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Parceria entre Mackenzie e Universidade de Cingapura visa desenvolver novos produtos a partir do material, usado em celulares, carros e aviões

Maria Fernanda Ziegler - iG São Paulo 
Divulgação/Mackenzie
Estudo de material pode melhor velocidade da internet
A Universidade Presbiteriana Mackenzie, de São Paulo, está construindo um novo centro de pesquisa dedicado ao grafeno, um material de carbono superfino que é ótimo condutor elétrico  e é usado em celulares, carros, aviões e em redes de fibra ótica. O convênio de cooperação técnico-científica foi firmado com a Universidade Nacional de Cingapura, que tem o maior centro do mundo de estudos do grafeno.
A Universidade vai investir 20 milhões de reais em um novo prédio na avenida da Consolação com área de 6.500 metros quadrados e inauguração prevista para maio de 2014. Um acordo com a Fundação de Amparo a Pesquisa de São Paulo (Fapesp), assinado na quinta-feira (28) vai garantir mais 10 milhões de reais para a compra de equipamentos.
“As obras já começaram e por enquanto os laboratórios sobre grafeno estão espalhados pelo campus da universidade. Quando o prédio ficar pronto tudo ficará lá”, disse ao iG Eunezio Antonio de Souza, coordenador do Centro de Pesquisa.
Souza explica que o centro será focado nas aplicações óticas e fotônicas do grafeno, como fibra ótica e redes de alta velocidade. “Sabemos que daqui a 10 ou 15 anos, se nada for feito, voltaremos ao tempo da internet discada por causa do aumento da demanda”, disse.

O centro de pesquisa, que será chamado de MackGrafe, vai ter como foco a parceria com empresas para o desenvolvimento de produtos. O grafeno é considerado um forte candidato a substituir o silício em dispositivos eletrônicos. “É um material com uma potencialidade enorme. É chamado de superlativo, podendo ser usado em muitos setores”, disse.
Alta tecnologia 
Atualmente o centro conta com a colaboração de sete pesquisadores que atuam em áreas da Engenharia de Materiais, Química e Fotônica. Souza afirma que um edital internacional será lançado para a contratação de dois pesquisadores. “Acreditamos que o grafeno possa ter novas possibilidades de aplicação, mas para isto é preciso pesquisa avançada e altamente sofisticada”, disse.
De acordo com Souza, até mesmo a transferência do grafeno de um lugar para o outro precisa de equipamento e técnicas adequados. “É um material feito de carbono com a espessura de um átomo. Até mesmo para transportá-lo é preciso um cuidado especial para que o material não seja perdido", disse. Souza explica que o cuidado precisa ser tamanho que o pesquisador precisa despejar um polímero (um tipo de plástico) sobre o grafeno para que o material não se desmantele. 

Vigilância Sanitária encontrou material no depósito de um armazém.
Carnes, frios e peixes são alguns dos itens que estavam no local.

Do G1 Bauru e Marília
Vários produtos vencidos foram apreendidos pela Vigilância Sanitária nosfundos de um tradicional armazém nesta quinta-feira (28), no centro de Itatinga, SP. A fiscalização chegou ao local depois de uma denúncia anônima. Alguns itens estavam impróprios para o consumo desde 2007.
Os agentes acharam 50 quilos de carne sem procedência, frios e peixes vencidos. Dezenas de refrigerantes, cerveja e energéticos também foram abertos antes de ir para uma caçamba da prefeitura. Outros produtos encontrados são: pães velhos, limões e dezenas de potes de margarina, vencidos em junho do ano passado.
Caixas de amido de milho, também vencidas em 2012, e vários potes de molhos de tomate e mostarda. Doces, amendoins e sucos precisaram ser destruídos e levados ao aterro sanitário de Botucatu. O dono do estabelecimento acompanhou a fiscalização, mas não quis comentar sobre o caso. Depois de tudo carregado, um fiscal jogou água sanitária sobre o material apreendido para ter a certeza de que não seria reaproveitado.
“O depósito é bem grande. Encontrados produtos realmente fora da validade. A gente lacrou um freezer porque ele estava com muito gelo e não conseguimos retirar. Amanhã vamos voltar e ver o que tem lá. O dono do local disse apenas que eram produtos destinados para troca. Nem 2007 e nem ontem poderia estar vencido. Ele sofreu vários autos de infração tanto pela vigilância municipal quanto pela estadual. Vai ter todo um processo, que vai desde uma advertência, multa e até fechar o local”, afirmou a veterinária da Vigilância Sanitária, Bethania Santiago.
Centenas de produtos estavam impróprias para consumo (Foto: André Godinho/TV TEM)Centenas de produtos estavam impróprias para consumo (Foto: André Godinho/TV TEM)
Produtos lotaram um caçamba e foram descartados no aterro sanitário em Botucatu (Foto: André Godinho/TV TEM)Produtos lotaram uma caçamba e foram descartados no aterro sanitário em Botucatu (Foto: André Godinho/TV TEM)
Caminhão levou produtos vencidos nesta quinta-feira (28) (Foto: André Godinho/TV TEM)Caminhão levou produtos vencidos nesta quinta-feira (28) (Foto: André Godinho/TV TEM)
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Fiscais autuaram o dono do estabelecimento (Foto: Reprodução TV TEM)Fiscais autuaram o dono do estabelecimento (Foto: Reprodução TV TEM
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Conclusão está em relatório prévio do órgão sobre prisões arbitrárias.
Comitiva da ONU visitou presídios de cinco capitais brasileiras em março.

Vítor Matosem BrasíliaMoradores de rua: ONU teme que prisões sejam efetuadas como forma de
Relatório preliminar da ONU sobre prisões arbitrárias no Brasil, divulgado nesta quinta-feira (28) em Brasília, apontou que presos no país têm pouco acesso a juízes e a defensores públicos, situação que, de acordo com o documento, contribui para manter na prisão pessoas que já poderiam estar em liberdade. No entendimento da ONU, prisão arbitrária é aquela que não tem base legal ou que, por deficiência do sistema jurídico, leva ou mantém na cadeia quem não precisaria ficar preso.
Especialistas da ONU estiveram em cinco capitais brasileiras - Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza, Campo Grande e São Paulo - entre os dias 18 e 27 de março para coletar as informações do relatório. Conversaram com autoridades dos estados e também com representantes do governo federal, além de visitarem presídos e fazerem entrevistas com os presos. Dois pontos que mais preocuparam a comitiva foi o fato de que, no Brasil, muitos presos demoram muito para ser ouvidos por um juiz e, além disso, têm dificuldade para ser atendidos por um defensor público.
"A pessoa que foi presa tem que ser levada o mais breve possível para diante de uma autoridade judicial. É lei internacional. No Brasil, apresentam um documento para o juiz e pode levar meses até que a pessoa seja levada à autoridade judicial. Isso nos tocou bastante. [...] Também nos preocupa a quantidade e a qualidade das defensorias públicas. Alguns estados não têm defensores públicos e, em outros, esses profissionais são tão poucos que precisam atender cerca de 800 presos", afirmou Roberto Garretón, jurista chileno que faz parte da comitiva da ONU.
Outro membro da comitiva, o ucraniano Vladimir Tochilovsky, disse que a situação das prisões arbitrárias no Brasil tem a característica de atingir principalmente a população pobre, que não tem como pagar um advogado e que, por isso, fica limitada no acesso à Justiça. "Se o preso tem dinheiro, paga advogado, o processo se agiliza. Se não tem advogado privado, fica na prisão meses e meses, vê o defensor público poucas vezes ao mês, porque ele tem outros casos", afirmou Tochilovsky.O relatório prévio foi apresentado ao governo brasileiro. Os dados serão consolidados pela ONU em Genbra e um relatório final vai ser apresentado ao governo brasileiro e ao público em março de 2014.
No relatório prévio, a comitiva destaca que tomou conhecimento de casos de prisões pré-julgamento que "duraram muitos meses, até anos". E que, "durante esse período, o detento não soube o que estava acontecendo em seu processo". "Recursos para instância mais altas também demoraram muito tempo para serem resolvido", diz o relatório.
O documento da ONU considera que no Brasil há 550 mil presos, dos quais 217 mil ainda estão esperando julgamento. Os especialistas da comitiva criticam também o fato de, no país, a prisão ainda ser a principal pena aplicada pelas autoridades, em vez de penas alternativas. "A prisão deve ser o último recurso, mas a principal medida no Brasil ainda é a prisão. É preciso uma mudança de mentalidade. Deve haver uma melhoria no sentido de aplicar de forma eficiente as penas alternativas", disse Tochilovsky.
O grupo também disse que encontrou aspectos positivos no país. Segundo os especialstas, no Brasil não há prisões por motivos ideológicos e há, tanto da parte do governo como da sociedade civil, uma tendência em aprimorar cada vez mais a democracia.
Internação compulsória
Os especialistas da ONU também comentaram sobre as internações compulsórias de usuários de drogas, que foram tema das análises da comitiva no Rio de Janeiro e em São Paulo. Segundo o relatório, falta acompanhamento judicial para a pessoa que é detida nessas condições. " A falta de acompanhamento judicial significa que a pessoa pode ficar detida por períodos prolongados mesmo se estiver hábil para ser liberada". Além disso, de acordo com o texto, os detidos compulsoriamente são geralmente colocados em lugares  "em que os familiares ou advogados não sabem onde fica e onde há sérias dificuldades para ter acesso a eles".
Tochilovsky ressalta que, na internação compulsória, deve ser garantido o tratamento do usuário de drogas. "Se é for hospitalização compulsória, tem que haver tratamento. Não pode apenas remover as pessoas da rua se não for para tratar", afirmou.
 


Ator britânico Richard Griffith segura prêmio de Melhor Performance Masculina em um Papel Principal pela peça "History Boys", na 60ª edição anual do Tony Awards em Nova York, junho de 2006. Griffiths, mais conhecido por seus papéis em "Os Desajustados" e na série de filmes do Harry Potter, morreu aos 65 anos, após complicações decorrentes de uma cirurgia no coração, disse seu agente nesta sexta-feira. 11/06/2006 REUTERS/Brian Snyder
LONDRES, 29 Mar (Reuters) - O ator britânico Richard Griffiths, mais conhecido por seus papéis em "Os Desajustados" e na série de filmes do Harry Potter, morreu aos 65 anos, após complicações decorrentes de uma cirurgia no coração, disse seu agente nesta sexta-feira.
Griffiths passou quase quatro décadas no rádio, cinema, televisão e no palco, e recebeu alguns dos maiores prêmios da indústria por seu papel na peça "The History Boys", de Alan Bennett.
O ator marcou as telas com o papel de Tio Monty no filme cult "Os Desajustados", de 1987. Mas os fãs mais jovens vão se lembrar dele por uma figura muito mais cruel --Vernon Dursley, o tio de rosto rosado do Harry Potter.
Daniel Radcliffe, que interpretou o menino bruxo e atuou ao lado de Griffiths na peça de teatro "Equus", afirmou que o artista veterano o encorajava e o treinava, ajudando-o a superar o nervosismo.
(Reportagem de Belinda Goldsmith)


Remédios ficarão mais caros
Os preços dos medicamentos vendidos no país poderão ser reajustados a partir deste sábado. O anúncio foi publicado no Diário Oficial do último dia 12. De acordo com a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos, do Ministério da Saúde, o reajuste deve ser calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), entre março de 2011 e fevereiro de 2012, nos ganhos de produtividade das empresas de medicamentos e no preço dos insumos usados na produção dos remédios.


“É justo que as empresas reajustem o preço de seus produtos. É a lei do mercado. No entanto, o grave problema da falta de acesso a medicamentos deve ficar ainda mais complicado para a população. Precisamos de alguma saída que melhore as condições de quem precisa e não consegue seguir um tratamento medicamentoso, por não ter recursos suficientes para isso”, diz Rodrigo Bacellar, diretor da PBMA – Associação Brasileira das Empresas Operadora de PBM (Programa de Benefício em Medicamentos).

Segundo pesquisa divulgada em 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), o gasto com a saúde está entre as quatro maiores despesas das famílias brasileiras - junto com habitação, alimentação e transporte.


“Muitas pessoas interrompem o tratamento porque o dinheiro acaba”, diz Bacellar. Ele acredita que se mais empresas adotassem o PBM, por meio de incentivos fiscais, e o Governo isentasse os remédios de impostos, esse problema estaria muito próximo de uma solução.

“Pesquisas do setor apontam que mais empresas adotariam o PBM se houvesse incentivo fiscal, como acontece com o Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT)”, afirma o diretor da PBMA. Hoje, no país, um pouco mais de 2 milhões de pessoas recebem algum tipo de subsídiopara compra de medicamentos das empresas onde trabalham. A ajuda oferecida pelas empresas é de, em média, 50% do valor dos remédios. Unilever, Nestlé, Petrobras, IBM e Oi são alguns exemplos de empresas que já aderiram ao PBM.

Quanto à isenção de impostos, Bacellar sugere o fim da cobrança do PIS, COFINS e ICMS sobre medicamentos. “Recentemente foi divulgada uma simulação em que os remédios ficariam 11% mais baratos, se o Governo cortasse o PIS e a COFINS. Em alguns casos, a diferença chegaria a 27% se houvesse isenção também do ICMS”, diz Bacellar. “Com a queda de investimentos públicos nessa área, é imprescindível que outras medidas sejam adotadas pelo Governo, mas com urgência”, conclui.


Ascom


Paulo Cesar Pereio (ao fundo), Norma Bengel e Jardel Filho (1927-1983) participam de movimento contra a ditadura militar. Foto: Reprodução Correio do Brasil
Paulo Cesar Pereio (ao fundo), Norma Bengel e Jardel Filho (1927-1983) participam de movimento contra a ditadura militar. Foto: Reprodução Correio do Brasil
Os arquivos e prontuários do extinto Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo, (Deops), órgão de repressão do país no período da ditadura, poderão ser acessados na internet a partir da próxima segunda-feira (1º). Ao todo, cerca de 1 milhão de páginas de documentação foram digitalizadas.
O trabalho é resultado da parceria entre a Associação dos Amigos do Arquivo Público de São Paulo e o projeto Marcas da Memória da Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça, com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).
De acordo com o Ministério da Justiça, as informações, além de serem um importante registro histórico, poderão facilitar o trabalho de reparação feito pela Comissão de Anistia, uma vez que poderão ser usadas como ferramenta para que perseguidos políticos consigam comprovar parte das agressões sofridas. A digitalização dos documentos foi feita em dois anos e deve continuar até 2014. Para a realização do trabalho, a Comissão de Anistia transferiu mais de R$ 400 mil à Associação de Amigos do Arquivo.
Em dezembro de 2012, o Ministério da Justiça autorizou novo repasse, de mais R$ 370 mil, para digitalização de outros acervos. A cerimônia de lançamento do portal na internet está marcada para a próxima segunda-feira (1), as 10h30, no Arquivo Nacional de São Paulo.


Produtos estavam em depósito de estabelecimento sem refrigeração.
Polícia Civil e Receita Federal faziam operação por causa de impostos.

Do G1 Bauru e Marília

 (Foto: Polícia Civil de Lençóis Paulista)Material foi apreendido nesta terça-feira (26)
(Foto: Polícia Civil de Lençóis Paulista)
A Vigilância Sanitária foi acionada pela Polícia Civil na manhã desta terça-feira (26), para uma ação conjunta com a Secretaria da Fazenda Estadual, em Lençóis Paulista, SP.
Durante uma fiscalização em um comércio de laticínios foram encontrados aproximadamente 850 quilos de requeijão armazenados de forma irregular. O produto foi recolhido e inutilizado.
Os produtos estavam no depósito de um estabelecimento e funcionava de forma clandestina. O proprietário recebeu uma advertência por não cumprir as normas de armazenamento e deveria ser multado.
Além disso, ele foi autuado para a regularização do local, que não possuía refrigeração. A operação foi realizada depois que a Receita Federal recebeu uma denúncia de crime contra o Fisco por conta de irregularidades na prestação de contas com os impostos.
850 kg de requeijão estavam em depósito sem refrigeração (Foto: Polícia Civil de Lençóis Paulista)850 kg de requeijão estavam em depósito sem refrigeração (Foto: Polícia Civil de Lençóis Paulista
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Um empreendimento imobiliário que será construído no Distrito de Rubião Junior, pode assorear o córrego que existe no Distrito.

Os trabalhos de terraplanagem estão sendo executados, e a terra retida está sendo colocada como aterro na parte baixa do loteamento as margens do córrego que tem muitas nascentes, e sem nenhum planejamento para evitar que as águas das chuvas não levem a terra para o leito do córrego.

Moradores do Distrito que se utiliza do córrego para um lazer, estão reclamando que a chuva está levando a terra do loteamento para dentro do leito, e com isso, a quantidade de água está diminuindo.

Veja na sequência as fotos mostrando a situação do local.

 Aqui é o começo onde a água desce trazendo a terra para o córrego.

 passando por este trecho.
 chegando no leito do córrego e as nascentes.
 veja quanta terra já está no leito do córrego.

 Aqui, é outro ponto onde a terra desce junto com a água, veja a altura do morro de terra que foi colocado.
 Aqui esta abertura na terra do loteamento onde também desce água.
 Aqui já está se formando uma cratera que fica a poucos metros do enorme monte de terra colocado.
 Sem nenhuma contenção, a terra é jogada junto as arvores que protege o córrego e suas nescentes.
Olha a altura desse aterro, aqui é a lateral, na frente dá no mínimo uns dez metros de altura, onde existe aquela cratera mostrada na foto logo acima.
Veja que o monte de terra, está quase rente a copa das arvores.
 veja as laterais que não existe nenhuma contenção para evitar o assoreamento do córrego.



 Veja a cratera aberta no aterro do loteamento para escoar as águas, que vai direto para o córrego e suas nascentes.

















É isso gente, que está acontecendo e que ninguém toma nenhuma providência.
Quando tanto se fala de proteger o meio ambiente, mas qui, tudo isso é normal e legal.

O blog, mandou um e-mail para a secretaria do meio ambiente ontem dia 24/03/2013, fazendo algumas perguntas, mas até a publicação desta matéria, as 18:33 minutos, não obtivemos nenhuma resposta do referido órgão.

Deputados sem voto suficiente para se eleger ocupam 76 vagas, cerca de 15% das 513 totais, em lista de suplência com personagens repetidos; catarinense está no quinto mandato

Nivaldo Souza , iG Brasília 
A nomeação de Antônio Andrade  (PMDB-MG) para o Ministério da Agricultura foi a reabilitação do também peemedebista mineiro Silas Brasileiro como deputado federal. Ele foi empossado como suplente em 19 de março, retornando à Casa para seu quinto mandato – o segundo graças à suplência (o primeiro havia sido em 2009, após cassação de Juvenil Alves, do PRTB-MG, por gasto eleitoral ilícito). Brasileiro é o 76º parlamentar da atual legislatura da Câmara a ocupar uma vaga sem ter recebido votos suficientes no pleito popular. O contingente representa aproximadamente 15% do total de 513 deputados, conforme levantamento do iG .
A lista inclui 16 nomes que, a exemplo de Brasileiro, se tornaram “suplentes profissionais” ou, em um jargão popular, “deputados-cabides” – aqueles que não conseguem votos suficientes para assumir o posto de titular, mas estão sempre presentes graças a listas partidárias ou vitórias jurídicas.
Bonifácio de Andrada (PSDB-MG) - em seu 9º mandato, mineiro precisou da suplência em duas ocasiões: em 1999 e 2011. Foto: Agência Câmara
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O campeão da suplência é o deputado Valdir Colatto (PMDB-SC). Ele está no quinto mandato consecutivo, sem ter sido eleito para nenhum deles. O début de Colatto na Câmara ocorreu na Constituinte, assumindo vaga em 1989. Voltou em 1993, 1995, 2005 e em março de 2011. O parlamentar obteve 86.725 votos em 2010, ficando abaixo do necessário para ser titular. Engenheiro agrônomo de 63 anos, nascido na gaúcha Lagoa Vermelha, o deputado tem domicílio político em Chapecó, oeste de Santa Catarina, região onde as urnas têm se mostrado hostis a ele: saiu derrotado como candidato a vice-prefeito em 2008.
O segundo colocado no ranking dos suplentes mais assíduos é do maranhense Costa Ferreira (PSC). Eleito para dois mandatos consecutivos (1987-1991 e 1991-1995), o parlamentar ficou distante dos votos necessários para ser titular em outros três mandatos. Ele recebeu apenas 51 mil votos em 2010, mas voltou à Câmara em setembro de 2011. Ferreira é um tradicional aliado político da família Sarney. Advogado com histórico de filiação a partidos alinhados à Ditadura Militar (1964-1985) – como Arena, PDS, PFL e PP – o deputado migrou para o PSC em 2003, flertou rapidamente com o PMDB em 2005, e voltou para o partido cristão.
Disputa jurídica
Outro suplente maranhense famoso é o deputado Francisco Escórcio (PMDB). Em sua segunda suplência na Câmara, depois de atingir apenas 53.543 votos em 2010, o parlamentar entrou na Justiça para voltar à Câmara em 2011. Ele brigou pela vaga deixada por Pedro Novais (PMDB), nomeado à época para o Ministério do Turismo, cuja vaga havia ficado justamente com Costa Ferreira – respeitando a coligação PMDB-PSC-PTB.
Escórcio entrou com liminar no Supremo Tribunal Federal, conseguindo decisão que definia a vaga como sendo do PMDB e não da coligação. Com o retorno de Novais à Câmara em setembro de 2011, após denúncia de pagar o salário de uma empregada doméstica com dinheiro da Câmara , Escórcio passou a ocupar a vaga de Pedro Fernandes (PTB-MA), nomeado secretário de Cidades do Maranhão. Para isso, ele se valeu da regra de coligação que havia contestado no Supremo.
A habilidade de ser suplente é marca de Escórcio. Ele foi senador em 1996, 1997, 2000 e 2002, causando polêmica ao propor a criação do Estado do Planalto Central, com capital em Taguatinga, cidade satélite de Brasília. Fiel aliado de Sarney, o deputado foi assessor especial da presidência do Senado em 2007, indicado pelo então presidente Renan Calheiros (PMDB-AL). À época, foi apontado como responsável pela instalação de um suposto esquema de espionagem contra inimigos de Renan. A arapongagem não foi provada e acabou esquecida depois que o alagoano renunciou à presidência da principal Casa do Congresso Nacional, à qual voltou em 2013.
A suplência rende o segundo mandato a outros deputados: Bonifácio Andrada (PSDB-MG), Celso Jacob (PMDB-RJ), Colbert Martins (PMDB-BA), Eleuses Paiva (PT-SP), Francisco Marroni (PT-RS), Franciscos Lopes (PMDB-RJ), Iara Bernardi (PT-SP), Jairo Ataíde (DEM-MG), Major Fábio (DEM-PB), Marcelo Almeida (PMDB-PR), Nazareno Fonteles (PT-PI), Nilmar Ruiz (PEN-TO).
Os efetivados
Entre os suplentes novatos o destaque é o ex-pugilista baiano Acelino Popó (PRB). Ele ocupa vaga desde o início da legislatura. Popó assumiu, em 3 fevereiro de 2011, no lugar de Mário Negromonte (PP-BA), nomeado ministros das Cidades. Agora, a convite de Valdemar Costa Neto, presidente do PR condenado no julgamento do mensalão, considera mudar seu domicílio eleitoral para São Paulo. O PR acredita que Popó pode repetir o feito de Tiririca, que em 2010 recebeu mas de 1,3 milhão de votos e levou consigo mais três candidatos para a Câmara.
A lista de 76 suplentes que ocupam vaga de titular na Câmara inclui 29 “efetivados”, ou seja, que não correm risco de perder o mandato em função de renúncia ou afastamento definitivo (por motivos como assumir cargo em órgão público) ou até mesmo por morte do titular. Odílio Balbinotti (PMDB-PR), por exemplo, ganhou vaga efetiva após acidente de carro que matou Moacir Micheletto, em janeiro de 2012.
O falecimento de Max Rosenmann, em 2008, também rendeu vaga para Marcelo Almeida (PMDB-PR), que não atingiu os votos necessários no pleito de 2010 para seguir como parlamentar. Almeida, contudo, voltou ao posto em fevereiro deste ano, depois que Reinold Stephanes se tornou secretário da Casa Civil do Paraná.
Em outros casos, as vagas efetivas beneficiam líderes regionais cujas tentativa de ocupar uma vaga por meio do sufrágio universal fracassou por falta de interesse dos eleitores. O posto efetivo foi repassado assim a Vanderlei Macris (PSDB-SP), que não conseguiu se reeleger em 2010. Como vice-presidente do PSDB paulista, Macris ocupou o topo da lista partidária e foi beneficiado com vaga deixada por Dimas Ramalho (PPS) - eleito conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) de São Paulo.

Linfócitos foram capazes de buscar e destruir sinais de câncer no sangue

por Redação Galileu
Editora Globo
Microscopia da medula óssea de um paciente com leucemia linfoide aguda // Crédito: Wikimedia Commons
De acordo com um novo estudo feito pelo Memorial Sloan-Kettering Cancer Center, em Nova York, linfócitos (as principais células responsáveis pela imunidade) geneticamente modificados seriam capazes de buscar e destruir um tipo de câncer agressivo no sangue. Os testes foram feitos em 5 pacientes com leucemia linfoide, um tipo de câncer no sangue de progressão rápida, e todos eles apresentaram resultados otimistas: "Os tumores sumiram rapidamente", contou um dos autores da pesquisa, o oncologista Michel Sadelain.
Para realizar o tratamento, linfócitos são retirados dos pacientes e depois modificados para que ativar um receptor de uma proteína presente em células infectadas pelo câncer. Depois de reintroduzidas nos pacientes, os linfócitos são atraídos para as células cancerígenas e as destroem.
A técnica já havia mostrado resultados positivos em pacientes com leucemia crônica, mas havia dúvidas sobre sua eficácia contra a leucemia linfóide - doença que mata 60% de diagnosticados. O próximo passo é fazer testes em maiores escalas.
A cidade de São Paulo registrou um aumento de 14,1% no número de homicídios dolosos -- aqueles com intenção de matar-- em fevereiro deste ano. Foram 89 crimes desse tipo contra 78 ocorrências no mesmo período do ano passado. 
Pelo sétimo mês seguido, SP tem aumento no número de homicídios
Os casos de latrocínio também aumentaram, segundo balanço divulgado hoje. (Foto divulgação)

Esse é o sétimo mês seguido em que é registrado aumento no número de homicídios dolosos na capital paulista. Após uma queda de 13,2% em julho do ano passado, a capital teve apenas aumentos na taxa nos meses seguintes. 

Os casos de latrocínio também aumentaram, segundo balanço divulgado hoje pela SSP (Secretaria de Segurança Pública). Em fevereiro deste ano foram registrados 15 roubos seguidos de morte, contra 7 do mesmo período de 2012, um aumento de 114,2%. 

Os registros de estupros também aumentaram. No segundo mês de 2013, houve registro de 287 casos de violência sexual, contra 213 no mesmo período do ano passado. O número representa um acréscimo de 34,7%. 

Os roubos em geral, como assaltos e roubos a residências, também aumentaram no período, passando de 8.836 casos, para 8.928 em fevereiro deste ano -- representando um crescimento de 1%. Houve diminuição, ainda que pequena, nos casso de roubo de veículos e de cargas. 

Nos casos de roubo a veículos, o índice caiu 1,3%, passando de 3.604 ocorrência em fevereiro de 2012, para 3.557 no mesmo período neste ano. Já os casos de roubo de carga teve redução de 4,6%, com 348 casos no mês passado, 17 a menos se comparado ao mesmo mês de 2012. 

ESTADO
Os dados do Estado também apontam aumento no número de homicídios dolosos. Em fevereiro de 2013 foram registrados um total de 371 crimes desse tipo -13,1% a mais do que os 328 casos que tinham sido registrados no mesmo mês no ano passado. 

No caso do número de vítimas, também houve crescimento. Foram 391 em fevereiro deste ano contra os 346 de 2012. O que corresponde a um crescimento de 13%. 



Fonte: Uol Notícias

Liminar concedida pela ministra Cármen Lúcia na semana passada sustou a nova fórmula de partilha dos royalties do petróleo aprovada pelo Congresso

Laryssa Borges, de Brasília
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante a sessão de votação do veto à Lei de Royalties
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), durante a sessão de votação do veto à Lei de Royalties  (Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr)
A Mesa Diretora do Senado recorreu nesta segunda-feira ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão da ministra Cármen Lúcia que suspendeu a nova fórmula de partilha dos royalties do petróleo aprovada pelo Congresso Nacional. No recurso, o Senado contesta a legalidade de a magistrada conceder individualmente uma liminar, sem ouvir previamente o Legislativo, e argumenta que compete aos deputados e senadores definir quem deve receber as compensações financeiras pela exploração de petróleo.

Há três semanas, em sessão do Congresso, senadores e deputados derrubaram o veto da presidente Dilma Rousseff que impedia a inclusão de contratos de campos já em fase de exploração na nova fórmula de partilha. Com a decisão, a regra de distribuição de royalties passou a contemplar estados e municípios que não têm o insumo em seu território e passou a valer tanto para campos novos quanto para as áreas já licitadas. Logo após a votação ter sido concluída, no entanto, os governos do Rio de Janeiro, Espírito Santo e de São Paulorecorreram ao STF para tentar suspender os efeitos da medida aprovada pelos parlamentares.

No recurso apresentado nesta segunda, porém, a Mesa do Senado diz que toda a votação foi feita de forma legal e sustenta que a Constituição assegura aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios a remuneração e compensação pela exploração do petróleo e do gás natural. No agravo, a Mesa ainda argumenta que uma legislação ordinária, como a que foi vetada pela presidente Dilma Rousseff e teve o veto derrubado, é o instrumento previsto para a definição das regras de partilha dos royalties.

O Senado também cobra que o plenário do Supremo Tribunal Federal se pronuncie o mais rápido possível porque estados e municípios sofrem impacto em seus caixas sem os recursos do petróleo devido à medida liminar concedida por Cármen Lúcia.

Conforme anúncio feito pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a demanda por vôos domésticos apresentou queda de 4,06% em fevereiro, a segunda consecutiva após 43 meses seguidos em alta. No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a demanda caiu 2,26 por cento. A oferta desse serviço também diminuiu, principalmente devido às líderes de mercado Gol (BOV:GOLL4)  e TAM, registrando queda pelo sexto mês consecutivo, em 10,96% na mesma base de comparação.
A oferta e procura por voos internacionais, por sua vez, apresentam taxas recordes, com crescimento de 0,80% por cento na demanda e 14,2% na oferta em fevereiro, contra o mesmo mês de 2012.
Em relação à participação das companhias, a Anac anunciou que a TAM se mantém em primeiro lugar, com 41,66%, seguida pela Gol, que detém 34,08%  do mercado doméstico e 12,31% do internacional, 1,04% a mais do que fevereiro do ano passado.

Alexandre Padilha também assinou liberação de verba para o hospital.
Sobre a dengue, ele reafirmou que o combate deve começar nos quintais.

Do G1 Bauru e Marília

Prefeito Rafael Agostini acompanhou Alexandre Padilha (Foto: Reprodução TV TEM)Prefeito Rafael Agostini acompanhou Alexandre
Padilha (Foto: Reprodução TV TEM)
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, inaugurou novos leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e ampliação da Santa Casa deJaú, na tarde deste sábado (23). Durante a solenidade, Padilha assinou a liberação de recurso no valor de R$ 1,1 milhão para a compra de equipamentos e materiais para o hospital.
O ministro percorreu os corredores do hospital e conheceu as novas UTIs, com capacidade para 30 internações a mais por mês. Ele também inaugurou o centro obstétrico, um ambulatório e a nova ala cirúrgica.
Padilha anunciou o novo programa do governo federal para ampliar os recursos financeiros que chegam às Santas Casas de todo o país. É o incentivo de qualidade da tabela do Sistema Único de Saúde, que vai enviar dinheiro extra às entidades caso os hospitais conseguirem garantir mais qualidade e resultado no atendimento à população.
Sobre o combate à dengue, ele reafirmou que o trabalho deve começar dentro dos quintais das casas. Só neste ano, os casos da doença aumentaram 290% no país.
Novos leitos de UTI vão aumentar atendimento na cidade (Foto: Reprodução TV TEM)Novos leitos de UTI vão aumentar atendimento na cidade (Foto: Reprodução TV TEM
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