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Valéria Cuter/Acontece Botucatu/Divulgação
A cocaína apreendida estava em três tabletes de um quilo cada, além de uma porção de 1,5 gramas
Policiais da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) prenderam, em flagrante, nesta quinta-feira (27), três pessoas envolvidas em tráfico de drogas. A operação contou com todos os policiais da Dise e os acusados foram encaminhados à Cadeia de Itatinga, onde estão à disposição da Justiça. As informações são do portal Acontece Botucatu.

Os policiais já sabiam que a droga vinha de Bauru e redobraram a atenção nas entradas de Botucatu, tendo em mãos a descrição dos veículos que seriam usados para o tráfico. Quando passou um Chevrolet Captiva, de Bauru, eles seguiram o veículo, mas a uma distância prudente para não despertar suspeitas. O objetivo era chegar ao comprador da droga.

Na avenida Dante Delmanto, região da Vila Paulista, em Botucatu, um Fiat Uno, também de Bauru, parou próximo ao Captiva e os ocupantes começaram a dialogar. Temendo perder o flagrante, os policiais abordaram os suspeitos e deram voz de prisão.

Na revista interna dos veículos, foram encontrados três tabletes de cocaína, pesando um quilo cada, debaixo do tapete do Fiat Uno. Segundo a polícia, esse carro, conduzido por Richard Ricardo Rodrigues, 23 anos, era usado como “mula” (transportador da droga).

Já no Captiva estavam Elton Carlos Basílio, 31 anos, provável proprietário da droga, e Thiago Pazold, jogador de futebol na Inglaterra, passando férias no Brasil.

De acordo com o delegado Paulo Buchignani, comandante da operação, os três tabletes de cocaína renderiam cerca de 10 mil pinos, que seriam vendidos durante o Carnaval. Também foram apreendidos quatro telefones celulares, uma porção menor de cocaína, pesando 1,5 gramas, e R$ 1.985,00 em dinheiro.

O delegado ressaltou que Elton Basílio, que estava no Captiva, é o homem que abastece 50% dos pontos de tráfico de Botucatu. “Há tempos que estávamos preparando esse flagrante e o trabalho investigativo nos levou ao Elton. Preparamos a operação e conseguimos ter sucesso, mas o trabalho não para, pois estamos no encalço da pessoa que iria receber essa droga para distribuir nos pontos de tráfico”, colocou Buchignani. O inquérito policial será presidido pelo delegado Carlos Antônio Improta Julião Filho.

jcnet
Um aposentado de 80 anos foi encontrado morto em sua residência, no Centro de Bofete, próximo a Botucatu (100 quilômetros de Bauru), na manhã desta quinta-feira (27). O corpo de Thomaz Antônio de Arruda estava caído próximo à sua cama e apresentava diversos ferimentos de faca.

Testemunhas disseram à polícia que ouviram, durante a madrugada, barulhos de abertura da cortina veneziana e de uma motocicleta trafegando em frente à casa da vítima, localizada na rua Ubiraci Lopes Ribeiro.

Por volta das 8h50, desconfiados de que algo teria acontecido com o idoso, os vizinhos acionaram a polícia. A perícia técnica constatou que ele tinha um corte profundo no nariz, duas perfurações no lado esquerdo do peito, uma no pescoço e outra no ombro.

A carteira da vítima foi localizada sob o colchão na cama apenas com os documentos pessoais. Em princípio, há suspeita de que tenha sido latrocínio. O caso será investigado pela Polícia Civil.

Ativo

O aposentado mantinha uma rotina ativa e trabalhava como autônomo. De acordo com testemunhas, Thomaz fazia a compra e vendas de aves, ia bares com frequência e “costumava exibir grande quantia de dinheiro em local público”.

Testemunha conta que vítima escreveu ‘paz’ em uma parede antes de ser esfaqueada


Morreu, na noite desta quinta-feira (27) Edson Afonso Ribeiro, 34 anos, que foi esfaqueado na última segunda-feira (24), após se envolver em uma discussão com um colega de trabalho. O crime ocorreu por volta das 22h30, no Jardim Aeroporto, em Bauru. Trata-se do 12º homicídio registrado em Bauru no ano de 2014.

Reprodução/Facebook
Edson Afonso Ribeiro, 34 anos, tinha dois filhos e trabalhava como motorista
Após o crime, Edson foi socorrido por amigos e encaminhado ao Pronto-Socorro Central (PSC).  Em seguida, ele foi transferido para o Hospital de Base e submetido a um procedimento cirúrgico, onde permanecia internado. Porém, ele não resistiu aos ferimentos causados pelos golpes de faca e morreu às 23h desta quinta-feira.

Segundo um colega de Edson, que preferiu ter a identidade preservada, a vítima era moradora da cidade de Guará, tinha dois filhos e trabalhava há cinco meses como motorista em uma empresa de Ribeirão Preto. O velório é realizado no Centro Velatório Municipal de Guará. Ainda não há informações em relação ao sepultamento.

O crime

Segundo informações registradas no boletim de ocorrência (BO), Edson estava no interior de uma residência, que é alugada pela empresa, quando funcionários viajam para outras cidades. No imóvel, também estavam outros motoristas.  

Por motivos a serem investigados pela Polícia Civil, ele se envolveu em um briga com seu colega de trabalho, Lindomar Sousa Pereira, 32 anos, que o agrediu com diversos golpes de faca. Em seguida, o acusado fugiu do local.

Conforme relato de uma testemunha, cuja identidade será preservada pela reportagem, Edson estava em um dos quartos, quando teria ido até a sala pedir para que os funcionários falassem mais baixo.

“Edson estava na sala bebendo com os outros motoristas, quando foi para o quarto dormir. Porém, logo após, ele voltou na sala e pediu para que Lindomar falasse mais baixo. Uma coisa que chamou a atenção foi que, antes de sair do quarto, Edson escreveu na parede ‘Só o Senhor é Deus’ e, embaixo, ‘paz’. Logo após, os dois começaram a brigar e ele foi esfaqueado”, conta.

Ainda de acordo com o BO, uma equipe policial realizava patrulhamento pelo bairro, quando percebeu o tumulto pelo local. Os militares, após serem informados da ocorrência, realizaram buscas pelas imediações e localizaram Lindomar, que estava escondido em um monte de areia no interior de uma obra de construção, com um tapume sobre o corpo.

Indagado, ele confessou que havia esfaqueado Edson durante uma discussão e informou aos policiais o local onde escondeu a faca usada no crime.
Criança foi colocada nas costas da mãe, que estava rendida no chão, por um dos bandidos


Da Redação
Com Correio 24 Horas


Modelo está internada
Um ladrão atirou na cabeça de uma modelo de 27 anos que estava deitada com o filho de 1 ano e 4 meses sentado nas costas durante um assalto a uma casa em Goiânia (GO). O crime foi na noite da quinta-feira (27) e o ladrão foi preso porque esqueceu o celular e a polícia conseguiu chegar até ele a partir do aparelho.
O bebê não foi ferido - ele engatinhou até as costas da mãe, que estava rendida no chão. A modelo Lorrane Melo está internada no Hospital de Urgências de Goiânia com a bala alojada no rosto, perto da arcada dentária. Ela não corre risco de morte e não sofreu lesão cerebral.
Outras pessoas que estavam na casa ficaram assustadas com a violência dos bandidos - estavam no local o noivo da modelo e os pais dele. A ação criminosa durou cerca de meia hora - os bandidos renderam a família quando esta saía de casa. Enquanto um ladrão vigiava a rua, os outros dois entraram com as vítimas para concretizar o assalto. O bebê ficou na cadeirinha dentro de um carro. Já rendida, deitada no chão, a mãe pediu que a criança não ficasse no carro para não se assustar. Um dos criminosos aparece nas imagens de segurnaça colocando a criança no sofá e depois no chão, ao lado da mãe - o menino então sobe nas costas da modelo. Logo depois, o assaltante atira na cabeça da mulher.
Depois do tiro, os ladrões fugiram com poucos objetos. Na fuga, o celular de um deles caiu e a polícia conseguiu localizá-lo através do número da mãe dele.
Marcos Alan Costa foi preso e disse à polícia que o disparo foi acidental. Ele já tem passagens pela polícia. Os outros dois suspeitos conseguiram fugir.

Vítimas foram ameaçadas e agredidas, segundo a polícia.
Criminosos conseguiram fugir.


Dois homens armados invadiram uma casa no bairro Ribeiro, em Lins (SP), na quinta-feira (27). Eles renderam uma mulher e sua filha de 15 anos e roubaram um sofre com R$ 30 mil.
Segundo a polícia, as vítimas foram trancadas em um quarto sob ameaças e agressões, com as mãos amarradas e olhos vendados. Elas também foram amordaçadas com fita adesiva e levaram coronhadas.
Após levarem o cofre e o celular da jovem, os ladrões fugiram. No cofre, além de R$ 30 mil, havia documentos de dois carros, talões de cheques bancários e correntes de ouro.
Do G1

Acidentes na região em 2014 já mataram 25 pessoas.
Comandante compara direção imprudência com


O número de mortes em rodovias superou o de homicídios a mão armada nas 35 cidade da região de Bauru (SP), em 2014. Do início do ano até agora, 25 pessoas morreram nas estradas e 15 homicídios foram registrados.
A maioria dos acidentes acontece em pistas simples, onde as colisões normalmente são frontais. Mas outros fatores estão ligados aos acidentes como o cansaço, a imprudência, as condições das estradas, a falta de atenção e a embriaguez.
Mesmo com a aplicação da lei seca, uso de radares eletrônicos e aumento da fiscalização policial, em períodos de festas, os especialistas em trânsito acreditam que é a consciência de cada motorista que faz a diferença nas estradas.
André Duarte de Almeida trabalha como socorrista do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas na última viagem com a família esteve na condição de vítima. A mulher dele dormiu ao volante e o passeio quase acabou em tragédia. “Passei a planejar a viagem para dirigir cansado”.
O comandante da 1ª cia da Polícia Rodoviária, João Carlos Lemes alerta que um acidente que mata cinco pessoas seria uma chacina se fosse um homicídio a mão armada. “O veículo usado inadequadamente pode ser uma arma muito perigosa”.
O motorista Luis Henrique Bonafim diz que a imprudência na estrada é grande. “O pessoal ultrapassa muito pelo lado que não pode. Carros com lanterna traseira queimada e quem dirige a noite é um perigo”. Ele também alerta que os motoristas precisam ter consciência que um acidente pode matar uma família inteira.
Número de mortes em rodovias em 2014 supera de homicídios na região de Bauru (Foto: Reprodução / TV TEM)Número de mortes em rodovias em 2014 supera de homicídios na região de Bauru (Foto: Reprodução / TV TEM)Do G1 Bauru e Marília

Jéferson Bertochi tenta há sete anos ser submetido à cirurgia bariátrica. 
Excesso de peso representa um risco para o procedimento. 

Mariana Bonora

Homem pesa 280 kg e precisa de ajuda para emagrecer  (Foto: Reprodução/TV TEM)Homem pesa 280 kg e precisa de ajuda para
emagrecer (Foto: Reprodução/TV TEM)
A família de Jéferson Bertochi, morador de Pirajuí que pesa 280 quilos e luta contra a obesidade mórbida, aguarda com esperança novos exames que ele deve realizar nas próximas semanas no Hospital das Clínicas em Botucatu (SP).
De acordo com a mulher de Jéferson, na última consulta realizada ele já apresentava algumas condições para o procedimento, mas precisava perder peso para que a cirurgia fosse feita com segurança.
“O médico disse que ele precisava emagrecer o máximo que ele conseguisse e que passaria por novos exames após o carnaval para avaliar mais uma vez os riscos da cirurgia”, ressalta a dona de casa Elis Regina Mantovani. Jéferson, que tem 43 anos, precisa perder pelo menos 50 kg para fazer o procedimento. “O médico disse que o ideal seria a perda de 10 a 15% do peso que tenho hoje”, completa o comerciante.
A família enfrenta dificuldades para conseguir um tratamento especializado para Jéferson, já que ele não consegue emagrecer em casa. “Nós recebemos a orientação nutricional durante o tratamento dele, mas, são apenas algumas restrições e não um cardápio completo com o que ele pode ou não comer, e ele não consegue seguir isso por muito tempo. É preciso variar a alimentação e a gente não tem condições de fazer isso por muito tempo”, ressalta Elis.
Elis afirma que a família já fez de tudo para conseguir a internação em uma clínica especializada em emagrecimento e que o tratamento é caro e eles não têm condições de pagar. “Se ele tivesse um acompanhamento mais constante e até diário, em uma clínica, seria mais fácil porque ele se desespera com a situação e nos também não sabemos mais o que fazer”, completa. A esperança dela é que com os novos exames ele esteja em condições de passar pelo procedimento. “Eu não tenho nem com saber se ele conseguiu emagrecer um pouco nesse período ou não porque não tenho uma balança aqui em casa. Nós tentamos cuidar da alimentação dele como dá, mas é muito difícil”.Jéferson segue o tratamento há seis anos no HC, mas por conta da obesidade e outros problemas de saúde causados pelo excesso de peso, o comerciante vive praticamente preso dentro de casa e não tem condições de praticar exercícios físicos. “Há um tempo quando ele ainda conseguia fazer alguma coisa, fomos orientados que ele deveria ter acompanhamento de um profissional, mas não tínhamos e não temos condições de arcar com isso”, ressalta a mulher.
O IMC de Jéferson passa de 87 e o coloca no grau mais alto de obesidade (Foto: Reprodução/TV TEM)Jéferson tem dificuldades para caminhar, o que dificulta pratica de exercícios (Foto: Reprodução/TV TEM)
Acompanhamento
No Hospital das Clínicas, Jéferson é acompanhado por uma equipe multidisciplinar que conta com vários profissionais como endocrinologista, cardiologista, nefrologista, otorrinolaringologista, ortopedista, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta, entre outras especialidades.

De acordo com médico especialista na área do hospital, Celso Leite, antes de qualquer procedimento é necessário avaliar os riscos e benefícios para o paciente. “O procedimento cirúrgico é uma grande ferramenta para a perda de peso duradouro, entretanto, o paciente para ser submetido, é necessário que mude hábitos e atitudes”, explica.

A enfermeira responsável pela triagem da gastrocirurgia, Renata Cristina Peloso Macero, confirma a necessidade da perda de peso para realização do procedimento no caso do Jéferson. “Ele precisa emagrecer, segundo a portaria do Ministério da Saúde, de 10 a 15% do peso inicial para que os médicos avaliem a situação de risco x benefício, para a cirurgia. Vemos a situação, e sabemos que sozinho é muito difícil, pois, ele já não consegue, por conta do peso, ficar muito tempo em pé, logo, atividade física se torna impossível”, conta.

Ainda segundo informações do hospital, o local não possui serviço especializado em tratamentos para a perda de peso e o caso de Jéferson é analisado por todas as disciplinas envolvidas no processo da cirurgia bariátrica, e é de comum acordo com o paciente de que ele necessita reduzir o peso, para que o procedimento seja realizado.
Pacientes esperam que agendamento recomece  (Foto: Reprodução TV TEM)Alguns pacientes devem emagrecer antes do
procedimento (Foto: Reprodução TV TEM)
A cirurgia
O Estado de São Paulo registrou um aumento de 55% da realização da cirurgia bariátrica nos últimos quatro anos. Dados preliminares apontam que, em 2013, foram feitas 1.839 procedimentos, contra 1.186 operações produzidas em 2010. No mesmo período, dobrou a realização de cirurgias bariátricas na região de Bauru. Em 2013 foram 110 procedimentos, contra 55 realizados em 2010.

Há 20 instituições hospitalares cadastradas para realização do procedimento no Estado de São Paulo via Sistema Único de Saúde (SUS), sendo duas na região de Bauru – HC de Botucatu e Amaral de Carvalho (Jaú). Cabe ao corpo clínico responsável pelo paciente avaliar, individualmente, se há condições clínicas para a realização da cirurgia como ausência de comorbidades.

O peso do paciente também é levado em consideração, já que em muitos casos é necessário, antes, que a pessoa emagreça, seguindo as orientações da equipe multidisciplinar quanto reeducação alimentar e realização de exercícios. No HC de Botucatu são realizadas duas cirurgias deste porte por semana, sendo oito 8 por mês. Já o Amaral Carvalho realizou em três anos, desde que foi implantado um atendimento específico para pacientes com sobrepeso, 200 procedimentos
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Inquérito vai apurar causas do acidente. Segundo a agência, não há risco de vazamento de petróleo. Unidade é operada pela Petrobras

Daniel Haidar, do Rio de Janeiro
Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, Rio de Janeiro
Plataforma da Petrobras na Bacia de Campos, Rio de Janeiro (Marcelo Sayão/EFE)
A Agência Nacional de Petróleo (ANP) e a Marinha interditaram nesta sexta-feira a plataforma SS-53, operada pela Petrobras na Bacia de Campos, que afundou parcialmente com uma inclinação de 3,5 graus na madrugada. A estrutura já foi estabilizada. A paralisação do funcionamento da embarcação vai ser mantida "até que sejam reestabelecidas as condições regulamentares de segurança operacional", de acordo com comunicado distribuído pela ANP. 
No momento do acidente, era realizado um serviço para iniciar a extração de óleo de um poço no Campo de Marlim, na Bacia de Campos, mas não há risco de vazamento ou indícios de poluição no mar, de acordo com a ANP. Havia 113 funcionários a bordo da plataforma. Ninguém ficou ferido. Chegaram a ser resgatados 77 deles para que fosse realizado o trabalho de estabilização pelos 36 trabalhadores que permaneceram a bordo
Uma equipe de inspetores navais e auditores técnicos foi enviada para acompanhar as investigações e as medidas de segurança em andamento, de acordo com a agência reguladora. Também foram deslocados pela Marinha um navio de patrulha oceânica e um helicóptero. Foi aberto um inquérito administrativo para apurar as causas do acidente. 
Já se sabe que houve um alagamento em um dos tanques da embarcação. Segundo a estatal, uma válvula do sistema de lastro, o mecanismo que nivela o grau de submersão da embarcação, falhou. De acordo com a Noble, a empresa proprietária da plataforma, o problema na estabilização da plataforma começou por volta de 1 hora desta sexta-feira.
Na opinião do presidente do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense e representante dos trabalhadores no conselho de administração, José Maria Rangel, a inclinação chegou ao “limite do perigo”. Mas não houve risco de afundar, segundo a Petrobras. “A inclinação chegou ao limite do perigo, porque se inclinasse mais do que isso o helicóptero não conseguiria pousar no heliponto e muito menos o guindaste operar. Foi um incidente grave”, disse Rangel.
A SS-53, batizada Noble Paul Wolf, é uma sonda submersível. A Noble ganha 428 mil dólares por dia de serviço prestado para a Petrobras. De acordo com o site do Ibama, possui posicionamento dinâmico para perfuração, “completação” (a preparação do poço para produção) e intervenção em poços de petróleo. Nesse tipo de posicionamento, não há ligação física da plataforma com o fundo do mar, exceto pelos equipamentos de perfuração.
O Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense informou que os trabalhadores que estavam na plataforma foram levados para um hotel flutuante na região. Como a plataforma é uma embarcação estrangeira, com bandeira da Libéria, a maioria dos operários é de origem estrangeira. Há apenas um ou dois funcionários da Petrobras na unidade, supervisionando os trabalhos, disse o sindicato, por meio da assessoria de imprensa.
O problema ocorre em meio a recentes notícias de que a Petrobras poderia enfrentar novas paralisações em suas plataformas de produção na Bacia de Campos caso não resolvesse questões de segurança, conforme noticiado pelo jornal Folha de S. Paulo no domingo.
No início da semana, a Petrobras informou que órgãos de fiscalização haviam auditado diversas plataformas da empresa, apontando não conformidades e pontos de melhoria das condições operacionais, que segundo a estatal, têm recebido adequado tratamento.

Censo Escolar do MEC mostrou crescimento de 45% nas matrículas.
Presidente participou de formatura dos alunos do Pronatec.

Tatiana Santiago
Haddad e Dilma participaram de evento em SP (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Haddad e Dilma participaram de evento em SP
(Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)
A presidente Dilma Roussef comemorou nesta quinta-feira (27), em São Paulo, o resultado do Censo Escolar do MEC que mostrou crescimento de 45% das matrículas no ensino integral em 2013. Para ela, o Brasil deu um grande passo, mas ainda é preciso avançar.
"Hoje saiu o Censo. E nós vimos lá no Censo que nós demos um passo bem grande para aumentar o ensino em tempo integral. Mas ainda está muito longe do que nós queremos e devemos ter." Dilma também disse, baseada em números do Censo, que o Brasil melhorou o acesso à universidade.
O Censo Escolar do MEC revelou que mais de três milhões de alunos do Ensino Fundamental estão matriculados em escolas de período integral, um aumento de 45% em relação a 2012.
A pesquisa mostra também o aumento do número de crianças nas creches: mais de 2,7 milhões, o que representa crescimento de 7,5% de um ano para o outro.
Dilma listou as 30 cidades paulistas dos alunos beneficiados pelo programa, mas esqueceu de mencionar alguns municípios. A plateia de estudantes reclamou, Dilma retificou e reconheceu que a lista foi mal feita. "A minha lista vocês veem que estava muito ruim. Falei uns sete municípios. O pessoal que fez a lista errou todas", disse a presidente.Dilma participo da formatura dos alunos do Pronatec (Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego) no Expo Center Norte, na Zona Norte de São Paulo.
Além de Dilma, participam do evento o ministro da Educação, Henrique Paim, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, os secretários municipais Luciana Temer, da Assistência Social, César Callegari, Educação, e Eliseu Gabriel, do Trabalho.
No início do seu discurso, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, foi vaiado. Ele ressaltou que o governo de Dilma foi o que registrou maior avanço no ensino profissional e superior. "Seu governo representa para a população brasileira um enorme avanço nas oportunidades educacionais, sobretudo na ampliação da rede", disse Haddad.
O prefeito anunciou a doação de uma escola pronta para o Instituto Federal de São Paulo em São Miguel Paulista, na Zona Leste da capital paulista.

Documento foi elaborado pelo MP e secretarias da área de segurança.
Plano de resgate dos presos incluía o uso de avião e helicóptero.


Do G1 São Paulo


Um relatório elaborado pelo Ministério Público e pelas secretarias de Administração Penitenciária (SAP) e de Segurança de São Paulo (SSP) revelou que integrantes de uma facção que age a partir dos presídios estariam preparando um plano de resgate dos chefes que incluía o uso de avião e helicóptero.
Marco Camacho, conhecido como Marcola, Cláudio Barbará da Silva, o Barbará, Luiz Eduardo de Barros, o Du Bela Vista, e Célio Marcelo da Silva, o Bin Laden, os alvos do plano de fuga, estão todos em celas localizadas em um mesmo prédio da penitenciária de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo.
O plano, segundo o relatório, que foi entregue ao comando da Polícia Militar, vinha sendo arquitetado há pelo menos oito meses. E há pelo menos 20 dias, os criminosos estariam serrando as grades das janelas das celas, segundo o documento, colocando de volta, em seguida, e pintando para parecer que nada tinha sido mexido.
Ainda segundo o relatório, dessa forma, o grupo deixaria as celas com o objetivo de chegar a uma área do presídio sem cobertura de cabos de aço, onde seriam içados por um helicóptero, com adesivos característicos dos usados nos helicópteros da Polícia Militar. E uma segunda aeronave com armamento pesado seria usada para dar cobertura.
De acordo com o documento, integrantes da facção chegaram a ter aulas de pilotagem de helicóptero na escola de aviação localizada no Campo de Marte, na Zona Norte de São Paulo. O instrutor, segundo o relatório, seria um dos homens presos com cocaína no helicóptero do deputado estadual por Minas Gerais Gustavo Henrique Perrella (SDD), na cidade de Afonso Cláudio, no Espírito Santo, em novembro do ano passado.
O destino do bando seria Loanda, no Paraná, a cerca de 240 quilômetros de Presidente Venceslau. Nesta cidade paranaense, segundo a polícia, o grupo teria alugado uma chácara e um outro avião, este vindo do Paraguai, estaria à espera deles para completar a fuga.
O plano previsto para ser executado entre os dias 20 e 23 de fevereiro foi frustrado. Imagens obtidas pelo Bom Dia Brasil mostram policiais reforçando a segurança dentro e fora da penitenciária. Nos campos ao redor da penitenciária ficaram atiradores de elite e policiais camuflados com armas capazes de derrubar um helicóptero.
O Tribunal de Justiça de São Paulo, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que “não se manifesta sobre questões sigilosas que envolvam as áreas de inteligência e segurança”.

Ao julgar recursos, maioria entendeu que não houve formação de quadrilha.
Absolvição não muda outras condenações pelas quais réus cumprem pena.


Mariana Oliveira, Nathalia Passarinho e Rosanne D'AgostinoDo G1, em Brasília e em São Paulo
Ministros do STF, durante a sessão que votou  os embargos infringentes sobre crime de quadrilha (Foto: Nelson Júnior / STF)Ministros do STF durante a sessão que votou os embargos infringentes do crime de formação quadrilha (Foto: Nelson Júnior / STF)
O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quinta-feira (27), por seis votos a cinco, absolver do crime de formação de quadrilha o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares, o ex-presidente do PT José Genoino e outros cinco condenados no processo do mensalão do PT, entre eles ex-dirigentes do Banco Rural e o grupo de Marcos Valério.

A decisão foi tomada no julgamento dos recursos chamados "embargos infringentes", apresentados pelos oito condenados, que o Supremo começou a analisar na semana passada e conclui nesta quinta.
A apreciação dos recursos por formação de quadrilha não altera as condenações dos réus do mensalão pelos demais crimes.
Os seis ministros que votaram pela absolvição (Rosa Weber, Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Ricardo Lewandowski, Cármen Lúcia e Teori Zavascki) entenderam que não ficou configurada a quadrilha. Segundo a interpretação desses ministros, apesar de os oito terem cometido crimes conjuntamente, não formaram uma associação criminosa com o objetivo específico de cometer crimes.
Como poderiam ficar as penas se réus obtiverem absolvições após análise dos embargos infringentes no mensalão (Foto: Editoria de Arte / G1)
Cinco ministros (Luiz Fux, Gilmar Mendes, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello e Joaquim Barbosa) defenderam que houve a formação de uma quadrilha para desviar recursos públicos e fraudar empréstimos com a finalidade de pagar propina a parlamentares que apoiassem o governo federal nos primeiros anos da gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Apesar de votar pela manutenção das condenações, Marco Aurélio Mello ressalvou que era necessário reduzir as penas.
Como ficam as penas
Presos em novembro do ano passado por outros crimes dos quais não tinham mais possibilidade de recorrer, os oito condenados não tinham começado a cumprir a punição por formação de quadrilha – à espera do resultado dos recursos.
Se a decisão sobre o recurso não fosse favorável a eles, Dirceu e o ex-tesoureiro do PTDelúbio Soares migrariam para o regime fechado porque as penas aumentariam. Absolvidos pelo crime de quadrilha, permanecem no regime semiaberto, pelo qual é possível pedir para deixar o presídio durante o dia para trabalhar. Delúbio Soares já tem um emprego na Central Única de Trabalhadores (CUT). Dirceu aguarda autorização judicial de trabalho externo.
A situação de José Genoino, ex-presidente doPT, que atualmente se encontra em prisão domiciliar por motivo de saúde, não se alteraria. Qualquer que fosse o resultado do julgamento, ele permaneceria no semiaberto.
Os ex-dirigentes do Banco Rural José Roberto Salgado e Kátia Rabello, o "operador" do mensalão Marcos Valério e os ex-sócios dele Ramon Hollerbach e Cristiano Paz permanecem no regime fechado mesmo com a decisão do Supremo de absolvê-los por formação de quadrilha.
Pela absolvição
Ao votar na manhã desta quinta, Rosa Weber afirmou que mantinha a posição adotada durante o julgamento em 2012, de que os réus cometeram delitos juntos, mas não se associaram com o objetivo específico de cometer crimes, de forma contínua e prolongada. “Eu reconheci que os corréus praticaram juntos delitos. O ponto central da minha divergência é conceitual. Não basta para a configuração desse delito que mais de três pessoas pratiquem delitos. É necessário que esta união se faça para a específica prática de crimes”, disse.
Assim como Barroso, que também não tinha participado do julgamento em 2012, o ministro Teori Zavaski entendeu nesta quinta que as penas fixadas para o delito ficaram muito elevadas e, caso diminuídas para o patamar correto, estariam prescritas.
Para Zavascki e Barroso, os acusados não poderiam mais ser punidos por este crime. Diante disso, os dois ministros decidiram aceitar os recursos dos oito réus para eles ficarem livres da acusação. "A pena-base foi estabelecida com notória exacerbação", defendeu Zavascki.
Na quarta, o voto de Barroso que já indicava as absolvições, irritou o presidente do Supremo, ministro Joaquim Barbosa. Ele afirmou que os crimes cometidos no episódio foram "graves" e criticou o colega, dizendo que o voto foi um "discurso político".
Os ministros Cármen Lúcia, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli votaram pelas absolvições, mas não apresentaração argumentação ao plenário.
Pela condenação
O ministro Gilmar Mendes defendeu que ficou comprovada a formação de quadrilha no caso do mensalão do PT. "Os autos revelam que houve, sim, uma realidade autônoma, realidade própria fruto dessa espúria aliança", disse. Mendes também ironizou a posição dos colegas que consideraram a pena muito alta. Ele comparou o caso com o do ex-deputado federal Natan Donadon (sem partido-RO), condenado a 13 anos e 4 meses por formação de quadrilha e peculato. "Se considerarmos os paradigmas, teríamos que dar habeas corpus a Natan Donadon para ser julgado em algum juizado de pequenas causas", disse.
Marco Aurélio Mello destacou que, quando condenou o grupo por formação de quadrilha, se baseou em provas e elementos concretos apresentados pelo Ministério Público. "Nosso pronunciamento se fez a partir da prova. E da prova a meu ver contundente quanto à existência, não de uma simples coautoria, mas quanto à existência do crime de quadrilha”, disse. Apesar de votar para manter as condenações, ele atendeu parcialmente os pedidos dos condenados para reduzir as penas.
Celso de Mello chamou os oito réus de "meros e ordinários criminosos comuns" e classificou de "leniência" a decisão de absolvê-los por formação de quadrilha.
"Tal organização visceralmente criminosa em seu aparato funcional não pode ser lenientemente qualificada por expressão menor de simples concurso de delinquentes. Tem que se designada como quadrilha composta por pessoas comprometidas ao longo de extenso período de tempo com práticas criminosas, que merecem a repulsa do ordenamento jurídico", afirmou.
Último a votar na sessão da manhã desta quinta, o presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, afirmou que o resultado do julgamento dos recursos em relação aos crimes de formação de quadrilha foi decorrência de uma maioria "formada sob medida" para mudar decisões tomadas no julgamento principal, em 2012.
"Temos uma maioria formada sob medida para lançar por terra o trabalho primoroso levado a cabo por esta Corte no segundo semestre de 2012. Isso que acabamos de assistir. Isso que acabamos de assistir. Inventou-se um recurso regimental totalmente à margem da lei com o objetivo específico de anular a reduzir a nada um trabalho que fora feito. Sinto-me autorizado a alertar a nação brasileira de que esse é apenas o primeiro passo. É uma maioria de circunstância que tem todo tempo a seu favor para continuar sua sanha reformadora", afirmou Barbosa ao votar.

Maria da Conceição Oliveira perdeu o braço direito.
Homem que a empurrou para os trilhos ainda não foi identificado.


Letícia Macedo

"Só Deus sabe o tamanho da minha dor e da minha revolta", afirma a autônoma Ana Lívia de Souza, de 28 anos, irmã da auxiliar administrativa Maria da Conceição Oliveira, que foi jogada nos trilhos da estação Sé do Metrô  na terça-feira (25). Maria perdeu o braço direito e segue internada na Santa Casa em São Paulo.
A família da auxiliar administrativa visitou o hospital na manhã desta quinta-feira (27). Segundo Ana Lívia, a irmã passa bem e está confiante. "Ela disse que foi uma maldade muito grande. Disse que nasceu de novo", conta. Maria não viu a pessoa que a agrediu, mas se lembra de estar ao lado de um homem na plataforma.
Segundo a família, Maria completou 27 anos na terça-feira. Ela e a irmã já haviam comprado um vestido para comemorar a data. "A gente ia comemorar o aniversário mais tarde", afirma Ana Lívia.
Marido de Maria da Conceição, o músico Cleber Luís Ciqueira, de 44 anos, disse que os dois moravam juntos há 5 meses, mas namoravam há 5 anos.
Maria das Neves Oliveira, mãe de Maria da Conceição (Foto: Letícia Macedo)Maria das Neves Oliveira, mãe de Maria
da Conceição (Foto: Letícia Macedo)
A mãe de Maria da Conceição, Maria das Neves Oliveira, espera uma recuperação rápida da filha. "Ela só fala do braço e que está careca. Sei que vai ser difícil quando ela olhar no espelho e ver como ficou", disse. A mãe disse ter esperança de que o suspeito será preso. "Quero olhar no olho dele e perguntar: 'por que você fez isso?'". Para ela, Maria da Conceição ganhou uma nova vida. "Era o dia do aniversário dela e ela ganhou outra vida. É isto o que está me consolando", diz.
As imagens obtidas pela Polícia Civil mostram um homem ainda não identificado colocou o pé na frente e empurrou Maria da Conceição Oliveira, de 27 anos. “Ele saiu rindo”, disse o delegado da Delegacia Especializada de Atendimento ao Turista, Osvaldo Nico Gonçalves, que apura o caso.
Maria foi jogada poucos instantes antes da passagem de um trem, que seguia sentido Itaquera. Ela perdeu um braço após ser atingida pelo trem.
O incidente interrompeu a circulação na Linha 3-Vermelha por 15 minutos. Os trens que seguiam no sentido Corinthians-Itaquera voltaram a circular logo depois da mulher ter sido retirada da via. As plataformas ficaram lotadas.
Um homem de 40 anos foi preso por violência doméstica e lesão corporal, após agredir sua mulher, na noite desta quarta-feira (26),  em Botucatu (100 quilômetros de Bauru).

A vítima, de 41 anos, afirmou, que após receber socos e pontapés, o marido jogou óleo quente em sua perna.

Depois da mulher ser levada ao Pronto-Socorro Municipal de Botucatu e o médico plantonista constatar as lesões pelo corpo, o autor foi preso em flagrante.

A fiança, estipulada em R$ 2 mil, não foi paga e o acusado foi recolhido à Cadeia de Itatinga.

jcnet
Reprodução Facebook
Polícia Civil investiga a morte suspeita do jornalista

O jornalista Hélton Souza, 28 anos, foi encontrado morto na manhã desta quinta-feira (27), na entrada do recinto de exposições da cidade de Valentim Gentil (306 quilômetros de Bauru). Ele estava desaparecido desde a noite de quarta-feira (26).

Segundo a Polícia Militar, havia uma camiseta enrolada no pescoço da vítima, que pode ter sido morta por estrangulamento. A polícia foi informada da localização do corpo por volta das 9h por populares que passavam pelo local.

O corpo estava em um cômodo na entrada do espaço utilizado para festas, que seria frequentado por andarilhos e usuários de entorpecentes.

O corpo foi recolhido por uma funerária de Votuporanga e levado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passará por exame necroscópico. Ainda segundo a polícia, o carro de Souza foi encontrado abandonado em uma estrada a três quilômetros de onde o corpo estava.

Hélton, que trabalhou como repórter no Jornal A Cidade e também no Diário da Região, de São José do Rio Preto, foi repórter policial na Folha da Região, em Araçatuba, até setembro do ano passado. Atualmente, ele trabalhava como assessor de imprensa na Santa Casa de Fernandópolis. Ainda não há informações sobre o velório e enterro.

Dois casais foram mantidos reféns, na noite desta quarta-feira (26), em uma residência de Barra Bonita (68 quilômetros de Bauru). Entre as vítimas estavam o tesoureiro e um funcionário de uma agência bancária da cidade. Os ladrões pretendiam mantê-los em cárcere privado até a manhã de hoje, mas os vizinhos acionaram a polícia e os bandidos fugiram.

A ação dos ladrões durou cerca de uma hora e meia e começou por volta das 20h30. Segundo a Polícia Militar (PM), dois homens em um carro branco abordaram o funcionário do banco e sua esposa, quando eles chegavam à residência.

Com os rostos cobertos, os dois obrigaram o casal a entrar no carro e os levaram até uma torre, na rodovia Otávio Pacheco de Almeida Prado (SP-255), ainda em Barra Bonita. No local, eles descobriram que a vítima não tinha acesso ao cofre do banco e que o gerente morava em outra cidade.

Diante do engano, os bandidos partiram, então, para o plano B. Ainda de acordo com a PM, o funcionário teria sido obrigado a levá-los até a residência do tesoureiro da agência, onde ele e a esposa também foram feitos reféns.

Ação frustrada

Os bandidos, segundo relato das vítimas à polícia, usaram uma arma de cano longo para ameaçá-las e exigiam que todos ficassem de cabeça baixa, mas ninguém ficou ferido. No entanto, a ação da dupla foi frustrada após denúncia dos vizinhos que estranharam a movimentação na casa.

Diante da suspeita de sequestro, um policial militar telefonou para a residência e simulou ser um conhecido do casal. Quando o telefone tocou, um dos bandidos pediu para deixar a ligação no viva-voz e, durante a conversa, a dupla desconfiou que fosse a polícia e fugiu.

Plano

O plano dos ladrões, ainda segundo a PM, era manter os casais em cárcere privado durante a noite toda. Pela manhã, um deles acompanharia o tesoureiro até o banco enquanto o outro ficaria na casa até o que o roubo fosse concluído.

Já na agência, sem levantar suspeitas, a vítima seria obrigada a retirar uma quantia em dinheiro do cofre - que seria estipulada na hora - e entregar ao bandido. Só depois os dois casais seriam liberados.

O caso foi registrado na Delegacia de Barra Bonita e será investigado pela Polícia Civil.

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