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Ladrões tentaram arrombar o cofre do equipamento.
De acordo com a polícia, nenhuma quantia foi levada.


Do G1 Bauru e Marília

Criminosos explodiram um caixa automático no Centro-Oeste Paulista. De acordo com a polícia, a ação foi em Santa Maria da Serra, SP. Durante a madrugada desta quarta-feira (30), os ladrões destruíram o posto de atendimento, que fica no Terminal Rodoviário. Apesar dos estragos, nada foi levado. Até o começo da tarde nenhum suspeito havia sido preso.
Explosão ocorreu na madrugada desta quarta-feira (30) (Foto: André Godinho/TV TEM)Explosão ocorreu na madrugada desta quarta-feira (30) (Foto: André Godinho/TV TEM)
Equipamento ficou totalmente destruído (Foto: André Godinho/TV TEM)Equipamento ficou totalmente destruído (Foto: André Godinho/TV TEM)

Paciente está na UTI, sedado e respirando com a ajuda de aparelhos.

Lotes do produto foram cautelarmente interditados pela Vigilância Sanitária.

Suellen FernandesDo G1 Vale do Paraíba e Região 
Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá, suspendeu a realização de exames de resonância magnética. (Foto: Jonatan Morel/TV Vanguarda)Hospital Frei Galvão, em Guaratinguetá, suspendeu a realização de exames de resonância magnética. (Foto: Jonatan Morel/TV Vanguarda)
Um policial militar, de 52 anos, que seria submetido a um exame de ressonância magnética na tarde desta quinta-feira (31) no Hospital particular Frei Galvão, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, passou mal após ter a substância contraste injetada na veia. O composto químico é utilizado para facilitar a visualização dos orgãos durante o exame. O paciente está na Unidade de Terapia Intensiva (UTI)  do hospital com quadro estável, mas sedado e respirando com a ajuda de aparelhos.

As causas do agravamento do quadro clínico do paciente durante o procedimento estão sendo investigadas. A Vigilância Sanitária de Guaratinguetá interditou cautelarmente três lotes do produto utilizados no Hospital Frei Galvão e informou a Vigilância Sanitária Estadual, subgrupo Guaratinguetá, para providenciar a comunicação aos demais municípios da região do Vale do Paraíba.
O paciente que teve o quadro agravado foi o primeiro a ser submetido ao procedimento após a máquina ter ficado parada por uma semana para a realização de manutenção. Ele, que é major da polícia em São Paulo e mora na região, faria uma ressonância de abdômen.O caso acontece três dias depois da morte de três pessoas no Hospital Vera Cruz, emCampinas (SP), após passarem por exames de ressonância magnética.

De acordo com a direção do hospital Frei Galvão, a Vigilância Sanitária foi imediatamente notificada do caso e os exames de ressonância foram suspensos na unidade médica.
"É precoce apontarmos as causas que levaram o paciente a se sentir mal, pode ser ou não o contraste. Mesmo assim adotamos os procedimentos cabíveis e os exames de ressonância foram suspensos", disse Gilberto Nerig, diretor do Frei Galvão, ao G1. A unidade faz, em média, 300 ressonâncias por mês.
Vigilância Sanitária
A supervisora da Vigilância Sanitária municipal, Alessandra Duarte de Oliveira Silva, informou que uma equipe do órgão foi ao Hospital Frei Galvão e que a investigação já constatou que o lote que foi injetado no paciente não é nenhum dos dois que estão interditados preventivamente pelo Centro de Vigilância Sanitária em todo o Estado de São Paulo. A medida da interdição foi tomada após a morte dos pacientes em Campinas. As causas dos óbitos estão sendo investigadas.

Mesmo assim, três lotes de uma mesma marca de solução injetável utilizadas no Frei Galvão foram cautelarmente interditadas. Uma delas é do mesmo fabricante e possui o mesmo prazo de validade de um dos contrastes interditados no Estado de São Paulo.
A diretora da Vigilância Estadual, Heloísa Moreira de Paula Zanotta, informou, às 16h, que não havia sito notificada sobre o caso, mas que vai colaborar com o trabalho da Vigilância municipal. A interdição dos demais lotes do produto, sob orientação do Estado, foi comunicada para a rede de saúde da região.

A Secretaria Municipal de Saúde enviou um comunicado para que hospitais e clínicas da cidade suspendessem a realização de procedimentos com uso do composto. O Centro de Vigilância Sanitária de São Paulo interditou oito lotes de medicamentos usados nos exames dos pacientes mortos. As causas dos óbitos estão sendo investigadas
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Alta varia de 0,554% a 0,568% e começa a valer na próxima semana.
Medida atinge apenas serviço prestado por concessionárias.

Fabio Amato

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou nesta quinta-feira (31) o reajuste da tarifa de telefonia fixa, para ligações locais e de longa distância. Os novos valores entram em vigor dois dias após a publicação da decisão no Diário Oficial da União, o que deve ocorrer até segunda-feira (4).

Para as concessionárias Telefônica, CTBC (Minas Gerais) e Sercomtel (Paraná), a agência autorizou aumento de 0,568%. Já para Oi e Embratel, o reajuste aprovado foi de 0,554%. Esses índices incidem sobre o valor de itens que compõem os planos básicos dessas operadoras.
Os planos básicos locais incluem franquia de 200 minutos para chamadas, além da assinatura do serviço. Na longa distância, a cesta inclui 16 tarifas, que variam de acordo com a região de origem e de destino da ligação e com o horário em que ela é feita.
O reajuste também é aplicado ao valor cobrado pelas concessionárias para cada minuto de ligação que excede a franquia do plano básico. No Rio de Janeiro, por exemplo, o minuto adicional para clientes da Oi sobe de R$ 0,072 para R$ 0,08, valor que não considera impostos. Em São Paulo, para os clientes da Telefônica o minuto adicional passa de R$ 0,0743 para R$ 0,0747.
Simulação apresentada pelo conselheiro da Anatel Jarbas Valente, relator da proposta de reajuste, aponta que o valor da assinatura básica residencial da Telefônica em São Paulo, que hoje é de R$ 29,53, vai passar a custar R$ 29,70. Já no Rio de Janeiro, a assinatura pela Oi vai ficar mais barata: baixa dos atuais R$ 29,49 para R$ 29,32. Em Brasília, ela também cai para clientes de planos básicos da Oi, de R$ 29,88 para R$ 29,73. Esses valores não incluem impostos.
O reajuste não atinge planos alternativos das concessionárias nem aqueles oferecidos por empresas que atuam sob autorização (caso da Net e da GVT, por exemplo). Esses serviços não são regulados pela Anatel e têm preço livre.

Ao defender uma vigilância rigorosa da doença, o diretor veterinário da FAO, Juan Lubroth, lembrou que alguns países da Ásia ainda registram a ocorrência da gripe H5N1....

Agência Brasil
foto: Agência AnsaSegundo Lubroth, o investimento em prevenção é a forma mais adequada de evitar os prejuízos de uma pandemia em larga escala. Mas ele reconhece que a crise que afeta economias dos países mais desenvolvidos pode ameaçar tanto o orçamento de governos quanto o de organizações internacionais.
Segundo Lubroth, o investimento em prevenção é a forma mais adequada de evitar os prejuízos de uma pandemia em larga escala. Mas ele reconhece que a crise que afeta economias dos países mais desenvolvidos pode ameaçar tanto o orçamento de governos quanto o de organizações internacionais.
BRASÍLIA - Uma nova pandemia da gripe aviária pode se instalar no mundo caso os países não invistam em vigilância e controle. Em um comunicado divulgado nesta terça-feira (29), a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) alerta que uma possível redução de investimentos nessas áreas em função da crise econômica mundial pode reproduzir o cenário de 2006, quando a doença afetou mais de 60 países.
Ao defender uma vigilância rigorosa da doença, o diretor veterinário da FAO, Juan Lubroth, lembrou que alguns países da Ásia ainda registram a ocorrência da gripe H5N1. Segundo ele, o investimento em prevenção é a forma mais adequada de evitar os prejuízos de uma pandemia em larga escala. Mas Lubroth reconhece que a crise que afeta economias dos países mais desenvolvidos pode ameaçar tanto o orçamento de governos quanto o de organizações internacionais.
Na nota, a FAO destaca que, entre 2003 e 2011, a doença levou à morte ou ao abate de mais de 400 milhões de frangos e patos domésticos, totalizando um prejuízo de cerca de US$ 20 mil milhões. O vírus H5N1 também pode ser transmitido aos seres humanos. No mesmo período, o vírus infectou mais de 500 pessoas e matou mais de 300, de acordo com o organismo das Nações Unidas.
Segundo a FAO, a maior parte dos 63 países afetados pela pandemia de 2006, como a Turquia, Hong Kong, a Tailândia e a Nigéria, estão livres do vírus, e a Indonésia tem apresentado “progressos substanciais” no combate a doença, como resultado de “muitos anos de trabalho árduo e de compromisso financeiro internacional”.
A organização ainda alerta para outras ameaças crescentes como a peste dos pequenos ruminantes (PPR), uma doença altamente contagiosa que pode dizimar rebanhos de ovelhas e cabras. De acordo com a nota, a doença está em expansão na África Subsaariana, ameaçando países como o Congo, e começa a se disseminar no Sul da África.
Segundo a FAO, existe uma vacina eficaz para a PPR, mas poucas pessoas foram imunizadas.

Unidades de saúde com paciente em tratamento cresceu 142% em dez anos, entre 2001 e 2011. A doença tem cura e o tratamento é gratuito pelo SUS
Como parte das ações que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Hanseníase, celebrado neste domingo (27), o Ministério da Saúde anuncia diversas medidas, em curso, que objetivam desde a prevenção e a eliminação da doença como problema de saúde pública, com também a qualidade de vida desta população. Entre as açõesestá a expansão do Programa Viver Sem Limite - com a  ampliará da oferta de serviços de  reabilitação e concessão de órteses e próteses à pessoa com hanseníase -; o lançamento de uma campanha para o diagnóstico precoce a 9,3 milhões de estudantes da rede publica e, ainda, a construção de novos polos de academia da saúde nos municípios em que se localizam as ex-colônias.  
Entre as ações também está o anúncio de R$ 1,6 milhão de investimentos na aquisição de novos equipamentos para prevenção de incapacidades e procedimentos de reabilitação nos Centros de Prevenção de Incapacidade e Reabilitação dos estados prioritários.  A iniciativa beneficiará 130 mil pessoas que moram em antigos hospitais-colônia. Essa população também será beneficiada com o Programa Academias da Saúde, com a priorização, pelo Ministério da Saúde, dos pedidos de construção de novos polos, realizados pelas prefeituras das 32 cidades onde se localizam as ex-colônias de hanseníase. “Essas academias contribuirão para a melhoria da qualidade de vida desta população, possibilitando a integração com as comunidades e contribuindo para a eliminação do preconceito e do estigma”, avalia o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo ele, se todos os 32 prefeitos solicitarem uma academia de porte médio serão investidos aproximadamente R$ 4,5 milhões.
A expansão do programa Viver Sem Limite ampliará a oferta de serviços de  reabilitação e concessão de órteses e próteses à pessoa com hanseníase, no qual será garantido o acesso dessa população aos Centros Especializados de Reabilitação (CER) e às Oficinas Ortopédicas. A medida irá garantir, para quem precisar, vários tipos de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, como serviço de sapataria. A meta do Ministério também é construir 45 novos centros e 19 novas oficinas em todo o país (fixa, itinerante ou fluvial), com investimentos de R$ 300 milhões em 2013.
AVANÇOS - O Brasil vem avançando para eliminar a hanseníase como problema de saúde pública. Um exemplo deste esforço é a melhoria progressiva de todos os indicadores. Levantamento inédito do Ministério da Saúde aponta redução de 61,4% no coeficiente de prevalência (pacientes em tratamento) entre 2001 e 2011, passando de 3,99 por 10 mil habitantes para 1,54. No mesmo período, o número de serviços com pacientes em tratamento de hanseníase cresceu 142%, de 3.895 unidades, em 2001, para 9.445, em 2011.
Apesar desses avanços, ainda existem 254 municípios – localizados, na sua maioria, nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste - que apresentam carga elevada da doença, onde foram registrados 20.090 casos novos.“Para que possamos eliminar a hanseníase no Brasil, é preciso que os novos gestores municipais assumam um compromisso fortede implantar todas as diretrizes do tema, nesse Dia Mundial”, afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.  Ele lembra que o Governo Federal distribui medicamento de graça e treina os profissionais. “Se cada município colocar como prioridade a detecção precocemente de todos os casos suspeitos, buscando os contatos, nós vamos reverter à situação atual”, alertou o secretário.
CAMPANHA: Com o objetivo de aumentar o diagnóstico precoce e identificar comunidades em que a hanseníase ainda persiste, o Ministério da Saúde fará uma campanha inédita, entre 18 e 22 de março, para examinar 9,3 milhões de estudantes do ensino público. Com o apoio dos estados e municípios, a meta é identificar os casos novos na faixa etária de 5 a 14 anos, em crianças e adolescentes. São estudantes de 38milescolas, localizadas em 720 municípios prioritários, com alta carga da doença e  incluídos no Plano Brasil sem Miséria, do Governo Federal.
A “Campanha Nacional de Hanseníase e Geohelmintiases”,como foi denominada, pretende também reduzir a carga dos geohelmintos (parasitas intestinais conhecidos como lombrigas, que causam anemia, dor abdominal e diarreia), que podem prejudicar o desenvolvimento e o rendimento escolar da criança.  Oscasossuspeitos de hanseníase serão encaminhados à rede básica de saúde para confirmação e tratamento.  “Se a equipe de saúde identificar uma criança ou adolescente com hanseníase, é porque tem um caso na sua casa ou na comunidade onde ele vive. Certamente este caso ainda não detectado pelo SUS, mas houve a transmissão para o estudante. A campanha ajudará a descobrir comunidades onde ainda há transmissão da doença”, adiantou o secretário Jarbas Barbosa.
A campanha prevê ainda a distribuição de 10 milhões de cartilhas para orientaçãodosprofessorese estudantes, com esclarecimentos gerais sobre a doença. Durante a campanha, os Agentes Comunitários de Saúde eprofissionais da Estratégia de Saúde da Família e Unidades de Saúde Pública visitarão as escolas para diagnosticar e tratar os casos novos, além de buscar os contatos dos casos já diagnosticados, ampliando assim, o acesso à cura.
A hanseníase é transmitida de pessoa para pessoa por quem tem contato muito próximo e prolongado com o doente, dentro do núcleo familiar ou da comunidade em que vive. Geralmente não é transmitida dentro de um ônibus ou num local público. A hanseníase tem cura, mas pode causar incapacidades físicas se o diagnóstico for tardio. O tratamento, gratuito e eficaz, pode durar de seis meses a um ano.
RAIO-X DA DOENÇA: O levantamento do Ministério da Saúde também aponta a redução de 25,9% nos casos novos entre 2001 e 2011, que passaram de 45.874 para 33.955, respectivamente. Apesar dos resultados, existemsete estados que apresentaram, em 2011, coeficiente de prevalência acima de três casos por 10 mil habitantes (MT, TO, MA, PA, RO, GO, MS).  A média nacional é de 1,54/10 mil, o que é bem próxima da meta estabelecida pelo Plano de Eliminação da Hanseníase (menos de um caso para cada grupo de 10 mil, até 2015). 
Além disso, o SUS trabalha para reduzir em 26,9% o coeficiente de detecção de casos novos em menores de 15 anos, aumentar o percentual de cura (90% dos novos) e examinar 80% dos contatos intradomiciliares dos casos novos de hanseníase.
Segundo o secretário, é fundamental que as pessoas procurem o serviço de saúde ao aparecimento de manchas, de qualquer cor, em qualquer parte do corpo, principalmente se essa mancha apresentar diminuição de sensibilidade ao calor e ao toque. “A hanseníase tem cura e, quando a pessoa começa o tratamento, para de transmitir quase que imediatamente. Não é preciso ter nenhum tipo de preconceito”, destacaBarbosa.

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FOTO: DIVULGAÇÃO
Segundo boatos, os quilinhos a mais foram o motivo da demissão

A ordem entre as meninas do Ballet do Faustão é fechar a boca. Tudo porque a produção do Domingão do Faustão dispensou oito bailarinas. Duas delas teriam perdido o posto na atração por estarem acima do peso. Segundo boatos, os quilinhos a mais foram o motivo da demissão de Lívia Bueno e de Kamilla Covas. Essa última foi capa da revista “Sexy” de novembro.
Lívia não tem como controlar seu peso porque descobriu que está grávida de algumas semanas. Já Kamilla garantiu que sua demissão não teve nada a ver com sua silhueta. “Estou há três anos lá e saí em um bom momento. Houve um boato sim, de que duas estariam acima do peso, mas não sei quem são”.
Além da dupla, estão fora do grupo Rachel Gutvilen, Patrícia Gonçalves, Brunella Andrade, Helen Cris, a novata Marcela Teixeira e Roberta Appratti, que foi par do ator Odilon Wagner na 'Dança dos Famosos' em 2011.

Pacientes morrem após ressonância magnética em hospital particular
Fachada do Hospital Vera Cruz, em Campinas (Foto: Anaísa Catucci/G1 Campinas)

Três vítimas passaram por exames no Hospital Vera Cruz, em Campinas.
Vigilância em Saúde interditou o setor da unidade por tempo indeterminado.

Três pessoas morreram entre a tarde e a noite de segunda-feira (28) após realizarem exames de ressonância magnética no hospital particular Vera Cruz, em Campinas (SP). A Vigilância em Saúde interditou o setor responsável pelo procedimento da unidade por tempo indeterminado e pretende investigar se o contraste, composto químico utilizado no exame, tem relação com as mortes.

Segundo o corpo clínico do hospital, dois homens, de 36 e 39 anos, e uma mulher, de 25 anos, morreram de parada cardiorrespiratória após passar pelo exame. Dois começaram a passar mal minutos depois do exame e um paciente chegou a deixar a unidade médica, mas retornou assim que começou a sentir dores. O hospital afirma que as causas ainda são desconhecidas e que aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML). Outros 83 pacientes realizaram ressonâncias no mesmo dia, no entanto, não apresentaram nenhum tipo de reação.

As vítimas efetuaram ressonância magnética de crânio, entre as 16h30 e 18h, em salas e com técnicos diferentes. Elas tinham situações clínicas diferentes e não foram diagnosticados com doenças em estágio avançado. Ambos preencheram um formulário declarando que não apresentavam nenhuma restrição e estavam desacompanhados de familiares e conhecidos.

Após a constatação das mortes, a direção do Vera Cruz suspendeu as atividades no setor e acionou a polícia. As salas e os materiais utilizados durante os procedimentos foram lacrados, de acordo com a direção da unidade. O caso foi registrado no 1° Distrito Policial da cidade.

De acordo com a direção do hospital, a empresa responsável é terceirizada e atua no local há 20 anos. São feitos por mês cerca de 1,8 mil ressonâncias e nenhuma ocorrência deste tipo foi registrada na unidade. O Vera Cruz também informou que está colaborando com os órgãos competentes.

Vigilância
Segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura, após a comunicação das mortes feita pelo hospital à Vigilância em Saúde, foi solicitada o envio de técnicos para a área de diagnósticos e também o Centro de Vigilância do Estado foi notificado.

Pacientes
A remoção dos corpos foi feita pelo IML às 2h desta terça, segundo o Serviços Técnicos Gerais (Setec). Por recomendação da vigilância, os corpos passaram por autópsia.

Entre as vítimas estão a administradora de empresa de Campinas Mayra Cristina Augusto Monteiro, 25 anos, que deixa uma filha de 4 anos. O enterro está previsto para às 16h30 no Cemitério da Conceição.

Também faleceu o paciente de Santa Rita de Cássia, o zelador Manuel Pereira de Souza, 39 anos, casado e pai de uma filha de 6 anos. Ele será enterrado na Bahia, em um distrito da cidade natal. O terceiro paciente é Pedro José Ribeiro Porto Filho, 36 anos, morador de Campinas. O local do enterro ainda não foi divulgado.


Fonte: Portal G1

Ele afirma que equipamento para uso externo foi usado por ser mais barato.
Polícia também vai investigar responsabilidade dos bombeiros e prefeitura.

Tahiane StocheroDo G1, em Santa Maria (RS)
O delegado regional de Santa Maria (RS), Marcelo Arigony, afirmou em entrevista coletiva na tarde desta terça-feira (29) que a banda Gurizada Fandangueira utilizou um sinalizador mais barato, próprio para ambientes abertos e que não deveria ser usado em local fechado, durante o show na boate Kiss, em Santa Maria (RS). O equipamento teria provocado o incêndio que deixou 234 mortos na madrugada de domingo (27).
"Eles compraram um sinalizador de pirotecnia mais barato, que sabiam que era exclusivamente para ambientes fechados, porque falaram que era mais barato. O sinalizador para ambiente aberto custava R$ 2,50 a unidade e, para ambiente fechado, R$ 70. Eles sabiam disso, usaram este modelo para economizar. Usaram o equipamento para ambiente fechado porque era mais barato”, disse o delegado.
Segundo ele, os integrantes da banda admitiram o uso do sinalizador em depoimento. A banda teria inclusive usado o mesmo modelo de sinalizador em outras apresentações.
O delegado elencou uma série de elementos que contribuíram para que a tragédia ocorresse, como falhas na iluminação de emergência, espuma inadequada para recobrir a danceteria, além de extintores irregulares.
Segundo Arigony, o extintor de incêndio que estava na boate e falhou quando os seguranças tentaram apagar o fogo pode ser falsificado.“Segundo testemunhas e provas preliminares, os extintores podem ser falsos, pois não estavam funcionando, não funcionavam direito”, disse.
Ainda segundo o delegado, a espuma utilizada no revestimento da casa notura não servia como revestimento acústico. “Esta espuma nem faz isolamento acústico,apenas evita eco e é inflamável. Pode ter produzido o gás tóxico”, diz o delegado.
Entre os outros problemas apontados por Arigony estão reformas realizadas na boate Kiss que não tinham sido notificadas ou autorizadas pela prefeitura de Santa Maria e pelo Corpo de Bombeiros. A porta de entrada do local também não teria capacidade para dar “evasão de fuga” ao público.
O Corpo de Bombeiros, segundo o delegado, informou que o local tinha 615 metros de área e capacidade para 691 pessoas. O alvará de funcionamento estava vencido desde 10 de agosto e o laudo sanitário, desde 31 de março.
Também foi apontado por Arigony falhas na sinalização interna do estabelecimento. “A boate não tinha iluminação para crise. As pessoas podem ter corrido para o banheiro, ao ver a luz ligada lá, achando que era uma saída de emergência e acabaram morrendo asfixiadas lá dentro”.
Até esta terça-feira, 44 pessoas já foram ouvidas pela polícia e 10 ofícios de informações foram expedidos a órgãos públicos pedindo explicações e documentos. Segundo o delegado, apenas a Brigada Militar já respondeu aos questionamentos.
O delegado afirma que abriu um processo para investigar a responsabilidade do Corpo de Bomberiros e da prefeitura de Santa Maria, e se houve improbidade administrativa.
"Por tudo isso, qualquer criança vê que esta casa não poderia estar funcionando. O conjunto todo mostra uma irregularidade total. O conjunto todo mostra que esta casa não podia estar funcionando", afirmou.
Vocalista admite uso
Marcelo Santos, que é vocalista da banda Gurizada Fandangueira, admitiu à polícia que segurou um sinalizador aceso durante o show na boate Kiss. O músico negou, no entanto, que as faíscas do artefato tenham provocado o incêndio e disse que já havia manipulado esse tipo de sinalizador por diversas vezes em outras apresentações.
ARTE ESTATICA (resumo do caso) 620 (Foto: Editoria de Arte / G1)
Instituto de Perícia revê número de mortos em tragédia de Santa Maria para 234
Instituto de Perícia revê número de mortos em tragédia de Santa Maria para 234
Flores foram deixadas em frente a boate em homenagem às vítimas
Vítimas estavam no IML de Santa Maria e ainda não tiveram os nomes divulgados 

Aumentou o número de vítimas fatais da tragédia em Santa Maria (RS). A informação foi divulgada na tarde desta terça-feira (29). Agora o número passou de 231 para 234.

A contagem incompleta teria acontecido porque três corpos foram levados para o IML (Instituto Médico Legal) de Santa Maria e não para o ginásio da cidade, onde estavam sendo veladas todas as vítimas. Por conta disso, os nomes acabaram não entrando na lista divulgada pelas autoridades.

Ainda não foram divulgados os nomes dessas três vítimas que não tinham entrado na contagem.

Incêndio
O incêndio que atingiu a boate Kiss na madrugada de domingo (27) foi uma das piores tragédias registradas no País. A lista com os nomes das vítimas foi divulgada pelo governo do Estado. Quase metade das vítimas estudava na UFSM (Universidaade Federal de Santa Maria)

A casa noturna, por meio de seus advogados, divulgou uma nova nota sobre o caso e classificou de "fatalidade" o que aconteceu.

Um erro de procedimento dos donos da boate pode ter sido crucial para a tragédia. Eles não tinham qualquer autorização do Corpo de Bombeiros para organizar um show pirotécnico no local.

Foi durante a apresentação da banda Gurizada Fandangueira que um sinalizador - uma espécie de fogo de artifício - foi lançado e atingiu o forro do teto do estabelecimento. Essa teria sido a fonte do incêndio.

O comandante do Corpo de Bombeiros de Rio Grande do Sul, coronel Guido Pedroso de Melo, disse ao R7 que o uso de fogos em um estabelecimento fechado deve ser sempre autorizado pela corporação.

Foi uma coisa deliberada pela organização do evento. Com certeza, nesse ponto houve falha . Mas temos que aguardar a perícia técnica para saber o que gerou, o que contribuiu para a tragédia.



Fonte: R7.com
As cenas a seguir são fortes, fruto da incompetência das pessoas responsáveis pela liberação desses estabelecimento, vejas as fotos








Presidenta falou novamente, hoje após encontro com prefeitos, sobre o incêndio que matou mais de 230 pessoas em um boate em Santa Maria, no Rio Grande do Sul

Agência Brasil 
Emocionada e com a voz embargada, a presidenta Dilma Rousseff pediu que os prefeitos de todo o País atuem para evitar a repetição de tragédias como o incêndio em Santa Maria (RS) . Na abertura do Encontro Nacional de Novos Prefeitos, em Brasília, Dilma conclamou os gestores de todas as esferas de Poder para assumirem a responsabilidade de fiscalizar locais públicos e de concentração de pessoas.
Roberto Stuckert Filho/PR
Dilma Rousseff durante cerimônia de abertura do Encontro Nacional com os novos Prefeitos e Prefeitas
“Falo da dor para lembrar responsabilidade que todos nós, do Poder Executivo, temos com a população. Diante da tragédia, temos de assegurar que ela jamais se repetirá”, disse a presidenta ao abrir o encontro.
Antes de iniciar o discurso, Dilma pediu um minuto de silêncio em homenagem aos 231 mortos no incêndio na discoteca Kiss. Ela ressaltou que a pior consequência da tragédia foi ter impedido pessoas jovens de concluírem os estudos e desenvolver o potencial no mercado de trabalho.
“[As vítimas] eram jovens. Tinham sonhos. Podiam ser nossos futuros prefeitos e prefeitas, presidentes e presidentas, cientistas, agrônomos, psicólogos e juízes. Eles podiam ser os filhos e netos de cada um de nós”, disse Dilma.

A presidenta citou a visita que fez aos parentes das vítimas na tarde de domingo (27), ressaltando ter ficado emocionada com os relatos de pais que perderam os filhos na tragédia. “Eles [os mortos] infelizmente não tiveram oportunidade de cumprir o sonho de cada mãe. A dor que presenciei é indescritível”, disse a presidenta. Ela destacou que o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, não pôde comparecer ao encontro dos prefeitos. Segundo Dilma, o ministro permanecerá em Santa Maria até que sejam esclarecidas as circunstâncias do incêndio.
Acordo entre GM e metalúrgicos garante apenas uma parte dos empregos ameaçados
SÃO PAULO, 27 Jan (Reuters) - A General Motors evitou uma iminente greve no Brasil adiando a demissão de até 750 funcionários até o fim do ano e prometendo investir cerca de 500 milhões de reais em sua unidade de São José dos Campos.
O acordo, firmado na noite de sábado com líderes do sindicato de metalúrgicos de São José dos Campos adia os esforços politicamente sensíveis da GM para desativar o que, segundo a montadora, é uma linha de montagem não competitiva na cidade.
O sindicato Sindimetal-SJC disse em seu website que os funcionários são membros da linha de produção do modelo Classic. Porta-vozes da GM não estavam imediatamente disponíveis para comentar.
Desde o ano passado, a GM enfrenta pressão da presidente Dilma Rousseff para manter funcionários em troca de desonerações que ajudaram a levar as vendas no quarto maior mercado automobilístico do mundo a nível recorde no ano passado.
Ainda assim, a produção de automóveis na indústria automotiva brasileira caiu pela primeira vez em uma década e a produtividade despencou para a mínima em seis anos, à medida que a elevação de salários, gargalos de transportes e rígidas leis trabalhistas erodiram a competitividade das fábricas locais.
O impasse da GM com o sindicato é um dos conflitos trabalhistas de mais alto perfil no Brasil, onde uma oferta apertada no mercado de trabalho forçou companhias a conceder acentuados aumentos salariais. O desemprego caiu para máximas recordes apesar de dois anos de crescimento econômico decepcionante, ajudando a elevar a popularidade de Dilma e do PT.
O complexo da GM em São José dos Campos, próximo à cidade de São Paulo, produz o Chevrolet Classic na linha de montagem em questão, além da Blazer, a picape S10, motores e transmissões em outras linhas de montagem, empregando mais de 7 mil funcionários.
Os funcionários votarão o acordo na segunda-feira, disse o sindicato.
(Reportagem de Brad Haynes e Guillermo Parra-Bernal)
O Brasil é o segundo país do mundo com maior número de casos de hanseníase, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 2011, o país registrou cerca de 34 mil novos casos da doença, número inferior apenas aos 127 mil casos na Índia, mas com uma população cinco vezes maior.



Segundo o coordenador nacional do Movimento de Reintegração das Pessoas Atingidas pela Hanseníase (Morhan), Artur Custódio, a situação do Brasil é alarmante, principalmente porque há muitos registros da doença em crianças e adolescentes com menos de 15 anos, totalizando 2.420 casos. De acordo com dados do Ministério da Saúde, em 2012 foram detectados quase 29 mil casos de hanseníase no país, dos quais 1.936 em menores de 15 anos.

'É raro hanseníase em criança. Hanseníase em criança significa adulto sem tratamento, significa demanda oculta [casos que não entram nas estatísticas]. Isso é mais criança doente do que todas as crianças doentes de hanseníase somadas da América, África e Europa. O Brasil está com um índice alarmante', disse Custódio.

De acordo com o Ministério da Saúde, os casos de hanseníase diminuíram 26% entre 2001 e 2011. No entanto, a queda da doença no resto do mundo foi muito mais acentuada, já que, segundo a OMS, em um período de seis anos (entre 2004 e 2010) houve uma redução de 40% nos casos da doença em todo o mundo.

Segundo Custódio, para reduzir essas estatísticas é preciso que os três níveis de governo intensifiquem suas ações na prevenção e no tratamento da doença. Ele defende que sejam realizadas campanhas de conscientização da população e também a qualificação dos profissionais de saúde para atender aos pacientes.

O papel do Ministério da Saúde, para Custódio, consiste em basicamente repassar recursos para os municípios. 'Muitas vezes, esses recursos não são nem fiscalizados. Estamos inclusive pedindo ao Ministério Público que fiscalize esses recursos, porque a gente sabe de municípios que não utilizaram esse financiamento ou utilizaram para a compra de outras coisas. A gente precisa de mais, que todas as esferas de governo estejam envolvidas em um processo de eliminação. É preciso colocar isso como uma prioridade na pauta do governo', disse.

O coordenador da Morhan também critica o ministério por não participar das mobilizações no Dia Mundial e Nacional de Combate à Hanseníase, comemorado neste domingo (27). 'Nos últimos três anos, nos dias mundiais de combate à hanseníase, o Ministério da Saúde não fez nenhuma campanha, não fez nenhum material publicitário novo. O Dia Mundial da Hanseníase foi criado pela ONU [Organização das Nações Unidas] em 1954 porque um dos maiores problemas da hanseníase era a falta de informação e de campanhas educativas. Parece que a gente ainda não aprendeu isso.".

TERRA

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