casa do pintor Jorge de Oliveira na região do Jabaquara, Zona Sul de São Paulo (Foto: Amauri Nehz/Brazil Photo Press/Estadão Conteúdo)
Restos mortais
Segundo a delegada Nilze Scapulatiello, do 35º Distrito Policial, roupas, calçados e ossos foram recolhidos da casa e levam à polícia a acreditar que pessoas tenham sido mortas e enterradas na casa do pintor.
Pintor suspeito de matar e ocultar cadáveres em casa no Jabaquara (Foto: Reprodução/TV Globo)Pintor suspeito de matar e ocultar cadáveres em
casa no Jabaquara (Foto: Reprodução/TV Globo)
"Tem homem, tem mulher, tem roupa de criança. Eu peguei todas as pessoas desaparecidas que eu tenho registro na área, pra informar, chamar parentes, reconhecer roupa, algum detalhes que não é para nós, tem vários sapatos, sandálias, mas a família pode reconhecer", disse.
Uma equipe do Corpo de Bombeiros foi à casa do pintor na manhã desta terça-feira (29) para avaliar se novas escavações para buscas de outros restos mortais serão feitas. A polícia também encontrou fotos de seis pessoas na casa do pintor e vai investigar se elas estão desparecidas.
Um morador da favela, que pediu para não ser identificado, afirmou que o suspeito costumava beber em um bar da região e que ele não fazia questão de esconder o desprezo que tinha por homossexuais e usuários de droga. "Ele ficava direto no bar com a gente. Ele sempre falava que tinha raiva de gay e de nóia, mas nunca imaginei que seria capaz de uma coisa dessas".
Pintor chega para depor em Distrito Policial em São Paulo (Foto: Will Soares/ G1)Pintor chega para depor em Distrito Policial em São Paulo (Foto: Will Soares/ G1)
Beco onde fica a casa do pintor suspeito pelas mortes (Foto: Will Soares/G1)Beco onde fica a casa do pintor suspeito pelas mortes (Foto: Will Soares/G1)

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